segunda-feira, dezembro 06, 2010

Pelo direito de morrer com dignidade.

A única certeza que demos nessa vida é de que iremos morrer um dia. Mas apesar dessa certeza, praticamente ninguém pensa nisso. Só que chega uma hora que não tem mais jeito, temos que ir, querendo ou não.
É inquestionável que os avanços da medicina nos proporcionaram condições de tratar certas doenças, e nos dar qualidade de vida. Mas existe uma grande diferença entre tratar alguém que tem grandes chances de viver bem, e prolongar desnecessariamente o sofrimento de pacientes que não tem mais chance de praticamente nada. Em certas ocasiões, acho muito mais digno a natureza seguir seu curso. Mesmo porque acredito que todos devem ter direito não somente a viver com dignidade, mas também a ter uma morte digna.
Não acho que manter uma pessoa vegetando através de aparelhos seja a favor da vida. Isso pra mim é mais uma demonstração de egoísmo. Egoísmo este que causa um sofrimento enorme para todo mundo.
É por isso que sou totalmente a favor da ortotanásia [que é totalmente diferente da eutanásia, apesar de muita gente confundir]. Ortotanásia nada mais é do que dar o direito daquela pessoa que já está quase no fim de sua vida de deixar a natureza fazer a sua parte. Nada de tratamentos invasivos. Nada de tubos, agulhas, e etc. Somente tratamentos paliativos, para aliviar a dor. E ainda bem que pelo menos dessa vez nossa justiça funcionou e derrubou a liminar que impedia a prática da ortotanásia no Brasil.
Todos nós deveríamos ter o direito de viver, e morrer com dignidade. E fico feliz em saber que a medicina está revendo seus conceitos, e aos poucos abandonando a mentalidade de 'a vida a qualquer custo'. Acredito que todos saem ganhando com isso.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Tudo tem o seu preço. Às vezes mais do que deveria.

Não é novidade nenhuma que o custo de vida no Brasil é muito alto, principalmente comparando com países vizinhos. E é claro que os shows internacionais não poderiam fugir a regra. E hoje no Estadão, saiu uma série de reportagens exatamente sobre isso. Como pode ser tão caro os preços para atrações internacionais no Brasil, e principalmente em São Paulo. Tudo bem que temos uma carga tributária de arrombar os orifícios, dentre outros custos a mais. Mas mesmo assim, não posso acreditar que temos ingressos tão mais caros e pros mesmos shows do que na Argentina. Vejam bem, não estou nem comparando com países Europeus nem com os Estados Unidos, cujas realidades são totalmente diferentes que as nossas. A comparação está sendo feita com países daqui da América do Sul, com praticamente os mesmos problemas que o Brasil.

E o Estadão nos fez esse favor [se é que pode ser chamado assim]: calculou tudo que poderíamos comprar caso fôssemos em todos os shows que tiveram ano passado, pagando a entrada mais cara, como podemos ver aqui. O que mais me chamou a atenção é que, pelo preço do ingresso mais caro pro show do U2 [1000 reais, isso mesmo, MIL reais], dava pra ir pra Buenos Aires, e bancar estadia + passagem. Com a vantagem que teríamos um dia pra passear. A diferença é de alguns poucos reais:



Isso é ou não um abuso? O que a Argentina tem de tão especial assim pra conseguir fazer shows mais baratos do que aqui?

Enfim, não sei como é o esquema de compras de ingressos na Argentina, mas no Brasil é uma bosta. E bem fedorenta. Os sites são uma coisa bizarra. Vivem dando pau, os servidores não aguentam. Teleatendimento, nem vou comentar, todo mundo que lê meu blog sabe do meu 'amor' por esse tipo de serviço... E aqui em São Paulo ainda tem um agravante: as casas de show são fora de mão. Então, seria mais fácil comprar pela internet certo? Ótimo. Mas pela internet temos a famigerada taxa de conveniência, que eu acho simplesmente estúpido. Primeiro porque não vejo nenhuma conveniência em comprar pelo site, e depois ter que se deslocar até onde judas perdeu as botas pra retirar os ingressos. Segundo, acho um absurdo ter uma porcentagem fixa pra todas as faixas de preço. Mas segundo o diretor da Time For Fun, 'paga quem quer, é só ir lá [mesmo que seja láááá no fim do mundo] comprar o ingresso. Super simples! Afinal, ninguém trabalha, ninguém estuda, ninguém tem mais nada pra fazer. Fenomenal.
Outra p*taria é essa tal de ter pré-venda de quem tem cartão X. Pré-venda pra quem é membro do fã clube oficial eu até entendo, e apoio. Sempre achei que os fãs das bandas devem sim ter prioridade, beleza! Com o show do Iron Maiden foi exatamente assim: um dia de pré-venda para quem era membro do fã clube oficial, e a partir do dia seguinte, venda para o público em geral. Ótimo. Mas pra outros não é assim. Geralmente abrem pré-venda pra quem é cliente de cartão X, Y ou Z. Coisa totalmente sem sentido.
E pra finalizar, a maldita área VIP. Já falei sobre isso aqui, e continuo afirmando que é de uma palhaçada sem tamanho.
Aliás, eu vou morrer sem entender o porquê comprar ingressos aqui é tão difícil. E porque os preços subiram tanto? Não era assim há uns anos. Frustrante!

sexta-feira, novembro 26, 2010

A cultura da violência.

Qualquer pessoa que esteja no Planeta Terra neste momento está acompanhando, em maior ou menor grau, a guerra urbana que se instalou no Rio de Janeiro. A mídia está fazendo um mega-carnaval em cima disso, twitteiros toscos soltam suas 'pérolas', dentre elas que 'traficante também sustenta família' [político corrupto também sustenta, alguém aí duvida?], de que favelado é tudo coitadinho, de que bandidos são vítimas da sociedade, bla bla bla bla bla bla bla. Fora os pseudo-intelectuais, psicólogos de buteco e sociólogos viajões que, trancafiados em suas salas com ar-condicionado, soltam suas falácias de que, violência no Brasil é por causa da desigualdade social. Eu discordo. Totalmente. Se desigualdade social fosse motivo para violência, a Índia seria o país mais violento do mundo. No entanto, a Índia é um país relativamente calmo. Com exceção da divisa com o Paquistão, por motivos históricos, já vi muito brasileiro que mora lá dizer que se sente mais seguro nas grandes cidades indianas do que em qualquer metrópole brasileira.
Nossa violência urbana é cultural. É óbvio que não vou negar que desigualdade social gera violência em certo grau, mas a participação dela é mínima. Eu diria que as origens de tudo isso que está acontecendo agora pode-se resumir em: corrupção e impunidade. Somos um país culturalmente corrupto. E isso inclui todas as esferas da nossa sociedade, todas as classes sociais. Desde o desembargador, até o favelado pé de chinelo. Somos uma sociedade do infeliz 'jeitinho brasileiro'. Já ouvi muita gente aí dizendo que 'político rouba, mas se eu tivesse lá em cima, faria a mesma coisa'. Daí dá pra ter uma vaga idéia do motivo de nosso país estar essa zona.
Tudo começa com a corrupção. É por causa dela que temos uma educação pública lixo, saúde pública uma piada de extremo mau gosto, segurança zero. E é por causa dela que temos a imensa desigualdade social que assola esse país. Cadê o dinheiro que era pra ser investido em saúde? É desviado. E o dinheiro pra educação? Deve ter parado na cueca de algum grandão por aí. A segurança então, dispensa comentários. São Paulo, o Estado mais rico do país, é o que paga o pior salário para seus policiais. A Previdência Social diz a lenda que vive capenga. Mas é claro, quando não é servidor desviando milhões, é gente recebendo pensão indevidamente. Aí não vai sobrar dinheiro nunca.
Como os bandidos conseguem armamento de guerra? Armas não tem vida própria, e muito menos passam pela fronteira sem ninguém ver. Alguém é corrompido para que elas entrem. Assim como alugém é corrompido para que drogas entrem. E assim a vida vai seguindo.
Enquanto o dinheiro dos nossos impostos, que deveria ser usado pra custear serviços públicos de qualidade, é desviado, a população vive a míngua. Pessoas que dependem dos serviços públicos ficam a ver navios. Favelas crescem, pois ninguém tem culhão pra mexer naquele vespeiro, e o crime organizado se une pra acabar com o Estado de vez. E pior, existe uma corrente glamourizando favelas, como se fosse 'chique' ser favelado. Desculpem-me, mas favela é um lixo, é um antro de bandidagem e condições péssimas de habitação. Nenhum ser humano deveria morar em uma favela. Glamourizar isso é o cúmulo da estupidez dos pseudo-intelectuais por aí.

Além da corrupção, temos outro aliado: a impunidade. Não é preciso divagar muito sobre isso, basta ver os noticiários. Governadores que foram pegos com a boca na botija foram 'presos' e logo logo liberados. Sarney que o diga. Está lá firme e forte. Ou seja, ninguém é pego, ninguém é punido. E fica tudo por isso mesmo.

Enquanto não atacarmos a verdadeira raíz do problema, ou seja, a corrupção e a impunidade, nada vai mudar. Continuaremos a ter serviços públicos de péssima qualidade, continuaremos a mercê da bandidagem, do tráfico, da pirataria, da violência. Podem fuzilar todos os favelados do Brasil. Pode bombardear. Pode pedir pra Deus, Jesus, ou qualquer outra entidade religiosa. Continuaremos na fossa.

quinta-feira, novembro 25, 2010

Quando a ignorância impera...

