sexta-feira, julho 31, 2009

Manias na internet

Desde que uso a internet, lá pra meados de 96, vivi várias febres. Comecei com o Chat do UOL, que na época era onde praticamente todo mundo se encontrava. Numa época em que não existia msn, ICQ tava começando, o UOL supria as necessidades de todo mundo pra fazer amigos e falar muita besteira. Frequentei o chat deles até 98, quando, já com a galera virtual formada e passando pro ICQ, resolvi migrar pro IRC. Isso foi em 98. No começo me senti meio deslocada, mas logo comecei a conhecer várias pessoas legais, e por fim fui convidada por um amigo para fazer parte do canal dele, que mais pra frente, acabei assumindo. Esse era o #canal_da_galera. Muitas pessoas que mantenho contato até hoje frequentaram esse canal, e passei altas madrugadas falando muitas besteiras e rindo um monte. Também foi a partir daí que comecei a viajar pra conhecer o pessoal. Algumas dessas pessoas mantenho contato até hoje, embora a maioria infelizmente perdi contato, ou só tenho como uma cara adicionada no orkut.

O tempo passou, a internet mudou, e os chats não são mais tão famosos assim. Com a febre de msn e orkut, a internet se tornou algo mais individualista, e as galeras virtuais praticamente desapareceram.

Depois de ficar um tempão navegando pelas bizarrices do orkut, acabei finalmente fazendo meu cadastro no Twitter. Claro que no começo fiquei totalmente boiando, mas logo logo já peguei o jeito. E aos poucos, comecei a interagir com pessoas novamente, não me limitando somente às pessoas que havia conhecido há anos atrás. E nesse meio tempo veio o blip.fm. Há alguns meses atrás, lendo o blog da Julis, vi um post sobre esse blip. Fiquei de olhar, mas acabei nem lembrando mais. Eis que, um outro amigo, sem querer, me mandou um convite pro blip, e acabei aceitando. Fiz o cadastro, boiei muuuuuuuuuuito e até deixei um pouco de lado. Pra quem não sabe, o blip.fm é uma espécie de twitter da música. Vc escolhe uma música, escreve algo e manda. Falando assim parece sem graça, e confesso que no começo eu também achei, mas com o tempo fui me empolgando, e hoje sou capaz de passar algumas horas na frente do computador blipando músicas. O legal também é poder interagir com as pessoas, mandar músicas pra elas, e elas te mandam músicas de volta. Eu, que adoro música, acho que não tem coisa melhor em interagir com pessoas através dela. E assim, as horas vão passando e eu nem percebo. Não sei até quando eu vou ficar nessa, mas sei que estou me divertindo muito. E conheci pessoas muito legais por lá também.

Vamos ver qual será minha próxima mania da internet quando essa passar...

Photobucket

terça-feira, julho 28, 2009

A Saga da antena externa.



Estava eu e uma amiga conversando no msn sobre Televisão, programas novos, antigos, e bla bla bla. Eis que surgiu o papo sobre como era terrível morar em um lugar que venta muito e usar antena externa pra poder assistir TV.

Não tive como não lembrar de quando eu morava numa casa enorme lá em Blumenau. Tínhamos uma TV com aquela antena horrível pequenininha, com direito a bombril na ponta e tudo. Eis que um belo dia, meu pai resolveu comprar uma antena externa! OH! Foi o ápice da alegria, poder assistir TV com uma imagem linda (pros padões da época). Só tinha um probleminha: o vento. Nossa casa era a última de uma ladeira, e consequentemente canalizava todo o vento ali. E claro que a pobre antena ficava rebolando pra lá e pra cá, e a imagem ficava aquela maravilha! Aí vinha a saga: ajeitar a antena. O quarto de televisão ficava em um lado da casa, e a antena ficava no outro. Aí que entra a saga. Alguém tinha que ir lá fora mexer, e outra pessoa ficava lá dentro gritando. ''TÁ BOM!!''. Geralmente quem mexia era minha mãe, e quem gritava era eu. Imaginem a cena tosca³. E pior: muitas vezes ficava linda a imagem, quando ela acabava de entrar... vinha uma brisa e poin! Lá vai a imagem ficar uma meleca de novo. Confesso que me divertia com a situação. Há um tempo atrás, quando ainda morava na mesma casa, a conexão deu problema, e eu resolvi desenterrar minhas fitas VHS. Comecei a assistir, lembrei exatamente daquela época. Achei até umas mega pérolas como Inimigos do Rei no Faustão (!!!), e com aquela imagem toda cheia de chuviscos, fantasma, tremidas e etc. E dizer que naquela época isso era o máximo.

