terça-feira, junho 28, 2011

Viagem durante o feriado de Corpus Christi - Primeira parte.

Sempre tive vontade de conhecer Dionísio Cerqueira, cidade no extremo oeste de Santa Catarina, e que fica em uma localização curiosa: faz divisa com o Paraná e com a Argentina. Só que nunca quis ir sozinha, e nunca tinha achado algum maluco pra me acompanhar. Só que agora tenho um namorado tão doido quanto eu, e que adora viajar para lugares improváveis então.. Lá fomos nós passar o feriado de Corpus Christi por aquelas bandas. Pegamos o vôo para Chapecó na quarta-feira a noite e lá fomos nós..
O pouso em Chapecó foi um desastre. Olha que já voei bastante, e nunca tinha visto um pouso tão bizarro. Mas tudo bem, chegamos vivos. As malas também chegaram (ufa). Pegamos o carro que alugamos, nosso companheiro dessa viagem, e pegamos estrada. Confesso que estava bem desanimada com a previsão do tempo, mas ao contrário do que eu esperava, o céu estava lindo, estrelado, e a lua foi sorrindo para gente durante toda a viagem.
Durante o caminho não faltaram fotos de placas e portais das cidades do caminho, claro!



















Depois de 3 horas e pouca de viagem, chegamos em Dionísio Cerqueira lá pras 5 da manhã. Estávamos exaustos, e logo fomos pro hotel, pra dormir e recarregar as energias para passear pela cidade na parte da tarde...

Acordamos, e estava um sol lindo. Mas infelizmente o frio tinha fugido! Que raiva! Eu louca pra pegar mó friozão no oeste catarinense, e ele fugiu de mim. Hunf!



Fomos andando pela cidade e quando nos demos conta... Estávamos na divisa com a Argentina. Estávamos hospedados há mais ou menos 10 minutos da fronteira! Atravessamos a pé mesmo e fomos dar umas voltinhas em Bernardo de Irigoyen.







Depois voltamos ao Brasil pra almoçar, e fomos visitar o marco das 3 fronteiras, que também era ali do lado. Lá era mais curioso ainda, pois não tinha anfândega nem nada. Dependendo do lado da calçada em que vc andava, estava ou no Brasil, ou na Argentina. Ah sim, e tinha o Paraná ali. Na verdade tinha hora que nem sabia se estava em Barracão ou em Dionísio Cerqueira. Divertidíssimo.

Metade em cada país



De um lado Argentina..

Do outro Brasil...

Essa proximidade da fronteira nos rendeu uma tosqueira com o carro, cuja entrada e permanência em território estrangeiro não era permitida, mas no dia certo contarei..

Depois de andarmos pelas fronteiras, pegamos o carro e resolvemos explorar as cidades ali perto. Fomos para Santo Antônio do Sudoeste, Pranchita e Pérola D'Oeste [cidade onde tiraram as pérolas e ficaram os buracos]. No próximo post conto sobre elas. Em breve!

terça-feira, junho 21, 2011

Poços de Caldas - Parte 3 - Passeando pela cidade.

Voltamos da Fonte dos Amores, deixamos o carro no hotel, e fomos dar umas voltas pela redondeza. Mal saímos e já veio um monte de gente oferecendo passeios de charrete. Até tinha pensado em ir, mas como estavam cobrando muito, e naquela hora queria dar umas voltas a pé mesmo, despistamos. Fomos andando, e quando atravessamos a ponte, tinha outro lá na frente escutando nós conversarmos sobre: charretes. E não é que o cara esperto que era, fez um precinho camarada? Acabamos topando.



Uma das paradas era exatamente para comprar as delícias de Minas. E eu fiz a festa! Imagina se ia perder a oportunidade de comprar 4 potes de doce de leite por 20 reais. E comprei queijo, claro.

A próxima parada foi o Country Club. E olhe só, até os gansos de Poços de Caldas são simpáticos. Esse aí fez pose pra foto:



Também tiramos essa foto divertida:

Forte eu né? :P

Demos mais umas voltas, compramos chocolates e chachacinhas de times de futebol pra dar de presente, e voltamos ao centro da cidade pra continuar nossas andanças. Almoçamos, e depois fomos andar de teleférico.

Eu sou uma pessoa não muito fã de altura, como havia dito antes. Na verdade pra descer eu não fico tão ruim, mas pra subir... E isso vale pra teleféricos. Eu vou, mas só Deus sabe a vontade de sair correndo que eu fico. Mas tudo bem, sobrevivi à subida do teleférico, e valeu a pena, pois lá em cima, onde fica o Cristo, a vista é lindíssima!











Ficamos um tempo lá em cima, demos uma volta pelo aquário, e depois descemos. A descida não foi tão traumatizante..

De volta à altitude normal, fomos andar pelas redondezas de novo. Passamos um dia agradável, e o clima estava perfeito, sol e frio.

