segunda-feira, setembro 20, 2010

Consumação mínima: pagar ou não pagar?

Até pouco tempo atrás, era comum ser cobrado um determinado valor de consumação mínima em bares e casas noturnas. De repente, baixaram uma lei proibindo a cobrança da mesma, pois segundo Código de Defesa do Consumidor, é considerado prática abusiva. E o que aconteceu? As casas noturnas simplesmente passaram a cobrar o mesmo preço que antes poderia ser consumido como entrada, e o que era consumido passou a ser cobrado a parte. Conclusão: o consumidor acabou se ferrando. Agora, uma decisão judicial derrubou a lei que proíbe as casas noturnas de cobrar consumação no Estado de São Paulo. E a polêmica continua: é justo ou não cobrar consumação?
Eu particularmente acho que isso seria resolvido com uma maneira muito simples: deixar nós, consumidores, escolher entre pagar ou não a dita cuja.
É óbvio que sempre acabamos consumindo alguma coisa. É praticamente impossível sairmos pra dançar sem tomar algo, nem que seja uma garrafinha de água mineral. Em alguns lugares aqui em São Paulo existe exatamente essa escolha: a pessoa na entrada opta por pagar um valor mais baixo, e pagar separado o que consome, ou pagar um valor mais alto, que pode ser inteiramente consumido. Aí vai da escolha de cada um: se vc vai pra balada pra encher a cara, pegue a consumação, se quer tomar apenas uma latinha de cerveja, refri ou água, pague o preço mais barato.
Eu sou contra impor a consumação mínima. Mas sou a favor da escolha. Afinal, é o consumidor que tem que saber o que é melhor pra ele, e não o dono do lugar.

12 comentários:

Roberto Tramarim disse...

Eu sou contra cobrança de entrada em bares de qualquer natureza, não tem sentido se pagar o que não se consome. Caso uma casa noturna queira por um valor mínimo a ser consumido, o cliente, principalmente o que nunca esteve nesta casa, deveria poder checar a casa antes de decidir se irá consumir ou não.
Mas na verdade, tanto a consumação mínima como a cobrança de entrada tem um só significado, afastar os "pé rapados" pra turma da "bufunfa" poder se divertir em paz, sem precisar se misturar.

Lú Silva disse...

Eu gosto da consumação mínima, sou uma cumilona hehe

Denise saudades de vc, de sues posts hehe

abraço

Lú Silva disse...

O blog tá de cara nova hehe
iupppppppppppppppp

Lucia disse...

quando não tinha cobrança nenhuma, isso nos primórdios, eu não consumia nada, nunca fui de beber. Depois que inventaram essa coisa de consumação, eu passei a consumir água, como você mesma sugeriu. O bom é que não tivesse nem consumação, nem entrada, mas também não sei se isso seria o ideal, tem seus contras também.

Ruby disse...

Não concordo vc pagar mesmo sem consumir, além, de consumir, ainda tem aquela taxa que dizem ser pros garçons, quem garante? Achoq ue voc~e tem que pagar pelo que consomo e como vc disse, ninguem sai pra algum lugar e lá vai so sentar pra bater papo, tem que se cnsumir alguma coisa, por menos que seja.

Josiane disse...

Uhmm eu acho legal quando tem consumação mínima, mas você tem acesso a buffet, a alguns drinks... no Rio pelo menos tem lugar que é assim. Mas cobrar e não dar nada é sacanagem!!!

Julis disse...

Tbm acho que a escolha por parte do consumidor seria a melhor opção!

Mauro S disse...

Concordo ctg, a escolha, a opção, é do cliente, nada imposto, bjs.

Josiane disse...

Pois é!! Voltei e quero continuar.. Beijos

Lú Silva disse...

Fala sua sumidaaaaaaaaaaaaaaa rs


bjos

Juliana Cândido disse...

Esse negocio de consumação é complicado nunca gostei disso ate mesmo qdo tinha uma vida noturna frequente...

Espero que esteja bem
passando pra desejar um belo final de semana abençoado
e agradecer o carinho deixado no meu humilde cantinho
Fique com Deus

Juh

Sou blogueiro - INDICOESSE disse...

Tenho que concordar, o consumidor que deve escolher... é difícil eu acredito que para entrar poderia ter um preço inicial, mas obrigar a pessoa a consumir não acho tão legal; Sou a favor de se caso não haja a gastança o valor acabe entrando somente no valor da Entrada!