E viva a TV a cabo!

segunda-feira, julho 27, 2009

Pimenta no fiofó do outro é refresco.

O ser humano é conhecido pela sua capacidade de adaptação perante aos problemas que aparecem. Talvez seja por essa vantagem que sobrevivemos até hoje (e ajudamos a ferrar com o Planeta Terra, mas isso é assunto pra outro post).

Numa cidade do tamanho de São Paulo, infelizmente o transporte público deixa a desejar. Dependendo da região em que a pessoa mora, pegar 3, ou até mesmo 4 conduções por dia para ir ao trabalho, torna-se um fardo. Quem mora perto de estações de metrô, ainda tem uma mobilidade maior, mas dependendo do local de trabalho, muitas vezes de difícil acesso por transporte público, também pasta. Infelizmente, todos esses anos que se passaram, o transporte indidividual foi priorizado, fazendo com que a cidade praticamente parasse em horário de pico. Foi aí que entrou a capacidade de adaptação de alguns seres humanos inteligentes, que resolveram optar por um tipo de transporte de certa forma coletivo e confortável: o fretado. Afinal, mil vezes melhor pagar uma quantia mensal, pegar um ônibus confortável, que tem capacidade para 40 pessoas aproximadamente, e parar perto do local de trabalho não é? Além do que, quanto mais gente utilizando fretados, menos carros nas ruas.

Tava tudo muito bom, tudo muito bem, eis que a prefeitura acabou com a alegria deles. Agora, fretado não pode entrar em determinada área da cidade, justamente onde fica a maior parte dos postos de trabalho. Eles só podem chegar até estações de metrô - já lotadas, e terminais de ônibus, igualmente lotados ao extremo. Aí, acontecem aberrações como fretados parando em frente de garagens de prédio, atrapalhando a vida de muita gente, além da óbvia super lotação do já saturado transporte público. Mas o pior está por vir. É claro que a maioria dessas pessoas não vão pegar transporte público. Elas vão de que? CARRO! É claro! Saem os fretados, que carregam 40 pessoas, e entram aproximadamente 40 carros a mais nas ruas.

Não seria mais fácil disponibilizarem de pontos de ônibus exclusivos para fretados dentro da tal área que foi restrita? Nããããoo!! Pra prefeitura é melhor proibir de vez. Claro que os digníssimos políticos não andam de transporte público. Aliás, nem de carro eles andam, andam é de helicóptero. Então, pra eles é super fácil restringir qualquer tentativa de trabalhadores chegarem nos seus trabalhos na hora, já que ''não é o meu que tá na reta''.

É vergonhoso isso!!

sábado, julho 25, 2009

Refris Lacrados.

Não é segredo pra praticamente ninguém que me conhece há tempos e que lê meu blog há tempos que eu sou viciada em Coca-Cola. Adoro mesmo, e assumo, não vivo sem minha Coca-Cola diária.

Lembro quando eu era criança, comprávamos refrigerantes em vidro, que chamávamos de casco. Comprávamos o vídro uma vez só, e depois trocávamos os vazios pelos cheios. E abrir era super fácil, bastava pegar o abridor e pof. A tampinha saía rapidinho. Depois vieram as garrafas pet, e com elas algumas premiadas. Certas garrafas pet são praticamente impossíveis de abrir. Acho que nem o He-Man consegue, se bobear. E hoje aconteceu exatamente isso. Eu seca pra tomar uma Coca-Cola geladinha, e a única garrafa gelada na geladeira... Quem consegue abrir? Eu quase esfolei minha mão, minha mãe também, e nem meu avô conseguiu.

Mas eu não me dou por vencida. Furei a garrafa. E agora estou aqui feliz com meu copinho de Coca!

segunda-feira, julho 20, 2009

Pelo fim da ditadura das gravadoras.