Uma das coisas que mais me chamou a atenção quando estive em Toronto, foi a presença de artistas nas estações de metrô. Todo dia quando saltava no terminal e seguia para o metrô, passava por alguém tocando alguma coisa. Era algo interessantíssimo, e pelo que eu pude perceber, bem aceito pela sociedade. Quando fui pra Londres, também tive a oportunidade de apreciar esses artistas de rua, tanto nas estações, como na rua propriamente dita. Por ser uma cidade que tem gente do mundo todo, tínhamos a oportunidade de escutar vários ritmos, e assistir a diferentes danças em determinadas partes da cidade. Em Oxford, no calçadão, também tinham vários artistas de rua. Eu achava um barato. Era gente tocando gaita de fole, estátuas humanas, danças, e etc. Tudo isso tornava nossos passeios, ou até mesmo nossa rápida passagem pela rua mais agradável.
Aqui no Brasil infelizmente não temos essa cultura. Talvez a única rua que poderíamos apreciar um pouco de arte de rua era na Avenida Paulista. Era. Porque agora, numa atitude pra lá de autoritária e ditatorial, estão proibindo artistas de rua de fazer suas apresentações, como infelizmente pude ler aqui. A alegação é pior ainda: dizem que os artistas estão exercendo uma atividade comercial, por isso estão proibidos de se apresentarem nas ruas sem autorização. Mas peraí. Ninguém é obrigado a pagar nada para vê-los. O ato de colocar uma caixinha no chão para arrecadar algum dinheiro não nos obriga a nada. Além do que, arte pelo que eu saiba é uma atitude lícita. Ninguém está vendendo produtos contrabandeados, nem drogas. Aliás, a prefeitura em vez de se preocupar com artistas de rua, que tornam nossa vida mais alegre, deveria é fiscalizar com rigor os vendedores ambulantes de pirataria aqui na Domingos de Moraes. Aquilo sim é uma vergonha, o povo vende CDS e DVDS piratas, e outras mercadorias de procedência duvidosa na maior cara de pau, e ninguém faz NADA. Passa polícia tranquilamente pra cima e pra baixo.. E eles continuam ali.
Deixem os artistas em paz! Vão atrás de quem realmente comete crimes!

segunda-feira, novembro 22, 2010

Comemoração de aniversário.

Como é bom comemorar nosso aniversário com pessoas queridas. Por sorte esse ano meu aniversário caiu num sábado, assim praticamente todo mundo pode ir. Porque é um saco ser feriado na data do aniversário. Se cai segunda ou sexta, todo mundo viaja. Muita gente curte ter feriado no niver, mas eu sinceramente detesto.

Dessa vez fui no Morrison Rock Bar. Já tinha ouvido falar bem, mas nunca tinha ido. E acertei em cheio. O lugar é show de bola! Funcionários educados, banda boa, ambiente gostoso. Tá aí um ótimo lugar pra comemorar, ou até mesmo pra curtir um bom Rock. Fica a dica!





domingo, novembro 14, 2010

Sábado divertidíssimo!

Finalmente chegou o grande dia! 13/11, dia do show do Nenhum de Nós. Depois de uma via sacra pra comprar os ingressos e algum tempo esperando, chegou a hora de curtir o show de uma banda que eu curto muito, e além disso, marcou a minha adolescência praticamente inteira.

Mas, vamos começar do começo, óbvio. Chegamos no pouco antes das 21h. Sempre estou acostumada a chegar mais cedo em lugares de shows, pra poder curtir o local com calma, tomar algo, e pegar um lugar bom. Só que o lugar só abrir às 22h. O legal é que no ingresso nem tinha horário nem nada, ficamos flutuando total. Como o local fica em um lugar onde não tem bulhufas nenhuma por perto pra passar um tempo, paramos ali em frente e ficamos boiando. Fiquei com pena de um casal que tava sentado ali sozinho. Uns minutos depois que chegamos, começou a chegar vários carros, e nada de pelo menos liberar o estacionamento.

Boiação total.


Até que viram que não ia dar muito certo aquele monte de carro parado em frente ao portão, e resolveram abrir o estacionamento às 21:45h. Ótimo. Eu estava com minha bexiga cheia e sonhando com um banheiro, ainda bem que ele era próximo à entrada. Xixi feito, hora de conhecer o local. Quem vê por fora pensa que é uma espelunca, pois aquele muro é meio bizarro. Mas lá dentro é outra história, o local é show de bola. E grande! Isso que é ótimo, pois não fica socadão de gente. A decoração também é interessante, de fogueira a cachoeira artificial. Aliás, a fogueira foi bem-vinda, pois tava frio. A única desvantagem foi o cheiro de defumado em que ficamos no final do evento, mas nada que um bom banho e uma boa lavada nas roupas não resolva o problema...










O tempo foi passando, e nada de banda nenhuma entrar. Já haviam me falado que shows lá começam bem tarde, mas nem levei muito a sério. Até que resolvemos beber algo. O problema era: tava um friozão ferrado, e tomar cerveja naquele frio não era muito convidativo. Tinha vinho, mas daqueles bem podreira em garrafa de plástico, e como eu tenho amor à vida, preferi não arriscar. Resolvemos encarar uma batida. Eu, de maracujá, o Vander e a Clarissa, de côco. Chegamos lá pra pegar, e o cara fala que não tinha de côco. Nisso, o cara do lado com uma voz de desespero falou 'tem sim cara! tá maluco? Tem de garrafa'. Nisso, veio o dito cujo com uma garrafa de batida com aquele rótulo duvidoso, que devia custar no máximo R$ 1,99 no mercado. A cena hilária foi a cara do coitado com aquela garrafa na mão como se quisesse dizer 'pelo amor de Deus, toma logo isso pra desencalhar'. Resolvemos todos pegar batida de maracujá mesmo. Pior que aquela batida tava uma m***. Tomei metade e joguei o resto fora.
O tempo foi passando, e lá pra meia noite anunciaram a banda de abertura. Casa do Rock. No começo achei que ia ser uma banda qualquer, mas confesso que mordi a língua. Que banda BOA! Realmente, foi uma das melhores bandas covers que vi em até hoje. Os caras mandam muito bem, todos eles. Pulei, cantei, dancei. Showzaço!



Acabou o show, e lá vem mais um tempo boiando esperando a atração da noite: Nenhum de Nós. Apesar de podre de cansada, estava empolgada, fazia muito tempo que não ia em um show deles. Fui em alguns quando morava em Blumenau, mas aqui em Sampa não tinha ido ainda. O show começou era quase 3 da manhã! E que showzaço! Os caras mandam muito bem, cantei tanto, no fim nem voz e forças tinha mais pra cantar, mas dava um jeito de sair alguma coisa. E foi assim até quando terminou, às 4:30 da manhã. O mais legal de tudo é que eu consegui ficar bem lá na frente, e vi o show inteiro. As duas únicas vezes que lembro em ficar lá na frente em shows foi no comecinho da década de 90 nos shows do Ultraje a Rigor e Barão Vermelho. Todos os outros fiquei no meio do povão, pulando que nem uma doida pra ver o palco. É bom poder ver o show inteiro sem ser esmigalhada. \o/












Cheguei em casa era lá pras 6 e pouca da manhã. Coisa boa relembrar os bons tempos de baladas. E agora aprendi a lição: Show no Kazebre sei que podemos chegar lá pra perto da meia noite. Pelo menos a gente não fica tão podre no final da festa. Quero repetir a dose!

domingo, novembro 07, 2010

O caso Mayara e a imbecilidade alheia

A internet anda em polvorosa por causa da estudante de Direito Mayara Petruso. Ela caiu na besteira de escrever algumas merdas no twitter, provavelmente imaginando que não daria no que deu. Na verdade Mayara foi azarada. De mil merdas que escrevem lá - e algumas bem pesadas, diga-se de passagem - a dela se sobressaiu no meio da fossa.
Não vou defender o que ela disse. Não odeio nordestinos, muito menos quero matá-los afogados. E nem acredito que Mayara queria fazê-lo. É claro que devemos ter cuidado com o que postamos na internet, mas acredito que a moça num momento de raiva, resolveu externar algo que ela deveria ter deixado guardado consigo. Afinal, ela como estudante de Direito deveria saber que tudo que ela escreve pode ser usado contra ela. Regra básica que foi quebrada. Mas o problema da internet é exatamente esse: em um momento de besteira, sua vida vira de cabeça pra baixo. E aquilo que foi escrito provavelmente sem pensar, fica perpetuado. Se Mayara tivesse dito isso numa roda de amigos, provavelmente alguns discordariam, discutiriam, e acabaria por isso mesmo. Mas na internet, as coisas tomam uma proporção muito maior do que deveria tomar.
O que me deixa mais p* da vida nessa história é essa crucificação. Rapidinho já fizeram comunidade no Orkut pra difamá-la. Os tópicos daquela comunidade são de dar vergonha a qualquer pessoa. Pra começar, quem perdeu tempo criando essa comunidade provou ser uma pessoa muito, mas muito pior que ela. Segundo, não entendo o que aquelas pessoas ganham em divulgar nome, telefone, endereço da pessoa em questão. Em outra comunidade no orkut, que se diz defensora dos Direitos Humanos, abriram um tópico pra xingá-la mais ainda. Pessoas que se dizem defensoras de tais direitos queriam 'uma noite no quarto com ela, mas não pra f***', provavelmente pra espancá-la. Se por acaso alguém a achar na rua e meter a mão nas fuças dela, o povo vai aplaudir. Como se isso fosse bonito. Como se avacalhar uma pessoa na internet fosse acabar com todo preconceito que existe na face da terra.
Todos temos direito de errar. Ela errou. E já pagou por isso. As pessoas deviam pensar um pouco antes de atirar cem pedras em cima dos outros, pois ninguém sabe o dia de amanhã. Um dia pode ser você, que em um momento de idiotice, esteja lá no lugar dela levando as mesmas pedras. Afinal, quem nunca falou merda, que atire a primeira. Somos humanos. Simples assim.

terça-feira, novembro 02, 2010

Novas aquisições.. Camisetas!

Ontem finalmente consegui doar sangue. Depois de um tempão gripada, com a garganta podre, recuperei a saúde e fui à Pró-Sangue. Maravilha!

