segunda-feira, julho 25, 2011

:)

É, eu sei que sumi. Desculpem-me. O que acontece é que ando em um momento de reflexão na minha vida. Sabe aquelas coisas.. Onde acertei, onde errei.. E a inspiração para postar no blog infelizmente anda perdida por aí. Mas logo logo isso vai passar, e em breve voltarei com os posts. Não abandonarei meu blog não. Somente dei um tempo para colocar as idéias no lugar...

Agradeço a compreensão.

quinta-feira, julho 07, 2011

Viagem durante o feriado de Corpus Christi - Última parte.

Antes de viajarmos, já tínhamos combinado de sábado irmos até Foz do Iguaçu, para visitar as cataratas. Estava tudo dando tão certo, mas.. Murphy resolveu aparecer e... Mandou chuva! E não foi pouca chuva. Foi um mega temporal, que caiu durante a madrugada inteira. Acordamos de manhã, e estava um tempo pra lá de cagado. Mas decidimos ir assim mesmo, pelo menos pra conhecer a cidade, já que o Vander nunca tinha estado lá. Quando saímos do hotel a chuva já tinha parado, e estava uma garoa fina. E lá fomos pro festival de buracos de novo. Dessa vez o GPS não avacalhou (tanto) com a gente. Mas durante a viagem do nada aparecia uma pancada de chuva que não dava pra enxergar um palmo a frente do nariz. Já tínhamos desistido de vez de irmos ao parque, porque com aquela chuva seria impossível fazer alguma coisa. Chegamos na cidade e fomos direto almoçar, pois já eram 14 horas, e por causa daquela chuva levamos mais tempo do que deveríamos. Almoçamos.. E já que estávamos lá, e a chuva tinha dado uma trégua, fomos visitar o Marco das Três Fronteiras. Pelo menos em algum lugar a gente tinha que ir. Ao contrário do dia que eu fui com a minha mãe, a lojinha estava aberta! Ganhei uma camiseta e comprei um imã de geladeira. Bom, muito bom! :D



Ficamos um tempo lá boiando... Reparei que ao contrário dos outros dias, estava mais frio. Não aquele friozão, mas já dava pra colocar uma blusa de lã fina. Depois de ficarmos um tempo por lá, voltamos pra estrada, pois não queríamos chegar muito tarde em Dionísio Cerqueira. Até então estava tranquila a viagem, com um pouco de chuva. Mas quando chegamos na pior parte da estrada, de repente caiu um noitão e veio uma chuva.. Mas uma chuva.. Não dava pra enxergar absolutamente nada na frente! E pra piorar, alguns trechos estava com chuva + neblina! Eu nunca tinha visto isso na minha vida. Conclusão: demoramos a chegar no hotel, e ninguém mais aguentava aquela estrada horrenda com aquele tempo pra lá de borrado! Depois desse retorno tenebroso chegamos! Vivos.. Ufa! Parecia um pesadelo que não terminava nunca...

A madrugada foi de chuva..Muita chuva. Eu dormia, acordava... E esfriou! Parece que foi pra dizer tchau pra gente. Esfriou demais! Acordamos no dia seguinte, e fui na varanda do hotel ver como estava o tempo. Muita, mas muita neblina! Tudo bem, eu amo neblina,confesso! Mas aquela chuva foi de matar! Ainda bem que tinha parado..



Tomamos café, nos arrumamos e saímos. Na rua estava mais congelante ainda! Passamos por um relógio e consegui registrar a temperatura às 9 da manhã:



Quatro graus na temperatura, mas com certeza com aquele vento de trincar o cérebro, a sensação térmica devia ser de uns 10 negativos.