Até a década de 90, dependíamos das gravadoras para definir o que iríamos escutar. Quem morava longe do eixo Rio - São Paulo então, tinha menos opções ainda. Bandas que nem eram divulgadas no Brasil passavam despercebidas por aí, e nós continuávamos sem conhecer. Bandas brasileiras talentosas, mas por não ter grana pro jabá nas rádios, ficavam de fora. Eis que chegou a internet. Com ela, veio o programa que iria revolucionar nossa maneira de ouvir música: o Napster. As gravadoras chiaram, deram xiliques, berraram, protestaram... Conseguiram o que queriam: fecharam o Napster. Mas o estrago já estava feito. É praticamente impossível controlar a internet, e logo surgiram outros programas: Kazaa, AudioGalaxy, WinMX, Soulseek, emule, e etc. Isso sem contar as comunidades no orkut que disponibilizam músicas por aí. Fecham um, aparecem 10. E assim vai indo. O que a internet fez foi democratizar o conhecimento. Foi através dela que descobri bandas que até então nem eram divulgadas no Brasil, e passei a gostar delas. Desde então, parei de comprar CDS, me limitando a comprar apenas DVDs, e muito bem selecionados (originais, que fique bem claro). Agora, as gravadoras não mandam no meu gosto musical, eu escolho o que eu quero ouvir, e conforme vou conhecendo bandas novas, vou aos seus shows se tenho oportunidade. Infelizmente as gravadoras ainda não se tocaram que o modelo de negócio atual é ultrapassado, e continua perseguindo programas e pessoas alegando pirataria. Ora bolas, o que é mais interessante pro artista? 300 mil pessoas que baixaram suas músicas gratuitamente na internet pagando pra ir nos seus shows, ou 5 mil pessoas que compraram o CD indo no show? Acredito que o artista do futuro ganhará a vida assim: disponibilizando sua música gratuitamente, e ganhando muito dinheiro com merchandising e apresentações.
Acredito que ao invés de ficarem criminalizando quem baixa músicas na internet sem ter nenhum ganho financeiro com isso, deveriam é combater a verdadeira pirataria. Aqui perto de casa mesmo, tem várias barraquinhas vendendo zilhões de CDs piratas, e ninguém nunca fez nada. A polícia passa em frente e nem tchum. Esses camelôs sim estão ganhando dinheiro em cima da obra alheia, e esses devem ser combatidos.

Mas existe muita vida inteligente por aí. E muitos artistas já viram o quão importante é divulgar suas músicas na internet, e o peso que isso tem. Com base nisso, o cantor Leoni teve a iniciativa de criar o manifesto MPB - Música para baixar. A idéia é exatamente essa: democratizar o mundo da música e flexibilizar as leis para que as pessoas tenham a liberdade de baixar músicas para fins domésticos, sem envolver lucro. E eu achei muito interessante, e nem preciso dizer que já assinei. Deixo aqui o link para quem é a favor dessa causa, basta clicar aqui

Chega de jabá. Chega da ditatura musical. Quero ter a liberdade de escutar o que eu quiser na minha casa, afinal, não estou ganhando nada com isso em termos financeiros. Meu único ganho, é o conhecimento. E isso nenhum dinheiro compra.

* Esse post foi inspirado a partir do blog Controversas & Pitorescas

domingo, julho 19, 2009

O que que seria da vida se não fossem os momentos boias?

Agora pouco cheguei em casa, liguei o computador, e liguei o Tweetdeck, que é um programinha bem bacana pra usar o Twitter sem precisar usar a web. Eis que me deparo com o avatar da Srta Lua:



Fiquei um tempão contemplando aquele desenho minúsculo no canto direito do avatar dela.. Eis que uma hora, de tanto boiar olhando praquilo, comecei a achar que era uma alface. Achei que era algum protesto contra vegans fanáticos, ou coisa do gênero.

Eis que, ao descer a tela, me deparei com o Fábio, outro amigo meu usando o mesmo símbolo:



Poxa, aí que minha cabeça deu nó.. Os dois estão protestando contra o que? Aí... tive a revelação divina! Resolvi olhar bem perto do monitor, e finalmente reconheci o símbolo do Iexplorer! Simm, não tem nada a ver com alface, e sim um símbolo para abandonar o IExplorer! Isso não é lindo?

Nem preciso dizer que fiquei rindo que nem uma retardada aqui sozinha!

Mas aproveito a deixa pra entrar na onda. Deixem o iexplorer pra lá, esse navegador é uma nhaca, o Firefox e o Chrome dão um banho, além de ser bem mais seguros, leves e ágeis. Fica a dica.