Depois de doar, comer o tradicional lanchinho, fui à Galeria do Rock. Fazia tempo que não ia lá, na verdade fui pra comprar uma coisa, mas como ainda não tava a venda, aproveitei pra dar umas voltas. Até que passei em frente a uma loja, e vi uma camiseta do Pitfall! A loja era a SantaHell. Não resisti! Tive que entrar pra olhar aquelas camisetas fantásticas. E claro que tive que sair com alguma coisa. Acabei não comprando a do Pitfall [vai ficar pra metade desse mês], mas trouxe uma do Pac Man e outra cheia de fitas. Um barato! Na verdade eu comprei e saí correndo, antes que eu levasse a loja inteira.





Não vejo a hora de inaugurá-las. E em breve comprarei a do Pitfall!

E pra finalizar, ó o que eu vi na saída da Galeria. Esse curso deve ser bem interessante... Eu imagino quem foi o viajão que digitou o cartaz:



Vai um cursõ gratuitõ aí? ahahahahaha!

sábado, outubro 30, 2010

A imbecilidade da área VIP em shows.

Hoje, ao ler a versão impressa do Estadão, confirmei algo de que eu desconfiava faz tempo. Área VIP em shows é coisa mesmo de brasileiro. Infelizmente não achei a reportagem no site, mas o que dizia era exatamente que nos festivais estrangeiros raramente tem essa coisa de pagar 700 mangos pra ficar de frente pro palco. O que existem são áreas reservadas para profissionais da mídia e acompanhantes dos artistas, mas sem nenhum privilégio. Se quiserem assistir ao show, tem que deixar a área VIP, e se meter no meio do povão.

Brasileiro adora um VIP. Em qualquer casa noturna sempre tem a área VIP, no Carnaval tem, se bobear até em baile funk deve ter. Bom, numa casa noturna até vai, afinal, são baladas que acontecem várias vezes por mês, ou até uma vez por ano como carnaval. Mas esse lance de cobrar o olho da cara pra ficar na frente do palco é de uma nojeira que só. Quase não temos grandes eventos internacionais, e quando tem, os endinheirados 'vira-latas' brasileiros, que não querem se misturar ficam lá na frente do palco numa boa, e os verdadeiros fãs das bandas, que geralmente não tem essa grana nas mãos, são obrigados a ficar esmagados lá atrás. Quer coisa mais imbecil do que isso? Criamos uma aberração em shows no Brasil: quem está na frente do palco, muitas das vezes nem é grande fã da banda/cantor em questão, e ficam lá fazendo cara de dã. Enquanto os verdadeiros fãs se ferram todos, e são obrigados a ficar lá atrás, sem ver o palco direito. Ridículo!

domingo, outubro 24, 2010

A gente somos Inútel




Inútil - Ultraje a Rigor

A gente não sabemos
Escolher presidente
A gente não sabemos
Tomar conta da gente
A gente não sabemos
Nem escovar os dente
Tem gringo pensando
Que nóis é indigente...

"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!

A gente faz carro
E não sabe guiar
A gente faz trilho
E não tem trem prá botar
A gente faz filho
E não consegue criar
A gente pede grana
E não consegue pagar...

"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!

A gente faz música
E não consegue gravar
A gente escreve livro
E não consegue publicar
A gente escreve peça
E não consegue encenar
A gente joga bola
E não consegue ganhar...

"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
A gente somos "inúteu"!
"Inúteu"!
"Inúteu"!
"Inúteu"!
Inú! inú! inú...

quarta-feira, outubro 20, 2010

Reflexões...

Temos dois casos recentes que estão na mídia, mas com ações completamente opostas.

Primeiro, o caso Bruno, que supostamente matou a namorada/amante/ficante, ou seja lá o que for Eliza Samúdio. Ninguém até hoje achou corpo. Ninguém até hoje provou com 100% de certeza que Eliza está morta, apesar dos fatos apontarem para isso. No entanto, todos estão presos. Já foram negados vários pedidos de habeas corpus. E assim o caso vai seguindo.

Por outro lado, temos o caso Mércia Nakashima. Nesse caso, ela infelizmente está morta. O corpo foi achado. Existem provas. Existem testemunhas. Os acusados vivem mudando suas versões a toda hora. E no entanto, continuam soltos. E pior, o principal acusado ri. Ri da desgraça da família, ri da cara da 'justiça', ri da cara de todo mundo, pois no fundo sabe que vai sair impune. Afinal de contas, ele é ex-policial e advogado. Com certeza tem cartas nas mangas.

O que me faz chegar a conclusão que: vc pode matar e se safar, desde que tenha influência necessária. Pimentta Neves que o diga.

terça-feira, outubro 19, 2010

Lambança do IBAMA

Ontem assisti à uma reportagem no noticiário da noite na BAND. Tratava de um papagaio achado ferido por um casal de idosos há 10 anos atrás, que foi cuidado por eles. O IBAMA havia concedido uma licença permitindo que eles criassem o animal. Aí, passaram-se 10 anos, e eles simplesmente resolveram que o casal não podia mais ficar com o papagaio, e que teria que devolvê-lo. Fiquei super revoltada com a situação, pois como é que o IBAMA, depois de 10 anos concedendo licença, simplesmente decide tirar o papagaio de estimação de um casal de idosos?

Pelo menos dessa vez a justiça foi coerente, e concedeu uma liminar favorável ao casal.

É óbvio que deve-se repudiar energicamente qualquer tráfico de animais silvestres. Concordo plenamente com isso. Agora, dar uma licença, deixar um papagaio conviver com uma família por 10 anos, sendo que o animal estava comprovadamente bem tratado, e de repente largam um 'devolve o bicho aí' como quem não quer nada? Não é desse jeito que se combate o tráfico de animais. Sinto muito!

segunda-feira, outubro 18, 2010

Um exemplo a ser seguido

No meio de tanta notícia ruim que nos faz perder a fé na humanidade, surge uma reportagem que nos faz repensar um pouco. Esse Professor de música do DF fez questão de ir nos lugares mais pobres para caçar talentos. E conseguiu montar uma orquestra. Resgatou adolescentes da violência e os deu um motivo pra sonhar. Parabéns Julio César. O mundo precisa de mais pessoas que nem você!

sexta-feira, outubro 15, 2010

Dia do Professor

Hoje é o dia do professor. Infelizmente tem-se pouco a comemorar, pela desvalorização desse profissional tão importante na formação do ser humano.
O que seria de praticamente todas as profissões se não fossem os professores? Tudo começa com eles.
Portanto, deixo aqui meus parabéns para todos os educadores desse país, e deixo também minha admiração, pois mesmo com tantas dificuldades, continuam aí firme e forte na missão de ensinar.
Ainda tenho remotas esperanças de que um dia essa profissão será muito mais valorizada no Brasil...

quinta-feira, outubro 14, 2010

E agora?

O Fritz, um dos meus gatos estava com uma inflamação em um dente, e o mesmo teve que ser extraído. Eu sei que o ideal seria que pudéssemos escovar os dentes deles, mas infelizmente isso é missão impossível, pois dos 3 gatos que tenho, ele é o mais mala. Escovar seus pelos é uma missão de risco, então imaginem os dentes.
Infelizmente, por essa impossibilidade, é a segunda vez que tenho que mandar pro veterinário pra fazer uma limpeza. Dessa vez um dente teve que ser extraído. E isso requer anestesia. Não suporto pensar que, uma vez por ano terei que meter anestesia no coitado. Apesar de ser uma cirurgia super simples, mesmo assim é uma cirurgia, e como qualquer outra, tem riscos.. Mas por outro lado, se não limpar os dentes, pode inflamar tudo, aí a emenda fica pior que a encomenda. E agora José? Arrisco-me a escovar seus dentes e sair com as mãos estraçalhadas?

Ano passado, ao voltar pra casa, ele ainda estava grogue da anestesia, ficou super agitado, mas logo logo o efeito passou, e ele dormiu normalmente. Só que dessa vez não sei o que tinha naquela anestesia, ele está miando que nem um maluco desde que chegou. E não é um miado comum, é um miado alto, estilo 'estou procurando namorada'. Na verdade ele nem deveria miar desse jeito, pois é castrado desde filhote. Ele já fez xixi e cocô normalmente. Comeu wiskas sachet com uma boca boa pra caramba, e ainda pediu mais. Não está mais cambaleando. Então por que raios continua miando que nem um maluco???? Pelo visto não vou dormir a noite, tô ferrada! Se continuar assim o jeito vai ser levá-lo ao veterinário amanhã pra dar uma olhada, pois não acho normal um gato voltar de uma cirurgia e ficar miando assim e se esfregando na gente sem parar. Mas que coisa esses filhinhos hein... Deixam a gente maluca.. ehehehehe



*Edit* Finalmente consegui falar com o veterinário. Ele explicou que foi preciso colocar outra substância no anestésico, pois o meu digníssimo gato maluco estava muito agitado. Conclusão: não tem o que fazer, a não ser esperar passar mesmo. Agora ele já melhorou, mas ainda mia um pouco. Amanhã de manhã o levarei na clínica. E vamos que vamos.. :P

sábado, outubro 09, 2010

A favor da vida?

E não é que a campanha política acabou tomando rumos digamos.... inesperados? De repente um furacão passou pelos candidatos, e agora só se fala de aborto.
Não vou entrar no mérito do aborto em si, pois é um assunto pra lá de espinhoso. Mas o que eu fiquei prestando atenção é que tanto Dilma quanto Serra viraram paz e amor. De repente as campanhas se viram inundadas de frases a favor da vida. Em negar veementemente qualquer tentativa de legalização do aborto. A vida é algo lindo, a vida é maravilhosa bla bla bla...