O que eu achei da cidade propriamente dita? Eu adorei. Me pareceu uma cidade limpa, bem organizada, e as pessoas super agradáveis. Em todos os lugares que fomos, fomos muito bem atendidas, sempre com um sorriso no rosto e com cordialidade. Os funcionários do hotel eram todos muito educados e dispostos a nos ajudar com os principais pontos turísticos da cidade. É um lugar onde definitivamente quero voltar.. pra visitar os outros lugares, pois infelizmente faltou tempo.

Que venha a próxima viagem agora... No feriado! Em breve, mais andanças.

segunda-feira, junho 20, 2011

Poços de Caldas - Parte 2 - Passeando pela cidade.

Acordamos de manhã cedo, tomamos o café da manhã e logo saímos. Já que no dia anterior não tivemos tempo de fazer nada, teríamos que aproveitar a quinta-feira. Perguntamos para o recepcionista do hotel sobre como chegar nos lugares, e o mesmo foi muito simpático e detalhista, até nos deu um mapa pra ajudar. Começamos pelo Recanto Japonês. É um jardim japonês em plena serra de São Domingos, e pra deixar o passeio mais legal ainda, estava um frio delicioso, com direito a muita neblina. O lugar é maravilhoso, um convite para ficar lá contemplando toda aquela beleza e pensando na vida...









Passamos um tempo lá, e depois seguimos para a próxima parada: a Pedra Balão - que não sei por qual motivo eu sismei que era Pedra Sabão hahahahaha!!. Chegamos lá, ainda no meio da neblina, ou seja, não conseguimos ter aquela vista privilegiada que falaram, mas mesmo assim valeu a pena. Doido foi escalar aquelas pedras pra chegar na mais alta. Eu sou meio medrosa pra altura, mas como assisti em um filme há muito tempo que dizia ''não há coragem sem medo'', lá fui eu.

Olha eu ali em cima.. Yuhu! :P

Também encontrei essa árvore curiosa:

hehehehehehe...

Depois da Pedra Balão, fomos para nossa terceira parada do dia: Fonte dos Amores.

E vamos subir... eheheheh

Outro ótimo lugar pra passar o tempo e ficar pensando na vida.. Com aquele cheirinho de mato e aquele frio gostoso então, nem dava vontade de sair...






Mas tínhamos mais vários lugares para visitar, então pegamos o carro e voltamos para o hotel. Os outros lugares iríamos visitar a pé. Para o post não ficar muito longo, amanhã escreverei sobre os passeios da parte da tarde..

Até lá!

domingo, junho 19, 2011

Poços de Caldas - parte 1 - A ida.

Sempre tive vontade de conhecer Minas Gerais mas nunca tinha tido oportunidade. Minha mãe já esteve em Araxá e falou super bem de lá, e destacou a simpatia do povo mineiro. Até que há algumas semanas combinei com a Clarissa [ou melhor, ela combinou comigo] de irmos até Poços de Caldas passar 3 dias, pra aproveitar as férias dela. Eis a oportunidade de conhecer pelo menos um pedacinho de Minas.
Tínhamos duas opções de caminhos para chegar lá: um que passava mais pelo Estado de Minas, e o outro que ia por São Paulo, passava por Águas da Prata, e em seguida chegaríamos em Poços de Caldas. Optamos fazer os dois, na ida pegaríamos Minas, e na volta iríamos por Águas da Prata. Fizemos as rotas pelo Google maps, imprimimos e lá fomos nós.
Chegamos na Fernão Dias tranquilamente. Até ali o mapa estava funcionando que é uma beleza. E claro que não podia faltar foto da plaquinha de divisa.



Demos uma paradinha para esticar as pernas, e voltamos à estrada. Fomos indo direto pela Fernão Dias, e fomos, fomos.. De repente nos tocamos que a única placa que indicava Poços de Caldas já tinha passado há um tempo, e estávamos boiando total. Decidimos parar em um posto pra 'desboiar'. Aproveitamos pra almoçar, pois já era uma hora da tarde. Quando entramos no carro pra ir embora, dei uma olhada mais atentamente no mapa, e foi aí que eu me toquei da bizarrice: não sei o que houve, mas uma parte da rota não tinha sido impressa, e era exatamente a parte onde tínhamos que entrar pra pegar a tal BR 459. Só com a gente acontece isso mesmo! Fizemos o retorno e finalmente pegamos o caminho certo. Nessa brincadeira a gente perdeu uma hora, mas mesmo assim estávamos otimistas, pois de acordo com o nosso cálculo, chegaríamos a Poços lá pra 4 horas da tarde. Mas nosso amigão, Murphy sempre anda nos perseguindo e... A serra estava em obras. Yupi! Conclusão: Ficamos mais de uma hora paradas boiando numa estrada no fim do mundo onde nem celular pegava. Uma coisa linda! Ficamos lá flutuando.. Até que finalmente liberaram a pista. Eu estava me perguntando o porquê de tantas obras, pois até que aquela estradinha tava melhor do que a Fernão Dias, que é pedagiada. E acabei mordendo a língua. Quando começamos a subir a serra vimos o estado da coitada. Toda desbarrancada, cheia de caminhão de obra tentando dar um jeito naquela zona. Me senti participando de um rali, com tanta poeira e buraqueira. Coitado do golzinho da Cla.