Ah, e pra quem quer baixar o Tweetdeck, é só clicar aqui

Boa semana a todos!

quinta-feira, julho 16, 2009

Nada como morar onde você realmente quer



Muita gente me chama de maluca por ter trocado Blumenau, em Santa Catarina pela loucura de São Paulo. Mas nunca foi segredo pra ninguém que nunca gostei de morar lá, e sempre tive vontade de morar aqui. Na verdade, não tem coisa pior que vc morar em um local na qual você não se identifica. Por isso eu entendo certas amigas quando dizem que querem sair dos locais em que moram para ir morar em outro lugar. Nada como morar onde você ama. E sim, eu amo São Paulo. Apesar de todos os defeitos que essa cidade tem, sempre me identifiquei com ela, sabe Deus o motivo disso. Além do que, todas as facilidades e opções que se encontram por aqui já pesam mais na balança pra mim. Todas as vezes que eu vinha pra cá e tinha que voltar, ficava numa fossa federal. Mas agora, finalmente estou aqui, e só saio morta. E olhe lá.
Hoje faz um ano que eu me mudei pra cá! Parece que foi ontem que entrei no meu apartamento e me deparei com essa cena linda:



Agora a sala está vazia, a espera dos móveis que compramos. A comemoração será sábado, no festival do chocolate em Ribeirão Pires, cercada de pessoas que considero muito! Nem a chuva vai estragar esse dia - apesar de eu ainda ter esperança que não vai chover!.

Que venham mais vários anos para comemorar \o/

terça-feira, julho 14, 2009

Qual o motivo de existir regiões diferentes nos DVDs?

Essa é uma pergunta que eu me faço até hoje. Na verdade, comecei a me interessar por DVDs há pouco tempo. Em 2001 meu pai comprou nosso primeiro aparelho de DVD. Na época não dei bola, e passei anos sem nem saber mexer no dito cujo. Fui usá-lo um pouco antes de me mudar de Blumenau pra São Paulo, e acabamos doando ele pra um casal de amigos, pois aqui a tensão é 110V, e lá 220V. Chegando aqui, compramos outro aparelho, que ficou quase um ano mofando por falta de uso. Eis que, de repente, comecei a usá-lo assistindo os DVDs que eram do meu pai. E aos poucos comecei a comprar uns. O problema é que definitivamente eu não tenho saco de assistir nada no computador. Na verdade eu detesto fazer qualquer coisa no computador que me limite. Uso a internet pra fazer mil coisas ao mesmo tempo: teclar com o pessoal no msn, twitar, mandar músicas no blip.fm, procurar músicas no soulseek, navegar por vários sites.. Tudo ao mesmo tempo. Esse é um dos motivos na qual eu não me adaptei ao skype. Não adianta, não gosto de ficar falando e não poder fazer nada. Computador pra mim é sinônimo de mil atividades ao mesmo tempo...
Então, para assistir qualquer coisa, prefiro sentar na frente da TV. E como eu curto vídeos e shows, nada como bons DVDs não é? Tenho alguns aqui comigo, e em vez em quando pego uns ofertões legais no Americanas.com, e no Submarino. Se antes eu praticamente só comprava livros na internet, agora estou começando a comprar alguns DVDs também.

Mas ainda tem uma coisa que me incomoda. Hoje num mundo globalizado, com a internet aí arrancando os cabelos dos diretores de gravadoras e artistas, é inadmissível que exista o tal bloqueio de regiões nos DVDs. Tudo bem que existem DVDs de região 0, que tocam no mundo todo, mas ainda existem vários que tem a tal trava de região. Isto quer dizer que, um DVD feito pra rodar na região 1, esquece... não roda na região 4. Na verdade quando comprei nosso DVD player aqui em SP, nem me toquei disso, eis que hoje, constato com tristeza que nosso DVD é programado pra região 4. Sinceramente, achei que todos os DVD players hoje em dia eram programados para todas as regiões, nada mais normal na minha cabeça para um mundo cheio de tecnologia e globalizado. Estava redondamente enganada. Eu sinceramente gostaria de saber o sentido de tudo isso. Uns falam que é pra evitar pirataria. Bom, se for por isso mesmo, está mais do que claro que isso não está adiantando nada, tanto que a pirataria tá aí rolando livre, leve e solta.

Será que alguém entendido no assunto pode explicar o motivo disso? Ou serã que não tem motivo? (como muitas coisas por aí?)

segunda-feira, julho 13, 2009

Hoje é o dia internacional do Rock!

Esse estilo tão irreverente, que marcou minha infância. Meu pai era um grande fã de vários estilos de rock, o que fez com que eu crescesse escutando, e gostando. Cresci ao som de Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones, Eric Clapton, The Who, Queen dentre outras várias bandas e cantores da época. Não tem como não ouvir essas músicas e não lembrar dos bons tempos da minha infância...