Esse papo seria lindo se nosso sistema público de saúde não fosse a bosta que é. Ser a favor da vida na minha opinião vai muito além de não interromper uma gravidez. Ser a favor da vida é oferecer dignidade às gestantes, com direito a pré-natal, tratamentos em caso de gravidez de risco, e depois da criança nascer, fazer valer o que está na Constituição. Ser a favor da vida é ter um sistema público de saúde que respeita o cidadão, e que garante atendimento digno. Mas sabemos que não é o que acontece. É um absurdo saber que, em pleno século 21, mulheres perderem seus filhos no parto é muito mais comum do que se imagina por esse Brasilzão afora. Isso sem contar os milhares de brasileiros que morrem na fila de hospital, jogados igual lixo. Os que não morrem ficam anos atrás de tratamento sem sucesso. Devo lembrar também o problema de muitos transplantados que correm riscos de perder os órgãos que receberam por falta de medicamento fornecido pelo SUS. Hoje mesmo na seção de cartas do Estadão tinha uma pessoa reclamando exatamente sobre isso. O remédio para evitar rejeição do rim dela estava em falta.

Então, com essa porcaria de atendimento, vem Dilma e Serra todos lindões na TV falando tanto em ser a favor da vida? Ah, faça-me o favor! Sejam a favor da vida sim: façam algo para estancar a roubalheira que tomou conta desse país, e deixe o SUS funcionar. Isso é ser coerente. Mas imagina, eu querendo coerência de políticos? Que ingenuidade a minha....

sexta-feira, outubro 08, 2010

Bon Jovi!



Quando assisti ao show do Bon Jovi no Hollywood Rock em 1990 pela TV, nunca imaginei que um dia iria ter a oportunidade de vê-los ao vivo. Ficava com muita raiva por morar em Blumenau e perder todos aqueles shows que eram feitos em terras longínquas. Cheguei a gravar em fita VHS, mas infelizmente a mesma mofou e eu fiquei vendo navios. Morar em uma cidade com umidade relativa do ar beirando ao 100% tem suas desvantagens, mas enfim... Depois de tanto tempo, tive a oportunidade de vê-los ao vivo na última Quarta-Feira.

Como na maioria dos shows internacionais, imaginei que teríamos mais ou menos uma hora e meia de show. Mas tivemos muito mais do que isso. Foram praticamente 3 horas de muita empolgação, ao som da maioria dos grandes sucessos deles. Confesso que me surpreendi, pois é difícil uma banda tocar por tanto tempo assim, ainda mais no Brasil. E ao contrário do povo morto que frequenta o Credicard Hall, a galera no Morumbi cantava em plenos pulmões. Pulava, dançava, gritava. Mesmo nas arquibancadas todo mundo estava de pé curtindo numa boa. Só sei que saí do Morumbi sem pés e sem garganta.

Aliás, tivemos sorte de chegarmos na hora. Muita gente chegou bem depois do começo do show, simplesmente porque o trânsito praquele lugar é uma zona, e de quebra o transporte público é praticamente inexistente. Infelizmente o Morumbi é um lugar que nos obriga a ir de carro, aí a cagada está feita. Mas por outro lado, pelo menos não precisei assistir ao Fresno. Não sou muito fã deles, então, até que não foi tão ruim assim chegar lá faltando uma hora pra começar o show do Bon Jovi. [hehehehehe]. Só sei de uma coisa: esse entrou pro hall dos melhores que já fui com certeza

Agora vem aquela velha sensação de depressão pós-show... O jeito é botar as músicas pra tocar em casa e matar saudades. \o/

segunda-feira, outubro 04, 2010

Vergonha!

Foi esse sentimento que tive ontem ao ver que Tiririca foi eleito com mais de um milhão de votos. Todos aqui sabem que eu amo São Paulo, não somente a cidade como o Estado também, tanto que escolhi morar aqui. Mas dessa vez senti vergonha. Vergonha desse povo que vota 'por votar'. Vergonha de saber que um cara totalmente despreparado vai 'representar' o povo paulista no Congresso. Tudo porque os imbecis votaram pra protestar. Ora, voto de protesto pra mim é nulo ou branco. Votar em Tiririca é atestado de burrice. Mas pra que se preocupar com isso se a Copa do Mundo vem pra cá né?
Infelizmente temos que comer muito feijão com arroz pra sermos um país sério. O povo brasileiro ainda não se tocou do poder que tem nas mãos. Vota no que tá ganhando, em vez de votar no candidato que realmente quer. Vota em qualquer lixo que se candidata pra protestar. Vende seu voto por uma cesta básica, dentadura, ou seja lá o que for. Por isso que sou contra voto obrigatório. Aí falam 'ahh, mas se não for obrigatório ninguém vota'. Vota sim. Vota quem tem consciência. Meu avô tem 84 anos e faz questão de votar, mesmo sendo facultativo, e assim várias pessoas também pensam.

Mas apesar da vergonha master de ter Tiririca eleito, pelo menos tive uma alegria. O babaca do Netinho se ferrou e não vai ao Senado. UFA! Pelo menos uma alegria no meio de tantas aberrações. Volta pro pagode vai, nem deveria ter saído de lá!

Agora falando sobre o Título de Eleitor. A gente precisa de título pra tirar passaporte, pra fazer concurso público. E não precisa dele pra votar. Realmente, o Brasil é um país muito peculiar....

sábado, outubro 02, 2010

Finalmente!

Minha televisão está funcionando! Ô que coisa boa! Tomei vergonha na cara e comprei o conversor digital. Morri com quase 300 paus, mas valeu a pena. Além de pequenininho, ele é uma gracinha. Aproveitei e comprei o fio pra puxar a antena coletiva do condomínio, e de quebra achei um DVD player daqueles bem vagabundos, xing ling, usados e que.. Funciona melhor do que o Phillips que eu tenho na sala! Aliás, aquele DVD player da sala é uma propaganda enganosa. O slogan dela diz 'toca tudo', mas na verdade não toca nada.
Estou que nem criança pequena quando ganha brinquedinho novo assistindo todos os cds de vídeo-clipes que gravei há alguns anos. E nem é DVD, é CDzão mesmo! Lê tudo! Quase chorei de emoção quando vi o primeiro clipe tocando! Até o DVD da triologia do filme De volta para o futuro que meu amigo trouxe do Canadá leu. No outro não lia pois era configurado pra ler só a área 4, ou All. E como um treco desses diz que funciona com qualquer tipo de cd? Tsc tsc. Agora vou tirar a poeira dos meus cds e dvds. Amanhã terei um longo dia pra curtí-los.

Quanto ao conversor digital, foi uma ótima compra. E fiquei surpresa com a quantidade de canais abertos que tem em São Paulo. Sou do tempo em que existiam somente 5 canais abertos: Globo, SBT, Record, Band [Rede Barriga Verde em SC], e Manchete. Alguém aqui é do tempo da Rede Manchete? Aliás, sintonizou uns canais que nunca vi na minha vida. Divertidíssimo.

O mais engraçado é que meu quarto tá parecendo favela cheia de gatos com tanto fio espalhado. Quando mandei fazer meu móvel planejado, nem pensei em ter TV no quarto, consequentemente não tem passa-fio. O jeito foi improvisar de qualquer maneira. Uma hora eu ajeito isso. O importante é que agora minha TVzinha está funcionando. E que posso assistir aos meus trilhões de vídeo-clipes tranquilamente no conforto do meu quarto. Amo muito tudo isso! \o/

sexta-feira, outubro 01, 2010

Quando a gente pensa que já viu de tudo...

... aparecem coisas mais bizarras se esfregando na cara da gente. O caso do menino baleado dentro de uma escola particular me deixou de queixo no chão. E muitas perguntas ficaram no ar. Acredito que não só eu me perguntei isso, como a família do garoto, e muitas pessoas que assistiram à reportagem sobre esse caso no mínimo escabroso.

1) Como alguém entra armado em uma escola particular, cara, cheia de seguranças ao redor?
2) Como uma criança é baleada dentro da sala de aula e ninguém vê nada?
3) Como é que pode uma arma simplesmente desaparecer? Ninguém viu o suposto atirador sair correndo, fugir? Geralmente essas escolas caras são cercadas de seguranças!
4) Por que não foi chamado imediatamente o resgate e a polícia ao se deparar com a criança baleada?
5) Por que ao colocar o garoto no carro para levar ao hospital não foi perguntado quem foi o autor do disparo?
6) E o mais grave na minha opinião: com que intuito foi feita a limpeza do local do crime antes da perícia chegar?

Longe de mim querer acusar sem provas. Não sou advogada nem promotora e muito menos estava lá na hora, mas pra mim essa história está muito mal contada. Tem alguma coisa aí que estão escondendo, seja pelo interesse da escola de se preservar [até entendo esse lado], ou seja pra poupar o suposto atirador. Sinceramente, espero que os interesses financeiros da escola não se sobreponham ao direito da família de pelo menos saber o que aconteceu. Nenhuma mãe nem pai merece passar por isso e ver o caso ser esquecido com o tempo.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Produtos saindo de linha...

Uma coisa que eu nunca entendi direito é o fato de empresas tirarem certos produtos de linha, sendo que esses têm uma vendagem ótima. Um exemplo disso é o demaquilante bifásico da Natura. Ele beirava a perfeição, tirava toda a maquiagem, principalmente na área dos olhos, que na minha opinião é a mais difícil de limpar. Um belo dia fui pedir outro, pois o meu estava no fim e fiquei decepcionadíssima ao ver que o produto tinha misteriosamente saído de linha. No lugar, colocaram uns lencinhos super caros, e que nem era tão bom assim. Nem uma satisfação, nada. Poxa, acho que o mínimo que a Natura deveria era ao menos explicar o porquê disso. Até hoje várias consumidoras reclamam, pedem para o produto voltar a ser fabricado, e a Natura nem tchum.
A Avon é outra que deu suas viajadas. O demaquilante bifásico deles era ótimo também. Até que tiraram de linha e colocaram outros dois. Um líquido que parecia que tinha pimenta ao passar nos olhos, e um creme que borra mais do que tira a maquiagem.
O Boticário também deu sua pisada na bola. Até meados de 2005, seu desodorante era ótimo. O roll on vinha em uma embalagem de se não me engano 100 ml, e a durabilidade nas axilas era ótima, mesmo nos dias mais quentes. Aí, de repente, diminuíram o tamanho da embalagem, mudaram a fórmula, mas o preço obviamente continuou o mesmo. Por fim, tiraram aquele desodorante de linha alegando baixa vendagem. Claro, mudaram a fórmula, o que consequentemente deixava a gente fedendo que nem um gambá, é óbvio que ia vender pouco!
Acho isso um saco. Aliás, essa moda de redução de embalagem é outro grande absurdo que a maioria das empresas fazem. Diminuem tudo: leite em pó, papel higiênico, achocolatado, etc. Mas o preço continua o mesmo. Argh!