E da-lhe comer poeira..

E pra deixar a gente mais feliz ainda com toda essa poeirada, chegamos em Poços bem na hora em que o sol estava se pondo. E pior, ele estava literalmente na nossa frente. Ou seja, tostando nossos pobres olhos, e nós, tentando achar as ruas certas praticamente cegas. Conseguimos chegar no centro da cidade. Eu me surpreendi, achei que era menor. Lembrou-me de Blumenau, cidade cheia de morros. E o clima estava uma delícia: frio. Bom, muito bom! Achamos as ruas certas, mas na hora de achar o hotel boiamos, claro. Até que... finalmente achamos! Ufa! Chegamos quase 6 horas da tarde. Nossos planos de dar umas voltas pela cidade na parte da tarde miaram. Mas eu estava muito feliz de poder chegar no hotel, comer algo e tomar banho pra tirar aquela poeirada toda! Mas pra finalizar a noite com chave de ouro, conseguimos ver o eclipse lunar! Já estava mais da metade, mas mesmo assim fiquei feliz, fazia anos que não via um.
Fomos dormir cedinho.. Pois no dia seguinte tinha muita coisa pra fazer..

Amanhã vem o post sobre a cidade propriamente dita. Já adianto que adorei tudo por lá!

quinta-feira, junho 09, 2011

Diferença entre países sérios e o Brasil.

Japão: Atingido por um forte terremoto e tsunami, reconstrói uma estrada em seis dias após o ocorrido.

Enquanto isso no Brasil...

Falta de energia deixa semáforos apagados nesta quinta-feira em SP

O que provocou essa falta de energia que já dura quase 3 dias? Foi um tsunami? Foi um furacão? Foi um tornado? Foi um terremto? Não! Foi uma simples ventania seguida de chuva. Coisa que acontece durante o verão praticamente todo, e de vez em quando nos outros meses.

Graças a Deus que o Brasil não tem terremotos, nem tsunamis... Porque se uma ventania e chuva já causa esse estrago no fornecimento de energia elétrica, e cai esse montão de árvores... Nem quero imaginar se tivéssemos esses outros desastres naturais. Viraríamos um Haiti rapidinho. Infelizmente.

Aliás, em que pé anda a reconstrução das cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro? Pelo visto o governador deste está mais preocupado com a reforma do Maracanã e em punir bombeiros que reividicam melhores condições de trabalho do que em fazer o que deveria ser feito para ajudar as cidades atingidas.


#MEGAfail


*Edit*

Nosso Governador descobriu a pólvora! Ele descobriu que a Eletropaulo não opera com segurança em dia de chuva .... #MEGAfail²

segunda-feira, junho 06, 2011

Festa do Imigrante

Ano passado tinha visto na TV sobre a Festa do Imigrante. Como era o último dia de festa, acabei nem indo. Esse ano, ao receber um convite no Facebook para a festa, resolvi ir. Chamei a galera e fomos lá no Memorial do Imigrante prestigiar a festa. O evento é muito bacana. Tem culinária de praticamente todos os povos que imigraram pra cá, além de artesanato e danças folclóricas.
A festa é muito boa! Decidimos chegar de manhã, ainda no começo, para podermos aproveitar o lugar, tirar fotos e comer alguma coisa. Foi a melhor coisa que fizemos. Lá pras 13 horas começou a chegar muita gente. Comemos antes da muvucada começar a chegar, e escapamos das filas enormes nos caixas.
Aliás, algo que eu não achei nada prático foi o fato de não podermos pagar nem comida, nem o artesanato com dinheiro. Éramos obrigados a enfrentar fila pra comprarmos fichas de papel para podermos trocar pelas mercadorias. O que fez com que só de olhar aquela mega fila pra comprar ficha nos desanimasse bastante. Acabei ficando só na comida mesmo, principalmente pelo fato de não saber quanto eram as coisas, e pior, os caixas das fichas ficarem longe. Então imaginem: chegava lá na barraquinha, perguntava o preço, aí tinha que ir lá nos caixas, comprar fichas, e voltar pra pegar.
Mas tirando esse fato, gostei do festival. Assisti a apresentações de dança de vários lugares, e me diverti bastante!











Viajei um monte vendo aquelas danças de diversos países. Muito legal mesmo! Outra coisa que tenho que reconhecer é que existem banheiros químicos usáveis. Tudo bem que não é o ideal, mas os de lá estavam limpos e tinham papel. Ponto pra organização e pro pessoal da limpeza.

Adorei a festa. Ano que vem com certeza marcarei presença!