Por mais que surjam vários estilos musicais, o Rock sempre será Rock! E todas essas bandas citadas acima sempre terão sua importância no mundo da música, não importe quanto tempo passe, afinal de contas, tem música que definitivamente não fica velha. E queira ou não, o novo sempre acaba remetendo ao antigo, aos criadores, a quem inovou numa época em que não existia tecnologia, nem as facilidades de hoje em dia.

Vida longa ao Rock!

Deixo aqui esse vídeo do Pink Floyd - Time. Uma das que mais marcaram minha infância.

sábado, julho 11, 2009

Tempo ótimo.... Pra ficar em casa.

Fiquei mofando em casa dois fins de semana seguidos. Tanto um, quanto o outro, o tempo estava ótimo. Mas eu realmente estava empolgadíssima pra esse fim de semana. Tinha tudo pra ser um ótimo sábado, pois tinha combinado com a galera de irmos no Festival de Inverno de Paranapiacaba.

Estava tudo combinado, lindo e maravilhoso, eis que acordo hoje com barulho de chuva. Não era uma chuvinha simples, era um chuvão fenomenal! Conclusão: meu passeio melou. Que droga. Da-lhe Murphy!

Pelo menos uma coisa boa: o DVD do Pet Shop Boys que eu comprei no Submarino chegou hoje.



Yuhu!! Vou deixar pra assistir amanhã, já que domingo é um dia horrendo na TV, e hoje a noite tem Let's Dance na VH1.

Espero que o fim de semana que vem seja melhor... Vamos torcer!

quarta-feira, julho 08, 2009

Youtube e suas pérolas fantásticas!

Bom, depois de dois posts revoltados, aqui vai algo para vocês darem risada. Já viram a dança da camisinha indiana? Pois é, eu também nunca tinha visto, até que ela me veio com esse vídeo divertidíssimo:



Acho que dispensa qualquer comentário né.. Assistam e divirtam-se!

terça-feira, julho 07, 2009

É assim que a civilizada Inglaterra enxerga não só o Brasil, mas o resto do mundo:

290 toneladas de lixo vindas da Inglaterra estão isoladas em porto de SP

Os contêineres com 290 toneladas de lixo que foram encontrados no Porto de Santos, a 72 km de São Paulo, estavam, no final da manhã desta terça-feira (7), isolados num terminal de cargas no Guarujá, a 86 km da capital paulista. A carga deve embarcar de volta para Inglaterra no mesmo navio em que foi trazida para o Brasil

A carga de 16 contêineres foi descoberta no Porto de Santos, vinda da Europa. Ela teria saído de um porto na Inglaterra em fevereiro. O material chegou registrado como produto para reciclagem, mas se tratava de lixo comum.

O Ibama soube da carga por meio de uma denúncia do Porto do Rio Grande (RS) porque foi descoberta um material semelhante lá. O Ibama foi verificar outra carga da mesma empresa que foi enviada para o Porto de Santos. Nos contêineres os fiscais do Ibama encontraram restos de alimento, peças de computador, travesseiros velhos, embalagens vazias de produtos de limpeza.

O Ibama diz que a importadora e a transportadora vão ser multadas em R$ 150 mil cada uma. O lixo vai ter que ser mandado de volta para a Inglaterra em, no máximo, dez dias.

É isso mesmo, somos o lixão do mundo pra eles. Não só o Brasil, mas também a África e outros países asiáticos. Servimos para mão de obra barata e lixão.

Espero que essa empresa seja realmente punida, e que esse lixo volte o mais rápido possível pra lá. Nosso país pode ter um zilhão de defeitos, mas nada justifica nenhum país estrangeiro usá-lo como depósito de lixo. Eles que se virem pra dar jeito no lixo deles. Não são tão civilizados assim? Gente civilizada, que eu saiba, tem consciência em reciclagem, e etc (coisa que eu não vi na casa onde eu fiquei quando estive em Oxford, a mulher misturava tudo e simplesmente botava lá na frente pro lixo comum pegar).

Eu sei que generalizar é errado, mas não consigo conter minha revolta ao ler tamanho absurdo. Portanto, é melhor eu parar por aqui, antes que seja taxada de adjetivos nada agradáveis.

Fui.

domingo, julho 05, 2009

Até onde vão as pessoas pra arrancar dinheiro da gente.

Sou assinante do Estadão nos fins de semana, e hoje, ao receber meu jornal e ler essa notícia, fiquei estarrecida.