A viagem de volta para Chapecó foi tranquila. Não choveu! A estrada estava tranquila, e não tinha praticamente trânsito nenhum. Chegamos no aeroporto, comemos algo, entregamos o carro, pegamos um táxi e fomos para a rodoviária. Sim, rodoviária, pois eu me recusei a pagar 900 reais em uma passagem de volta para São Paulo. Se isso é cobrar barato por passagem de avião... Por outro lado estava empolgada com a possibilidade de fazer uma viagem a longa distância de ônibus. Ê que delícia! 14 horinhas de busão, dormindo que nem um anjinho! Ônibus leito, super confortável, uma delícia! E chegamos em São Paulo às 6:30 da manhã... E de cara já pegamos a primeira fila: para pegar a escada rolante.. E viva Sampa!

E assim termina mais uma aventura pelos lugares mais distantes deste Brasil. Qual é o próximo destino? Campos do Jordão, e talvez, Mogi Mirim. Tudo aqui pertinho. Até me recuperar financeiramente desta viagem, e poder planejar a próxima.. Quem sabe pro Acre?

segunda-feira, julho 04, 2011

Viagem durante o feriado de Corpus Christi - Terceira parte.

Acordamos cedo, tomamos café, e lá fomos pro estacionamento pegar nosso companheiro de viagem para irmos a Cascavel. Sempre tive vontade de conhecer lá, e aproveitei a proximidade.
Entramos no carro e.. Simplesmente não ligava. Cara de paisagem total. Tinha combustível, e até o dia anterior estava funcionando normalmente. Depois de uma ligação pra Hertz e de alguns minutos esperando, descobrimos o porquê: o GPS burro do carro achou que estávamos.. na Argentina! Hein? Pois é... Como o hotel era muito próximo à fronteira, o carro foi bloqueado por causa daquele troço. Isso que ontem tínhamos passado do lado da fronteira com o carro, estacionamos, ligamos, e ele funcionou perfeitamente. Dá pra acreditar? Pois é, tecnologia tem hora que mais atrapalha do que ajuda. Nessa brincadeira acabamos perdendo uma hora. Eu fico muito irritada quando perco tempo. Não ligo de viajar 15 horas em um ônibus, mas sei que estou andando. Mas ficar parada jogando tempo fora, principalmente quando estou viajando é algo chato pra dedéu.
Enfim, resolvido o pepino do GPS burro da locadora, lá fomos nós. Usando o nosso próprio GPS, que vira volta ficava burro também, ele mandou a gente entrar em uma estradinha que dava pra uma cidade de nome muito simpático:



Adoro os nomes dessas cidades! E pra variar, a estrada ligava nada a lugar nenhum. Aloás, ligava uma buraqueira que só até essa cidade, e... como se chegava em Cascavel por lá? A estrada terminava em uma plantação de sabe Deus o quê!
Voltamos tudo de novo e pegamos o caminho que conhecíamos um pouco.. Bom, pelas placas, estávamos no caminho certo. E viva as placas!



No meio do caminho vimos uma placa escrito ''mirante''. Resolvemos entrar na rua e fomos seguindo.. seguindo.. Queríamos ver o tal mirante. Só que o mirante nada mais era que uma pedra escondida do nada, o que fez com que passássemos direto e fôssemos parar láaáááá no meio do matão total! Voltamos tudo de novo, e passamos direto de novo ahahahaha!! Até que um carinha lá deixou a gente entrar no terreno da casa dele pra tirar uma foto do rio...



Depois do ''mirante'', seguimos viagem.. Passamos por Santa Lúcia e Lindoeste, duas cidadezinhas daquelas que a estrada passa pelo meio.

É Santa sim, mas o ''S'' tinha caído.. rs



Mais um pouco pra frente e finalmente chegamos em Cascavel. Depois de tanta cidadezinha, como é bom entrar em uma cidade maior.. Paramos o carro em um estacionamento e fomos andar pela cidade. Como chegamos tarde, fomos direto almoçar, pois o estômago estava nas costas. E olhem só que legal, o restaurante que paramos era muito bom, as pessoas super receptivas e... tinha Coca-cola de 600ml em garrafa de vidro! Pra mim essa era totalmente nova! Que delícia!