E vocês, já se sentiram 'órfãos' de algum produto que gostavam muito e saiu de linha?

sexta-feira, setembro 24, 2010

A via sacra da antena e da internet capenga.

Há uns dias havia postado aqui sobre a vontade de comprar uma TV pra colocar no meu quarto. Pois bem, acabei comprando naquela semana mesmo, uma AOC de 19" que ficou uma graça no meu móvel. Ela está aqui olhando pra mim, e eu olhando pra ela, pelo simples motivo de não ter antena. Foi-se o tempo em que comprávamos uma TV que vinha com a antena, mas nos dias de hoje, com a popularização da TV a cabo e antenas externas, já não é mais bem assim.
Aí começa a via-sacra. Um amigo veio aqui com um conversor digital emprestado e uma antena interna pra testar. Como eu já imaginava, ficou uma bosta. Só dava sinal fraco. Só pra rir pluguei a antena na TV, e obviamente o resultado foi um desastre. Um festival de chuviscos e fantasmas, o que me fez lembrar dos meus tempos de anteninha com bombril na ponta. Levei a TV pra sala, e parti pra antena do condomínio.. Que bosta. Até lá em casa nossa antena externa funcionava melhor. Eis que, resolvi plugar a antena do condomínio no conversor digital. BINGO! Pegou todos os canais, imagem perfeitíssima, show de bola! Só que teria um problema: um conversor digital está no mínimo 300 paus [chutando bem por baixo]. TVs de LCD que vem com conversor interno são as de 32" pra cima, e no meu quarto não tem espaço pra uma TV desse tamanho. Que merda. Aí minha mãe resolveu que deveríamos colocar um ponto extra da NET. Iríamos pagar 19,90 a mais por mês, o que não é uma quantia tão exorbitante assim. Ligamos lá, marcamos a instalação. E hoje chegou o grande dia... da decepção. Não tem como instalar um ponto extra no meu quarto, porque a extensão de telefone que sai aqui está atrás do móvel embutido. Fizeram um baita serviço de porco. E como o cabo da net tem que passar pela extensão do telefone... mifu. Aí, já que os técnicos estavam aqui, pedimos pra aumentar o cabo do modem, pois quando compramos nossos móveis planejados, montaram de um jeito em que o modem teve que ficar no chão. Aí começou o pesadelo: eles trocaram o cabo, colocamos o modem em cima do móvel e.. a internet simplesmente não conectou mais! Não entendi até agora o que aconteceu, pois reiniciei o modem, computador, roteador umas quinhentas vezes e nada. Os caras foram embora e minha internet ainda não estava funcionando, o que me deixou com uma raiva enorme, pois como é que um treco que até 10 minutos atrás estava funcionando normalmente, simplesmente para?!
Tirei o cabo do roteador e liguei no notebook direto. Conectou. Até que pela última tentativa desliguei tudo da parede pela quintilhonésima vez, e esperei meia hora. Dessa vez conectou. Coisa bizarríssima!
Só sei que a internet agora está funcionando, mas a TV.. Continua aqui, desligada, olhando pra mim e perguntando 'Quando você vai me ligar?'...

segunda-feira, setembro 20, 2010

Consumação mínima: pagar ou não pagar?

Até pouco tempo atrás, era comum ser cobrado um determinado valor de consumação mínima em bares e casas noturnas. De repente, baixaram uma lei proibindo a cobrança da mesma, pois segundo Código de Defesa do Consumidor, é considerado prática abusiva. E o que aconteceu? As casas noturnas simplesmente passaram a cobrar o mesmo preço que antes poderia ser consumido como entrada, e o que era consumido passou a ser cobrado a parte. Conclusão: o consumidor acabou se ferrando. Agora, uma decisão judicial derrubou a lei que proíbe as casas noturnas de cobrar consumação no Estado de São Paulo. E a polêmica continua: é justo ou não cobrar consumação?
Eu particularmente acho que isso seria resolvido com uma maneira muito simples: deixar nós, consumidores, escolher entre pagar ou não a dita cuja.
É óbvio que sempre acabamos consumindo alguma coisa. É praticamente impossível sairmos pra dançar sem tomar algo, nem que seja uma garrafinha de água mineral. Em alguns lugares aqui em São Paulo existe exatamente essa escolha: a pessoa na entrada opta por pagar um valor mais baixo, e pagar separado o que consome, ou pagar um valor mais alto, que pode ser inteiramente consumido. Aí vai da escolha de cada um: se vc vai pra balada pra encher a cara, pegue a consumação, se quer tomar apenas uma latinha de cerveja, refri ou água, pague o preço mais barato.
Eu sou contra impor a consumação mínima. Mas sou a favor da escolha. Afinal, é o consumidor que tem que saber o que é melhor pra ele, e não o dono do lugar.

domingo, setembro 19, 2010

Scorpions!

Finalmente chegou o grande dia! Dia 18 de setembro, tão esperado desde que comprei o ingresso. O que posso dizer?
Foi um dos melhores shows que eu já fui até hoje. Scorpions foi uma das bandas cujas músicas fez parte de praticamente toda minha vida. Desde a infância, passando pela adolescência e até a vida adulta. Nunca imaginei que iria vê-los ao vivo algum dia, mas ainda bem que tive a oportunidade. E foi única, pois infelizmente a banda está encerrando suas atividades.
Só sei de uma coisa: os caras não são bons. Eles são excelentes. A voz de Klaus Meine é exatamente a mesma. O cara canta muito! Digo isso pois é comum ao vivo a voz mudar um pouco, mesmo porque música de estúdio é sempre trabalhada. Mas a voz dele é magnífica ao vivo. A banda toda manda muito bem! E também interagem com a platéia o tempo todo, o que torna o show mais atrativo ainda. As músicas escolhidas foram as mais agitadas, contrariando muita gente que sempre falou que 'Scorpions só toca balada'. As baladas deles são ótimas, mas as 'rock n' roll' são tão ótimas quanto.

Quando fomos comprar os ingressos, escolhemos ficar na platéia, pois na pista é muita muvuca, e não enxergamos nada. Ainda mais eu que sou baixinha, só vejo cabeças, cabelos e braços. Lá na pudemos ver o palco, eles pequeninininhos, e os telões. Só sei que pulei muito, e cantei muito também!

Pequenininhos...



O local onde ficava a platéia era bem elevado, o que foi ótimo. Aliás, o Credicard Hall lá dentro é um lugar bacana, mas a organização...
Chegamos às 21 horas, sendo que o show estava marcado pras 22:00. E ainda não tinham aberto a casa pro pessoal entrar. Resultado: juntou uma mega muvuca, e ninguém sabia onde a fila começava, muito menos onde terminava. Nem os funcionários da casa sabiam informar direito onde era a entrada da pista nem da platéia. Descobrimos perguntando pras pessoas que estavam lá. A entrada pra platéia não era fila, e sim um aglomerado de gente. A casa abriu às 21:20. Enfim, acho que o Credicard Hall deveria organizar melhor as filas, e abrir mais cedo, pois ninguém merece chegar lá e estar aquela muvucada toda e nem sabermos onde fica a fila certa. Além do que, ninguém está fazendo um favor ali, estamos pagando, e caro, pra assistir a um show, e temos o direito de um atendimento mais organizado.

Mas o show compensou a desorganização da casa! E agora fica aquela 'depressão pós-show'. A mesma sensação de 'quero mais' que senti quando fui no show do U2 em 2006.. Agora é esperar o show do Bon Jovi em outubro. Esse será no Morumbi, lá as filas costumam ser mais organizadas. Que venha Bon Jovi!

quarta-feira, setembro 15, 2010

Imbecilidade humana

Quando a gente pensa que já viu de tudo, lá vem mais uma 'moda' ridícula: Colocar vodca no olho. Até agora não entendi como é que pingar vodca no olho possa fazer a pessoa ficar mais bêbada. É algo que foge completamente de qualquer compreensão. Agora, o que mais me revolta é que o maluco da reportagem em questão provavelmente precisará de um transplante de córnea. Na minha opinião, um ser desses deveria ir lá pro fim da fila, e receber a córnea caso não ache nenhuma pessoa compatível antes. Mas como moramos no Brasil e a pessoa em si é de família de grana, não duvido nada que misteriosamente ele passe na frente do Zé da esquina, e receba a córnea.
Eu, como doadora de órgãos, fico pensativa e preocupada em saber que talvez minhas córneas possam ser doadas para gente que fica com o olho cagado por causa de uma atitude tão imbecil como essa. É ridículo demais!
E pra finalizar, a pessoa em questão ainda critica que se publique esse tipo de coisa na internet. Ora bolas, pra que existe cérebro? Não é só para fazer volume na cabeça - apesar de que acredito que pra muitas pessoas é exatamente pra isso que ele é usado. Eu não fiquei com nenhuma vontade de meter vodca no meu olho pelo simples fato de assistir a um vídeo ridículo desses [que nem consegui assistir até o final diga-se de passagem].
Deprimente!

segunda-feira, setembro 13, 2010

Qual TV comprar?