Direito autoral cobrado agora ''no varejo''

Pois é. Agora, não podemos tocar música em lugar nenhum. Nem em casamentos, nem no consultório médico. De acordo com os ladrões do ECAD, não podemos nem deixar a TV ligada em um estabelecimento comercial, mesmo que seja só noticiários, pois de acordo com eles, eles teriam que pagar pelas vinhetas (!!!). Gente, o que é isso?
Uma coisa é o proprietário de uma casa noturna, bar, ou qualquer lugar em que se tenha lucro com as músicas que tocam, seja ao vivo, ou seja no CD. Aí eu concordo plenamente que seja cobrado o direito autoral. Agora, outra coisa é vc ligar a TV no seu salão de beleza, ou ligar um radinho furreco num concultório médico. Onde se está tendo lucro com isso? Quem vai num salão de beleza vai pra cortar cabelo, fazer unha, e não exclusivamente para escutar música!
E o que dizer de casamentos? Que coisa ridícula! Se contratamos uma banda, presume-se que os direitos autorais já estão pagos. Onde já se viu o casal ter que pagar direitos autorais?
Isso é de dar medo. Daqui a pouco não vou nem poder dar uma festa de aniversário na minha casa e tocar música, pois os ladrões do ECAD vão querer me cobrar! Pra mim, isso se resume a uma palavra apenas: estelionato.

Ridículo!

sexta-feira, julho 03, 2009

Será que essa é a solução?

Não é novidade que existe roubalheira no Congresso Nacional. Toda essa roubalheira que está vindo à tona, obviamente ocorre há anos. Nos dias de hoje, o que mais se vê pelo Twitter e pelos blogs afora é o tal movimento ''Fora Sarney'' (ou #forasarney na linguagem do Twitter). Há uma belíssima mobilização virtual. Mas.. e a mobilização real?

O que eu quero dizer é: saindo o Sarney, vai mudar alguma coisa? Porque na minha humilde opinião, não vai mudar nada. Só vem outro ladrão no lugar. Obviamente que não apóio o Sarney, acho que ele é um baita fdp, assim como 99% dos políticos. Mas o que está em questão aqui, nem é isso. É a mentalidade do brasileiro. Não acredito que com a saída do Sarney as coisas mudem. O que tem que mudar é a maneira do brasileiro encarar a vida. Enquanto nós não começarmos a lutar de verdade, e não só virtualmente para melhorar, as coisas continuarão as mesmas. Sai o Sarney, entra outro no lugar que fará a mesmíssima coisa. E tudo ficará a mesma nhaca.

quarta-feira, julho 01, 2009

Pioneiro da música portátil, walkman comemora 30 anos

Foto retirada do G1

Nossa, o Walkman já faz 30 anos. Lembro que por muitos anos ele foi meu companheiro inseparável. Tive 3. O primeiro foi um genérico made in Paraguai, que ganhei de presente de aniversário do meu pai quando eu tinha 12 anos. Foi o que durou por mais tempo. Nem tinha marca, nem nada, mas foi o melhor que eu tive. Nas férias ficava horas na parte de baixo da minha casa, balançando na rede e viajando nas músicas que gravava do rádio. Quando eu tinha 15 anos, minha avó foi visitar meu tio, que naquela época morava em Manaus, e trouxe um direto da Zona Franca. Ele era menorzinho, mais bonitinho, e eu achei um barato! Usei ele por um bom tempo. Mas acabei voltando pro meu antigo, pois ele pifou logo. Depois, tive outro, mas cheguei a usar pouco, pois já na década de 90, o seu substituto - discman - já tinha sido lançado no mercado. Mas mesmo assim, usei o Walkman por um bom tempo até o abandonar, e começar a usar o discman. Esses aparelhinhos portáteis me acompanharam por muito tempo. Agora eu tenho um mp3 portátil da Sony. Não o uso com tanta frequência, mesmo porque o programa que veio com ele não funciona no Windows Vista, e eu tenho preguiça de procurar isso. Acho que até o fim do ano eu procuro...

Infelizmente não os tenho mais. O primeiro tava todo quebrado, e minha mãe acabou jogando fora. E os outros dois acho que tiveram o mesmo fim quando nos mudamos. Me arrependo de não ter tirado foto, pelo menos pra guardar de lembrança...

Ah sim, vale lembrar que ''Walkman'' e ''Discman'' pelo menos no Brasil virou sinônimo de qualquer aparelho portátil que tocasse (fitas e cds).