Depois do almoço, andamos por ali para explorar mais o centro. E achei esse cartaz curioso colado em um orelhão:

Desespero ou retardo mental mesmo? hahahahahaha!!

Depois do passeio, pegamos o carro e fomos conhecer Céu Azul. Outra cidade de nome simpático.



A cidade é minúscula, e cheia de casarões. Aliás, o território é grande, mas a cidade em si é pequenininha. E as placas das ruas eram muito curiosas:

Legal né?

Passamos por lá, e dali resolvemos voltar para Dionísio Cerqueira. Colocamos o GPS pra traçar a rota e lá fomos nós. Sò que, eu me esqueço de que GPS podem ser toscos. Estávamos quase chegando em Foz do Iguaçu, e de repente ele manda a gente entrar em umas ruas bizarras e a gente vivia saindo em uma rotatória bizarra. Conclusão: voltamos para Cascavel. Aproveitamos e jantamos por lá mesmo. E dali, voltamos para Dionísio Cerqueira.

Chegamos podres no hotel, e fomos dormir logo. Pois no dia seguinte iríamos até Foz..

Em breve, cenas do próximo capítulo. o/

sexta-feira, julho 01, 2011

Viagem durante o feriado de Corpus Christi - Segunda parte.

Depois de voltarmos da Argentina e almoçarmos, pegamos o carro e resolvemos dar umas voltas pelas cidades da redondeza. Sempre ouvi falar de Santo Antônio do Sudoeste e Pranchita, e como estávamos lá perto, resolvemos pegar o carro e ir até lá. Aí que começou o martírio das estradas bizarras. Na verdade nem consigo chamar aquilo de estrada, e sim de colcha de buracos. Lá fomos nós seguindo, e no meio do caminho tinha um local que servia café colonial. Infelizmente tínhamos acabado de almoçar, mas paramos pra tomar um café. Chegamos lá, pedi pra moça servir um café pra gente, e ela me veio com duas xícaras enormes e uma garrafa térmica (!!!) cheinha. Uau! Altos self-service! Pena que íamos pegar estrada depois, se não eu tomava mais. Me contentei com uma xícara enorme. E não resisti em comprar um brigadeirão.



Olhando assim pela foto parece que os brigadeiros não são tão grandes assim, mas não se iludam. Eles eram enooooooooooooormes... Mal cabiam na minha mão direito. E nossa, que delícia! O verdadeiro brigadeiro, feito com leite condensado, e não aqueles de padaria toscos feitos de Moça [argh] Fiesta.

O lugar tinha essa simpática plantação de alface. Lembrou os meus tempos de casa grande com terrenão!

Fomos seguindo estrada adentro...

Infelizmente não tivemos tempo de irmos até a divisa com o Mato Grosso :(

E chegamos em Santo Antônio do Sudoeste. Como era feriado, quinta-feira, não tinha absolutamente nada aberto. Cidade pequena é isso aí. Mas eu a achei ajeitadinha. Pelo que me falavam tinha uma impressão de que era uma cidade mais largada, mas que nada. O centro é uma graça. Praça bem cuidada, limpa.. Enfim, uma cidade agradável.

Poético nome.. ehehehe

Rotatória interessante.

Andamos um pouco por lá, e resolvemos ir até a cidade mais próxima: Pranchita. Essa é outra que já tinha ouvido falar, e sempre achei o nome muito engraçado.



A cidade é minúscula, e claro, tudo fechado também. Demos uma volta no carro mesmo, e partimos pra próxima cidade. Pérola D'Oeste. Também já tinha ouvido falar, e pelo nome, achei que era uma cidade interessante.



Digamos que.. Decepcionei-me. Na verdade a impressão que eu tive é de que tiraram as pérolas e sobraram os buracos. Ou melhor, crateras. Até a rua da praça central é cheia de buracos. Bom, pelo menos posso dizer que conheci ehehehe...

Até o próximo capítulo!