Estou pensando em me dar ao luxo de comprar uma TV para o meu quarto. Ainda não decidi 100%, mas estou amadurecendo a idéia.
Sou do tempo em que a gente escolhia a TV pelas polegadas. Tivemos duas de 20'' [sendo que uma durou de 1978 até 1996] e uma de 16'' que meu pai comprou na década de 80 pra eu jogar Atari. Quando nos mudamos pra São Paulo, compramos uma de 20'' de tubo mesmo comum, visto que não fazemos questão de full HD e essas viajadas todas. Mesmo porque TV a cabo tem estado um lixo ultimamente, raramente assisto, vejo mais noticiários e o MTV Debate - diga-se de passagem, o único programa que eu faço questão de ligar a TV pra assistir. Então por que uma Televisão no meu quarto? Bem, em vez em quando ocorrem uns 'conflitos de horário'. Minha mãe quer assistir uma coisa, e eu outra. Aí pensei que seria interessante ter uma aqui com um DVD Player, onde eu poderei assistir os noticiários e ao MTV Debate, e também os DVDs que eu tenho, visto que não curto assistir vídeos nem filmes no computador. E pra isso não é preciso um ponto extra de TV a cabo [vergonhosamente cobrado a mais], basta puxar a antena de TV VHF/UHF do prédio mesmo.
Por mim compraria uma de tubo comum, mas como meu quarto é entulhado, o melhor mesmo seria uma fininha pra colocar na parede, e deixar o chão livre. E aí que vem a dúvida.. São tantos modelos.. É plasma, é LCD, Full HD, com conversor digital integrado, sem conversor integrado bla bla bla. Sem contar a infinidade de marcas. Aí fico horas olhando em sites, e boiando bastante. Ê dúvida cruel.
Já o DVD player já sei qual comprar. Quero aquele xing-ling bem vagaba, que é o que lê tudo! Comprei um Phillips todo cheio de frescura, e que jurava ler tudo, mas é enganação pura. Conheço gente que comprou aqueles DVDs sem marca Made in China que se por o dedo lá dentro é capaz de ler nossas digitais. Não sou fã de produtos Made in China, apesar de que muitas vezes não temos como fugir deles, mas nesse caso abrirei uma exceção.
Então... Voltando ao assunto da TV.. Alguém aí pode me dar uma dica de qual é a melhor marca? Plasma é bom? LCD? Ficaria agradecida...

quinta-feira, setembro 09, 2010

Para refletir...

Não há nada de errado com a política no Brasil. O que há de errado é o comportamento da sociedade brasileira. Da mesma forma que existe o corrupto, existe o corruptor. Políticos nada mais são do que reflexos de uma sociedade, que se quer mudanças, terá que analisar o seu próprio modo de se portar e de conduzir o que tem por hábito.

(desconheço o autor - se alguém souber, por favor, me avise para dar os devidos créditos)

terça-feira, setembro 07, 2010

Cem coisas ao meu respeito

A um tempo atrás, eu li no blog da Ruby um post muito interessante no qual ela citava 100 coisas ao seu respeito. Achei legal a idéia, e resolvi também escrever 100 coisas ao meu respeito. Divirtam-se:

001 – Falo com objetos [Meu computador que o diga]
002 – Tenho 3 gatos
003 – Já tive cães de estimação
004 – Tocava piano quando era mais nova, hoje não lembro de mais nada
005 – Ainda escuto fitas K7 em vez em quando
006 – Adoro ler antes de dormir
007 – Operei as amídalas quando tinha 11 anos
009 – Curto vários tipos musicais – de Rock a eletrônica
010 – Já li o livro ‘O Cemitério’ de Stephen King 5 vezes em Português e 2 em inglês
011 – Detesto calor
012 – Amo dias nublados e frios
013 – Não tenho muita paciência com pessoas enroladas
014 – Quando estou com fome fico chata pra caramba, nem eu me aguento
015 – Adoro viajar
016 – Pinto os cabelos desde os 15 anos
017 – Grande parte dos meus melhores amigos atuais conheci pela internet
018 – Comecei minha ‘vida virtual’ no Chat do UOL
019 – Detestei a nova reforma ortográfica
020 – Acho péssima a obrigatoriedade do voto
021 – Quando sismo com uma música sou capaz de escutá-la por horas seguidas
022 – Não compro mais CDs
023 – Passava trotes telefônicos quando era pirralha
024 – Não consigo ver graça em seriados americanos em que todo mundo acha graça.
025 – Já fui ao Acre
026 – Sou viciada em Coca-Cola
027 – Sou ex-fumante
028 – Já sofri um acidente de carro
029 – Sou pontual
030 – Nasci em Nilópolis/RJ, mas nunca morei lá
031 – Morei em Blumenau/SC até os 31 anos
032 – Já fui à Inglaterra
033 – Já fui ao Canadá
035 – Quero conhecer a Islândia um dia
036 – Detesto acordar cedo
038 – Não consigo pegar no sono antes da meia noite
039 – Não gosto de abacaxi
040 – Escrevi em diários durante anos
041 – Já fui colecionadora de Flyers [Tenho a coleção guardada até hoje]
043 – Amo morar em São Paulo
044 – Como um pacote de Halls em minutos
045 – Sou doadora de sangue e de medula óssea
046 – Não dirijo
047 – Adoro jogar Egg Buddies no Facebook
048 – Quando viajo de ônibus durmo a viagem praticamente inteira
049 – Eu mesma faço minhas unhas semanalmente
050 – Meus esmaltes favoritos são os de tonalidade rosa e azul
051 – Adoro sushi
052 – Acho a justiça brasileira uma piada de mau gosto
053 – Acho a mesma coisa da política brasileira
054 – Não me vejo morando fora do Brasil pra sempre [apesar de tudo]
055 – Nunca andei de navio
056 – Tenho ossos fortes
056 – Uso óculos
057 - Detesto visita surpresa
058 – Comecei a escrever em blogs em 2002
059 – Sou filha única
060 – Meu primeiro email foi no base mail: millenia@base.com.br
061 – Não sou consumista compulsiva
062 – Não vejo novelas
063 – Gosto de assistir ao MTV Debate
064 – Adoro músicas velhas
065 – Não quero ter filhos
066 – Sou rápida pra me arrumar
067 - Já passei mal ao comer no Mac Donalds
068 – Gosto de feijão preto
069 – Acho Natal uma data que perdeu o sentido faz tempo
070 – Tenho saudades do ICQ
071 – Não troco de celular a 4 anos
072 – Colei algumas vezes quando estava na escola
073 – Detesto papo politicamente correto
074 – Sou contra indultos de dia dos pais, mães, e etc. para presos
075 – Não jogo lixo no chão
076 – Acho a Paris Hilton feia [bonito é o dinheiro que ela tem]
077 – Gosto de sair pra dançar
078 – Não suporto axé, funk e pagode
079 – Não digo adeus duas vezes
080 – Adoro fotografias
081 - Não tenho muito jeito com crianças
082 – Sou uma pessoa muito prática
083 – Cantei uma vez em Karaokê, e não pretendo cantar novamente
084 – Tenho tendinite
085 – Amo ar-condicionado [pena que não posso ter um]
086 – Não sou de ficar puxando papo com vizinhos
087 – Adoro tomar banho de rio
088 – Adoro o sorvete de milho verde de Miguel Pereira [região serrana do RJ]
089 – Não gostei do novo sabor do sorvete de creme da Kibon
090 – Jogo Farmville no Facebook :P
091 – Me formei em Psicologia, mas não trabalho na área
092 – Já fui muito ao cinema quando mais nova, hoje quase não vou mais
093 – Já alisei os cabelos
094 – Não gosto de me bronzear
095 – Acho horário de verão uma verdadeira merda
096 – Já desperdicei meu tempo com pessoas que não mereciam
097 – Não suporto telemarketing
098 – Gosto de observar as pessoas na rua
099 – Não gosto de futebol
100 – Adoro internet

quarta-feira, setembro 01, 2010

Uma época sem cadeirinhas...

Ao ler sobre a nova lei das cadeirinhas para transporte de crianças, não tenho como não lembrar da minha infância.
Naquela época não existia muita coisa a respeito de segurança, principalmente quando o assunto eram carros. Fuscas e Brasílias faziam a festa pelas ruas. Cinto de segurança? Se nem na frente eram usados, imagina no banco de trás.
Andei no banco de trás até os 12 anos de idade. Quando comecei a andar no banco da frente, meu pai me obrigada a usar o cinto, hábito adquiri ao longo desses anos. Antes de existir lei, já andava de cinto. Isso no banco da frente, porque no de trás...
Eu ia leve e solta. Era super comum ir deitada no banco de trás do nosso fusquinha com meus cadernos, adorava pintar e escrever. E minha mãe era doida no volante, o que fazia com que os lápis caíssem toda hora no chão. Somando isso ao calçamento de paralelepípedo predominante na época, era só lápis caindo. Sobre isso tenho uma lembrança engraçada que até hoje eu caio na risada.
Estava eu, toda feliz desenhando, minha mãe dirigindo nosso fusquinha e conversando com uma amiga. Nisso, um dos lápis caiu e rolou pra baixo do banco de carona, e quando eu estiquei o braço pra pegar minha mãe fez uma curva, o que fez com que eu literalmente caísse de cabeça pra baixo e ficasse quicando com a cabeça e com as pernas pra cima. Fiquei um tempo assim até conseguir levantar e voltar pro banco, sem o lapis, e desenhar com os que tinham restado. Eu devia ter uns 5 anos. A cena deve ter sido tosca demais, pior que eu lembro disso e fico imaginando, não tem como não rir. Provavelmente perdi alguns neurônios nessa brincadeira, mas como tenho a cabeça dura, estou aqui firme e forte.
Também lembro da Belina da tia de uma amiga. Muitas vezes ela vinha buscar a gente na escola, e ia toda a criançada entulhada no bagageiro, que era enooooooooooorme!
Lembranças divertidas. Mas agora é todo mundo na cadeirinha.. Pela ''segurança das crianças''. Pequeno detalhe: no busão, no táxi, no metrô não há cadeirinhas. Pois é. E se eu quiser dar carona pra esposa to meu tio e meu priminho de 4 anos? Vou me arriscar levar uma multa? Óbvio que não, agora o guri não sai mais de carro a não ser no carro dos pais.

