Domingo, Janeiro 29, 2012

Garfield.

Há algumas sexta-feiras fui me encontrar com o namorado na Livraria Cultura como fazemos toda sexta. Só que naquele dia ele ia sair mais tarde do trabalho, então fiquei rodando lá dentro vendo os livros, eis que me deparo com este:



Dificilmente compro livros em livrarias propriamente ditas. Compro tudo pela internet pela praticidade e também pelos preços que são menores. Mas dessa vez não resisti. Como ia ficar mofando algum tempo por lá ainda, e além do quê, sempre fui super fã do Garfield, não pensei muito: comprei.

Quando era criança, tinha vários livrinhos do Garfield. Sempre me diverti com as tirinhas, mas hoje posso dizer que me divirto mais ainda, pois antes eu não tinha gatos, e agora tenho. E pra completar a viajada, minha mãe arranjou um cachorro, então a diversão ficou mais legal ainda.

Não tem jeito, gatos têm vontade própria. Acho que é isso que eu mais curto nos felinos. Também gosto de cães, já tive vários, e confesso que tenho saudades de ter cães grandes. Mas gatos, por ter vontade própria, conseguem ser divertidíssimos. E quando vejo o Garfield zuando com o Odie não tem como não rir, porque é o quê o Fritz faz com o Freddie. Ou então quando o Odie fica todo bobão abanando o rabo com aquele linguão, e o Garfield fica olhando com aquela cara de 'que anta'. Vira volta é o que acontece por aqui também. Não tem como não rir.

Esse livro foi um achado! Ainda estou na metade, mas tenho certeza que muitas risadas ainda virão.

Quarta-feira, Janeiro 25, 2012

São Paulo - 458 anos.

E minha cidade querida faz 458 anos hoje. É tempo pra caramba se considerarmos que o Brasil é um país jovem.

Dia 16 de julho vão fazer 4 anos que estou morando aqui. Parece que foi ontem a mudança. Como o tempo voa. Também me lembro dos 450 anos de São Paulo. Eu estava aqui na época. E fui embora triste, como sempre ia.. É horrível você voltar para um lugar na qual você não pertence. E hoje em dia posso dizer que, mesmo adorando viajar, eu volto feliz. Porque sei que estou voltando para o meu lugar. Custei a chegar, e agora não saio mais. Sair daqui só pra viajar, visitar amigos, passear. Mas viver é aqui!

Parabéns São Paulo!

Quinta-feira, Janeiro 19, 2012

Sacolas plásticas: vilãs ou vítimas?

Há tempos ouvimos falar de que o ideal seria proibir os mercados de distribuírem as famosas sacolinhas plásticas. Até concordo que deveríamos diminuir o uso delas, mas pensando bem, não acho que elas sejam totalmente as vilãs da história.

Sacolinhas plásticas tem muitas utilidades, principalmente para armazenar o lixo úmido. Ou seja, fazíamos as compras, chegávamos em casa, e as sacolinhas eram praticamente todas reutilizadas. Claro que tem os sem noção que jogam na rua, nos rios, e etc, mas não acho que isso seja um problema específico das sacolas, e sim da falta de educação do povo, afinal, até sofá jogam no rio.

Até a pouco tempo era assim, eis que, de repente, começaram com a idéia de que as sacolas são as principais vilãs do meio-ambiente. E o mais engraçado disso tudo é que focaram somente nas sacolas. Agora, vamos parar pra pensar: elas são as únicas coisas de plástico que trazemos do mercado? Não! Praticamente tudo que trazemos do mercado tem plástico. Queijo, presunto, carnes, garrafas pet, frutas, legumes, salsicha, linguiça, etc etc etc. Tudo isso vem embalado em.. plástico! E o quê acontece com esse plástico todo? Vai pro lixo. Não é interessante pras indústrias de reciclagem utilizarem esse plástico, pois a venda é feita por quilo, e a $ que eles ganhariam seria muito pouca. E lá vai todo esse plástico jogado nos lixões...

No fundo, o que os mercados viram foi uma forma de lucrar em cima do politicamente correto. Eles simplesmente viram um filão muito interessante, afinal, a moda agora é ser pró-meio-ambiente. O problema nem é isso, o problema é a pessoa simplesmente afirmar que está a favor do meio-ambiente, mas não para pra pensar. E o quê os mercados fizeram? Vamos vender as sacolas - teoricamente biodegradáveis - . E vamos também vender sacolas retornáveis feitas de garrafas pet! Essa atitude seria louvável se gerasse emprego no Brasil e utilizassem garrafas pet no Brasil, mas! Que nada, as sacolas vem do.. Vietnã! Além do que, agora teremos que comprar sacolas de lixo feitas de... plástico! E caras! Sim, saco de lixo é caro. Lá vai a gente ter mais uma despesa mensal na compra.