Para pensar....

terça-feira, agosto 31, 2010

Ataque de fúria



Quem me vê por aí risonha, ou com cara de boia, não imagina que eu tenho alguns ataques de fúria em vez em quando. Tá, nada que me fala infringir alguma lei ou algo parecido, mas parece que tem hora que eu sinto uma enorme necessidade de socar algo. Principalmente quando algum objeto resolve parar de funcionar quando eu mais preciso dele. Quando minha geladeira pifou bem quando eu tava viajando [quer hora 'melhor' de pifar?] eu até me controlei. Mas hoje meu fogão resolveu tirar com a minha cara e acabou levando uns chutes.
Meu fogão é um Bosch, comprado em Janeiro de 2008, mas começou a ser usado somente em Julho do mesmo ano. Enfim, não é um fogão velho. Mas o forno dele sempre foi uma bosta. A parte de cima é tranquila, acente rapidinho, mas o forno deve ter vindo com algum defeito de fabricação, pois pra acender é quase que uma via-sacra. Mas mesmo assim sempre acabava acendendo, o que fez com que não chamássemos ninguém pra ver o porquê disso. A gente ficava 'meia hora' apertando a meleca do botão e plin! O fogo vinha. Até que hoje ele não veio.
Lá vai eu, toda feliz assar uns pães de queijo, e ao tentar acender aquela porcaria.. Cadê o fogo? Nemmm sinal. A casa inteira já estava fedendo a gás, o que me fez abrir todas as janelas, e nada da porcaria acender. Ventilei bem a casa, tentei de novo, nada. Tentei usando um fósforo e nem tchum. Aquilo foi me dando uma raiva, mas uma raiva tão grande, que quando eu me vi, estava chutando o pobre do fogão com toda força. Provavelmente o vizinho deve ter pensado que eu enlouqueci, mas na boa, não estava nem aí. Todas as quatro bocas acendiam normalmente, e a meleca do forno nem sinal de vida. Nunca tinha chutado tanto um fogão assim, mas provavelmente foi o que deu certo, pois meia hora depois, quando já tinha me convencido de que não iria comer pães de queijo, e sim feijão com arroz.. PLIN! A birosca do forno resolveu dar sinal de vida e acendeu! Mas como sei que chutes não são a melhor forma de fazer um fogão funcionar, vou ver se tomo vergonha na cara e acho uma assistência técnica da Bosch pra vir aqui olhar isso, pois tive 3 fogões em Blumenau, e NUNCA aconteceu isso. De lascar! Só sei que se tiver que levar pra assistência, bye bye, jogo essa porcaria fora e compro um bem podrão nas Casas Bahia. Às vezes a gente despreza as marcas ditas populares, mas são exatamente esses que duram mais, e não dão dor de cabeça!

Agora vou lá comer meus pães de queijo.. hihihi!

domingo, agosto 29, 2010

Imitação fail.

Há tempos tenho estado enjoada de Orkut. Já teve sua fase legal, me diverti muito lá, mas ultimamente tem estado um horror. Além de ter virado festa do caqui, cheio de fakes, gente idiota postando coisas mais idiotas ainda, agora tem um agravante: a tentativa desesperada de imitar o Facebook.

Faz um tempo que eu migrei pra versão nova. De início eu não curti muito, mas no fim acabei me acostumando. Até que ontem, ao entrar na minha página, vi que eles haviam transformado o Orkut numa versão pra lá de mal feita do Facebook. Ah não, aí desanimei de vez. Cliquei rapidinho ali no botão 'versão antiga' e ufa!.

Orkut e Facebook são duas redes sociais totalmente distintas. O forte do Orkut sempre foram as comunidades, já no Facebook o forte são os jogos e as páginas, onde vc pode 'curtir', e interagir. O problema é que o Orkut nunca foi forte lá fora, provavelmente por causa da péssima mania dos brasileiros de invadir as coisas e transformar um fórum de discussão internacional em uma feira. Conclusão: os gringos saíram, e a brasileirada se aconchegou. Nesse meio tempo, o Facebook começou a crescer. Até pouco tempo atrás tinham poucos brasileiros lá. E de repente, o Google se viu em uma encruzilhada: seu maior rival estava tomando também os brasileiros. E o que aconteceu? 'Vamos imitar o Facebook então!''.E na minha opinião, deram um belo tiro no pé. Muita gente está largando o Orkut de vez, e foi pro Facebook. E as comunidades que antes eram legais, agora estão se tornando desertas, ou infestadas de fakes que só falam porcaria. Isso quando não são misteriosamente deletadas. O que é uma pena, pois ainda existiam comunidades que valiam a pena a leitura. O Google deveria rever essa política de imitação e voltar a ser o que era: uma rede simples, com comunidades fortes. Ao olhar meu perfil com a versão antiga relembrei o quão melhor era. Uma página simples e mais organizada.

O que seria do azul se todos gostássemos do verde? Tudo igual é chato, enjoa. Mas pelo visto é um caminho sem volta. Ainda não deletei minha conta por dois motivos: Algumas pessoas mantém contato comigo por ali e não curtem o Facebook, e ainda existem algumas poucas comunidades que eu gosto de ler. Até quando, não sei..

Música para animar o Domingão



Boa semana a todos! :)

segunda-feira, agosto 23, 2010

Se essa máquina falasse...

Há um tempo atrás resolvi pegar minhas fotos pra matar saudades de épocas boas da minha vida. Num tempo em que não existia câmera digital, era tudo no rolo de filme, e os álbuns de fotos ocupavam um grande espaço nas prateleiras do meu quarto.

Até 1995 eu não tirava muitas fotos. Não por não gostar, e sim por não saber mexer na nossa Olympus Trip 35. Eu detestava tirar foto com ela porque nunca sabia regular direito, e o resultado eram fotos horrorosas, isso quando não queimava tudo.

Essa máquina adorava zuar comigo :(

Isso sem contar que o flash era separado, e demorava mil anos pra carregar de novo. Durante o dia era tranquilo, mas a noite era mais chato. Mas como eu quase não saía sozinha, e ainda era pequena, nem ligava muito pra isso, visto que quem tirava as fotos era meu pai, e às vezes minha mãe.

O tempo foi passando, eu comecei a sair, e queria ter uma máquina só minha. Mas naquela época, máquinas fotográficas eram caras, e parcelamento não era algo tão comum como hoje em dia. A gota d'água foi quando eu dei uma festa lá em casa, e todas as fotos que eu tirei com a bendita Olympus queimaram. Um filme inteiro de 36 poses jogado no lixo, e nenhuma lembrança da festa. Fiquei com tanta raiva que pedi encarecidamente para ganhar uma máquina fotográfica mais fácil de mexer no meu aniversário que estava por vir. Dito e feito: ganhei uma Kodak Star 535. Super leve, com flash embutido e fácil de mexer. Isso foi em novembro de 1995. E ela viria a ser minha companheira por uns bons anos.



Foi a máquina que eu mais usei, talvez muito mais do que todas as 3 digitais que já tive juntas. Onde eu ia eu a levava, e facilmente acabava com um filme de 36 poses, que graças ao meu esquema de colocar o filme, sempre saíam 38. Dá pra contar nos dedos as vezes que queimaram fotos. Isso raramente acontecia. Foi ela quem me acompanhou pra todas as viagens que eu fiz pra Presidente Prudente, Acre, São Paulo, Joinville, muitas baladas em Blumenau, Oktoberfests. Também 'comeu' areia nas dunas da Joaquina em Floripa, e mesmo assim nunca pifou.

Toda vez que voltava pra casa era aquela ansiedade em levar o filme pra revelar. Confesso que era uma sensação legal abrir aquele pacotinho e ver as fotos. Tudo bem que muitas vezes a maioria era um desastre total, mas não por causa da máquina, e sim pelo estado de quem bateu a foto [hehehehe]... Eu a usei até meados de 2005, quando comprei minha primeira câmera digital.

Câmeras digitais são legais, e muito mais práticas, confesso, mas eu acho que elas mataram um pouco essa magia do ato de tirar fotos. Por incrível que pareça, eu tiro menos fotos agora com minha digital do que eu tirava com a Kodak. Não que eu perdi o gosto por fotos, mas talvez pela facilidade de todo mundo ter a qualquer hora. Então virou algo 'lugar-comum'. Além do que, a qualidade das fotos tiradas com filmes são superiores às digitais. Mas enfim, continuo com minha Kodak guardadinha aqui. Infelizmente o botão dela caiu, talvez pelo mau armazenamento durante a mudança, mas quem sabe um dia eu não mande consertar [se é que ainda poderei] e a use só pra matar saudades de revelar um filme...

sábado, agosto 21, 2010

Happy Hour

Nada como vc estar cercado de pessoas que vc gosta.
Um simples programa decidido em cima da hora pode ser algo muito divertido. Como uma ida a um barzinho na Paulista numa sexta feira qualquer.
Na verdade era para termos ido no cinema. Mas como a programação muda toda sexta feira, não estava mais em cartaz o filme que queríamos ver em 3D. #Fail total. Aliás, gostaria de deixar registrada aqui uma queixa sobre o Cinemark do Shopping Santa Cruz. Como é que em plena sexta feira a bilheteria abre somente ao meio-dia e meia, e pior, com UM caixa só atendendo?
Mas enfim, como o cinema melou, acabou rolando o happy hour na Paulista, o que foi até melhor.



Com direito a foto pela rua depois



E de pezinhos no metrô (bem coisa de quem bebeu um pouco a mais :P)





Comecei o fim de semana bem. Que venha o show do Jota Quest hoje :D

quinta-feira, agosto 19, 2010

Campanha de doação de medula óssea em São Paulo.

Fico feliz em saber que, mesmo meu blog não sendo um dos mais famosos na dita 'blogosfera', consigo divulgar mensagens que julgo importantes. Há dois dias atrás, recebi um email do Antônio Cruz pedindo para eu divulgar a campanha de doação de medula óssea que o Colégio Módulo estará realizando sábado, dia 21. É com grande satisfação que divulgo este evento, e quantos mais eu puder:

COLÉGIO MÓDULO PROMOVE CAMPANHA DE DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA, EM PARCERIA COM A AMEO

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação de medula óssea, o Colégio Módulo receberá uma equipe da Associação da Medula Óssea (AMEO) e do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo para a realização de cadastro de doadores voluntários. A ação acontecerá no dia 21 de agosto (sábado), das 09h00 às 16h00, no pátio da escola, localizada na Rua Tito, 1175 – Lapa.

Para se cadastrar, basta estar bem de saúde, ter entre 18 e 54 anos e comparecer ao colégio, com o documento de identidade e CPF, além de informar dois números de telefone para contato.

Aliás, ao contrário do que muita gente pensa, ao se cadastrar ninguém tira a medula na hora. É feita somente uma coleta de sangue, como num exame de sangue comum! Portanto, não é preciso ter medo. A doação somente é feita ao encontrar um paciente cuja compatibilidade seja igual ao doador. Simples assim!


Então, quem for de São Paulo capital e puder, dê uma passada lá e cadastre-se. Para mais informações sobre doação de medula óssea, visitem o site da AMEO.

segunda-feira, agosto 16, 2010

A via sacra de tentar abrir vidros de alimentos.

Uma das coisas que eu não consigo me conformar é a dificuldade de abrir potes de certos alimentos. Pepino, palmito e azeitona são os top de linha. Conseguir abrir um pote de azeitona é uma via sacra, e pior, é toda vez. Abre uma vez, beleza. Fecha... e começa o martírio, pra abrir de novo só com faca. Um horror. Os vidros de requeijão (os que vem em vidro mesmo, pois agora diminuiram a quantidade e colocaram naqueles copos ridículos de plástico) também são outros. Muitos vem com aquele treco de plástico pra facilitar, mas não adianta, tem que futucar com a faca, e lá vai melequeira na pia. Eu não entendo o porquê das empresas não colocarem no mercado embalagens que abrem com mais facilidade. Eu ainda consigo abrir mesmo me esguelando toda, mas fico pensando em quem tem problemas nas articulações, como reumatismo por exemplo.. Não deve conseguir abrir um vidro de azeitona nem por decreto!
Um dia desses comprei um pote de salsichinhas em conserva. Várias vezes já tinha comprado salsichas da mesma marca, e abria o potinho de plástico numa boa. Mas dessa vez acho que a tampa veio colada com super-bonder, ou algo mais potente ainda, pois não consegui abrir de jeito nenhum! A sorte é que eu havia guardado o pote anterior. E como não me dou por vencida, viva a faca:



Consegui passar tudo pro outro pote. Agora, vamos combinar.. É ridículo ter que rasgar a embalagem com uma faca pelo simples fato de não conseguir abrir a dita cuja!

Empresas alimentícias, por favor.. Façam embalagens mais fáceis de abrir. A gente agradeceria imensamente. E pra quem diz que isso não é possível, eu desminto, pois a Hemmer conseguiu. Os vidros de suas conservas são super fáceis de abrir. E conserva direitinho.

domingo, agosto 15, 2010

Festival do Chocolate

Sexta fui ao Festival do Chocolate de Ribeirão Pires. Já é a terceira vez que eu vou nesse festival, e posso dizer que me diverti muito nos anos anteriores. E nesse ano não foi diferente. Além de comer um delicioso pastel, me deliciei nos espetinhos de morango com cobertura de brigadeiro. Ô coisa gostosa. E de quebra, curti o show do Capital Inicial, banda que curto bastante. Já fui em vários shows deles quando eu morava em Santa Catarina. Ano passado eles também se apresentaram no Festival, mas infelizmente não pude ir..
Por ser uma banda que já vi várias vezes, já tinha uma idéia do que esperava, mas confesso que o palco me impressionou bastante. Já fui em muitos shows nacionais, mas pela primeira vez vi um palco tão bem elaborado como esse. E o mais legal é que tinha bastante gente, mas não tava extremamente muvucado como nos outros shows, então eu consegui ver o palco, e não só o telão. Pulei um monte, cantei muito - o que deixou minha garganta em frangalhos coitadinha-. Posso dizer que queimei algumas calorias dos chocolates que comi, o que é ótimo! Fiquei com vontade de ir em outro show deles. Vamos ver quando. Aliás, além do palco estar ótimo, o clima também estava, um ventinho gelado que não deixava a gente ficar suando que nem porcos.. Muuuuito bom! A única coisa chata foi o atraso de uma hora e pouco. Mas tudo bem, todos os shows atrasam né...
E sábado que vem tem mais.. Dessa vez será Jota Quest. Será o primeiro show deles que eu vou, espero que dê pra pular bastante também.

-> Só pra não deixar passar em branco, esse findi está exatamente como eu gosto: frio e nublado ehehehehehe!! <-

quinta-feira, agosto 12, 2010

Leite e lembranças...

Estava lendo notícias na net, e parei no site do DFTV. Lá tinha uma reportagem sobre os diferentes tipos de leite. Eu nem sabia que ainda vendiam leite em saquinhos, talvez por não curtir muito leite [na verdade eu detesto], então nem prestei mais atenção. Há anos compramos leite longa-vida desnatado [o único que eu consigo tomar com achocolatado, puro nem pensar], pela praticidade. Primeiro que o cheiro do leite fervendo me dá vontade de vomitar, e segundo que ferver leite é uma das tarefas mais ingratas que existe. Você pode ficar meia hora olhando fixamente pra ele, mas no momento que vc pisca, boceja, espirra, ou simplesmente olha pro lado, o maldito sobe e faz aquela c*gada no fogão. E ao ver essa reportagem, foi exatamente disso que eu lembrei.
Eu sou da era pré-leite longa-vida. Só existiam leites de saquinhos, e quando surgiram os de caixinha eram muito caros ainda. Então, meus pais compravam o bendito leite em saquinho, e ao abrir, fervíamos o dito cujo. Dizia minha mãe que era pra aumentar a durabilidade, pois aqueles saquinhos e nada eram a mesma coisa, ou seja, não conservavam bulhufas nenhuma. E praticamente todo dia era a mesma tragédia. Um segundo de distração, e lá vai o leite transbordando e inundando o pobre do fogão.
Depois de tanto limpar fogão borrado, minha mãe cansou e comprou uma daquelas leiteiras com apito. Nossos problemas finalmente acabaram! Quando o leite ferve, o treco apita e ficava tudo lindo! Podíamos nos distrair, conversar, boiar.. Só que tinha um porém: aquele apito era uma desgraça, e pior, mesmo depois de desligar ainda ficava apitando. E o mais engraçado é que naquela época foi uma febre as tais leiteiras com apito, todo mundo tinha, e sem zueira, a rua inteira apitava. Sabíamos quando alguém estava fervendo leite, e obviamente os vizinhos sabiam quando nós estávamos fervendo também!
Enfim, pelas minhas vagas lembranças, a leiteira foi aposentada logo, pois aquele 'piiiiiiiiiiiiiiiiiii' era triste. Ainda bem que logo depois os leites em caixinha começaram a ser mais divulgados, e o preço caiu. Ufa! E viva o leite longa-vida!

domingo, agosto 08, 2010

Doação de medula óssea é coisa séria.

Quando a gente decide ser doador voluntário de medula óssea, temos que estar cientes de que poderemos ser chamados a qualquer momento para exames de compatibilidade. Manter o cadastro atualizado é importantíssimo, mas infelizmente tem gente que não leva isso a sério, o que é muito triste. O que poderia ser uma chance pra pessoas portadoras de doenças no sangue torna-se um sonho pra lá de distante, pois muitos vão lá, se cadastram, e simplesmente se esquecem de atualizar os dados em caso de mudança de endereço ou telefone. Ou pior ainda, acham uma pessoa compatível mas ela desiste por medo.
Se for pra ficar com medo, melhor que nem se cadastre. Deve ser frustrante pro paciente saber que alguém compatível apareceu, mas deu pra trás. Aliás, não entendo o medo, visto que é um procedimento simples, e de rápida recuperação. Se for doação por aférese o máximo que ocorrerá será sintomas parecidos com uma gripe, nada sério. Se for por punção na bacia, o máximo que vai acontecer é ficar com a área dolorida por alguns dias. Afinal de contas, o que é pior, uma punção na bacia e ficar com uma dorzinha incômoda por um tempinho e logo estar 100%, ou estar preso em uma cama de hospital sem poder fazer nada a não ser esperar por um doador compatível?
Vamos colocar a mão na consciência. Ser doador voluntário de medula óssea é coisa séria. Pensem bem antes de se cadastrar, e caso decidam, não se esqueçam de manter o cadastro atualizado. A vida de alguém um dia poderá ser salva por isso.

quinta-feira, agosto 05, 2010

E o Google Wave não deu certo..

Já tinha até me esquecido da existência do Google Wave, quando me deparei com esse link: Google anuncia fim do Wave, serviço que prometia 'matar' o e-mail. Na verdade em vez dele matar o email, ele matou foi minha paciência. As poucas vezes que usei era uma lerdeza, e uma boiação total. Sinceramente nada daquilo fazia sentido pra mim.
Até hoje não entendi o real motivo, e todo o fru fru em torno dele. Pra mim era algo super lerdo e sem muita utilidade. Enfim, a idéia pode ter sido interessante, mas não deu certo. Já vai tarde.