Ou seja, condenaram as uteis sacolinhas plásticas. Mas os mesmos mercados que agora estão lucrando mais ainda com elas, sacos de lixo e sacolas retornáveis, não diminuíram as embalagens plásticas dos seus produtos. Ou seja, hipocrisia pura.

Existem várias maneiras de diminuir embalagens descartaveis. Por que não voltam as garrafas de vidro retornáveis de refrigerante e água? Só assim já diminuiria drasticamente o lixo, pois as garrafas pets são as maiores vilãs do meio ambiente, muito mais do que as famosas sacolinhas. Por que as pastas de dente não voltam a ser embaladas no material que era antes? Por que as indústrias não pensam em embalagens realmente recicláveis, ou até mesmo reutilizáveis? Por que os eletrodomésticos não podem ser feito de material mais resistente e duradouro, como era antigamente? E os brinquedos? Hoje em dia praticamente não existe brinquedos que não sejam de plástico...

Enfim, idéias existem, mas isso não gera lucro, e nem é 'politicamente correto'. O legal é vestir uma camiseta 'verde' e bradar aos quatro ventos ser contra as horrendas sacolas plásticas!

Domingo, Janeiro 01, 2012

Feliz ano novo!

E chegou 2012!

2011 passou que nem um foguete por mim. E vou confessar, deixou saudades. Foi um ano em que realmente aproveitei, e muito. Viajei pra lugares muito legais, comecei a namorar, comecei a trabalhar.. Posso dizer que foi o ano em que minha vida finalmente entrou nos eixos.

Confesso que deixei um pouco o blog de lado, mas esse ano quero me organizar melhor, e postar com mais frequência.

Espero que 2012 seja repleto de coisas boas assim como foi pra mim em 2011. É o que desejo a todo mundo que me visita por aqui.

:)

Sábado, Novembro 26, 2011

Viagem de aniversário - Parte 2 - Paraty e Trindade.

Depois da via-sacra para chegar em Paraty e achar a pousada, finalmente conseguimos! Chegamos lá às 2 e pouca da tarde, podres de cansados e loucos por um banho e por descansar.

Ficamos na Pousada Tropical. É um lugar super aconchegante, atendimento ótimo e quartos confortáveis. E o melhor, é a 5 minutos a pé do centro histórico. Quer coisa melhor?
Enfim, pegamos a chave, subimos pro quarto. O tempo passou e aí lembramos de que não tínhamos almoçado. Isso já era quase 4 horas da tarde. Nos arrumamos e fomos caminhar pelo centro histórico, e procurar algo para comer. Como a gente estava meio perdido, resolvemos ir de carro, pois ainda não conhecíamos nada. Até que achamos uma vaga pra estacionar facilmente.

Uma coisa que me chamou a atenção em Paraty: o povo estaciona seus carros de qualquer jeito, o que dificulta a gente saber se a rua é ou não contra-mão. É muito bizarro isso! A gente vê carro estacionado nos dois lados um de frente pro outro. Não me lembro de ter visto isso em outra cidade...

O centro histórico realmente é uma gracinha. Ainda bem que fui de tênis, pois andar naquelas pedras de chinelo ia ser uma desgraça pra mim. Ainda mais do estado que eu tava.




Gatinha simpática :D






Depois de andarmos e tirarmos umas fotos, achamos um restaurante e sentamos pra comer. Já estávamos roxos de fome, afinal, a última refeição tinha sido às 15 pras 10 da manhã lá em Cunha.

Pedimos uma Paeja, muito deliciosa por sinal! E ficamos lá de frente pro mar boiando. Afinal, depois de uma viagem pra lá de estressante, a gente mereceu comer de frente pro mar né?

Ê vida boa!

Ficamos o dia inteiro boiando, passeando por ali. Como Murphy ainda estava de mal comigo por eu tê-lo xingado de fdp, a noite chuviscou. Uma delícia! Mas apesar de tudo, deu pra curtir o dia. Fomos dormir antes da meia-noite, pois estávamos apodrecidos.. Dormimos esperando um domingo ensolarado.

E não é que eu ganhei um lindo presentão de aniversário! Domingo o dia estava lindo! Aproveitamos para voltarmos ao Pier e tirar fotos com aquele céu azulão!



Cavalinhos... O Vander tentou falar com eles mas eles nem deram bola hahahaha!!!

Dia maravilhoso.. Pena que não deu pra tomar banho de mar... :(





Uma pena que não deu para fazermos o passeio de escuna. Mas com certeza quero voltar lá só pra isso. Andamos mais um pouco por ali, e voltamos à pousada para fecharmos a diária e pegar estrada. Como o dia estava lindo, resolvemos passar por Trindade para pelo menos conhecer, já que estávamos com tempo de sobra, e também precisávamos achar algum lugar pra almoçar.

Foto pra lá de boiante...

Paramos em um restaurante para almoçar. Caramba, que peixe delicioso! Fazia muito tempo que eu não comia um peixe tão fresco! Comemos pra caramba, quase explodimos!

Gatinho (ou gatinha) deitado nos fundos do restaurante. Com certeza ganha muito peixe.. rs

Passado o almoço, chegou a hora de pegar estrada. E lá vamos nós rumo a São Paulo... Apesar de tudo, posso dizer que meu fim de semana foi fantástico. Não posso reclamar de nada, pois até as tosqueiras serviram para a gente rir depois. Afinal, a vida não teria graça se tudo desse sempre 100% certo né? E ano que vem quero fazer outra viagem de aniversário. É uma comemoração digna.

Agora, deixo aqui a dica preciosa: Caso vocês queiram ir para Paraty saindo de São Paulo, ou de qualquer lugar abaixo daqui não utilizem essa bendita estrada Cunha - Paraty. Ah, e ao contrário de Ilhabela, lá em Paraty eles aceitam Visa.

Segunda-feira, Novembro 21, 2011

Viagem de aniversário - Parte 1 - No meio do caminho tinha um matagal.

Há tempos estávamos planejando conhecer Paraty. Aí veio a idéia de passar o fim de semana do meu aniversário lá. Não estava muito empolgada pra fazer festa, então eu e o Vander decidimos: vamos para Paraty comemorar meu niver. Ótimo! Pousada reservada, rota traçada, e era só esperar. Consultamos o senhor Google Maps, e pegamos a rota mais curta, como sempre fizemos em todas as viagens que planejamos. Sempre tinha dado certo, mas me esqueci que sempre antes do meu aniversário acontece algum pepino. Mas enfim, finalmente chegou o grande dia: 18 de novembro. Imprimi o mapa, e pé na estrada.

O caminho mais curto sugerido pelo google foi pela cidade de Cunha. Até chegarmos lá estava indo tudo bem. Depois que passamos por Cunha, a estrada começou a ficar uma porcaria. Mas pelo menos tinha asfalto. Eis que chegamos na divisa de Estados.



Que maravilha! Só que eu não sabia que no meio do caminho tinha um matagal. Sim, entramos literalmente no meio do mato. Um breu desgraçado, sem sinal de celular, e com crateras dignas de deixar a lua com inveja. E nós com nosso pobre Honda Civic nunca que íamos conseguir passar ali. Conclusão óbvia: tivemos que voltar pra Cunha. Voltamos aquilo tudo naquela estrada horrenda... E claro que quando chegamos na cidade, não tinha uma alma viva na rua. Já estava quase batendo o desespero quando eu vejo uma viatura. Ah, mas que maravilha! Paramos e fomos lá perguntar pros policiais se eles sabiam de alguma pousada que tivesse vaga pra gente passar a noite. Por fim eles nos levaram lá. Na pousada Clima da Serra. Eram chalés pra lá de charmosos, muito legal! Adorei lá. E achei Cunha uma cidade bem simpática, tá aí outra cidade pra lista de viagens no ano que vem!

Finalmente chegamos lá e dormimos. Estávamos podres, e depois do matão boiante lá, acabou de apodrecer mais ainda. Dormimos até umas 9:30, tomamos café, e perguntamos qual que era o melhor caminho pra chegar em Paraty. Acabamos indo por Ubatuba. Teríamos que passar por São Luiz do Paraitinga, mas infelizmente não chegamos a entrar na cidade propriamente dita. Passamos pela área rural somente. Depois de muitas vacas, cachorros e alguns seres humanos perdidos, chegamos no Parque Estadual da Serra do Mar. Nunca tinha descido essa serra. E foi muito massa! Com direito a ficar tonta com tanta curva, e de passar por dentro de uma nuvem. Divertidíssimo.

Finalmente chegamos em Paraty! Nossa, parecia que finalmente tudo ia começar a se desenrolar, mas nosso amigão GPS deu uma última zuada com a gente: nos mandou passar por uma estrada que estava em obras (e claro que a gente não sabia né! poin!). Depois do sufoco, entramos na cidade, rodamos que nem duas baratas tontas e.. achamos a pousada!!! Isso já era 2 horas da tarde, e o planejado era para a gente chegar às 2 da manhã! E o tempo estava nublado! Mas eu adorei o dia estar nublado, porque eu ia ficar muiti p.. da vida se chegasse lá com um solão e não poder aproveitar os passeios. Acho que isso serviu de consolo...

Depois da via sacra, descansamos um pouco na pousada, e saímos pra conhecer o centro histórico. Essa parte contarei em breve, se não o post vai ficar kilométrico...

Aguardem cenas do próximo capítulo!

PS: O matagal em questão era o Parque Nacional da Serra da Bocaina. O lugar parece ser lindo, mas não pra passar às 2 da manhã... hehehehehehehe