terça-feira, setembro 23, 2003

Yepa Yepa!

Antes de mais nada, gostaria de dar os parabens pra minha miga Jaque, que estah de niver hojeeeeeee!! aeeeeee migaaa!! me aguarde sexta que nos vamu quebra tudo e tirar muitas fotossssssssssss!!! huhuhuuhhu!!!
To empolgada pra esse findi.. depois de dois findis olhando pras paredes, finalmente vou sair de casa! eta nois... To muito feliz e .. nao guento mais mofar findis.. uix uix! Vou festar o findi inteiro! yuhu! e matar saudade dos meus amigos de Joinville! que to morrendo de saudades.. sei que nao deveria estar gastando pq eu quero ir pra Sampa em breve e preciso economizar, mas que se fuck, eu preciso sair, eu preciso dançar, se nao eu vou ficar maluca... E se eu ficar maluca, ae que eu nao faço mais nada mesmo! ehehehehhee.. Entao.. contagem regressiva para o findi! eh o que me resta.. jah que essa semana tah uma bosta...
Bom, nao tenho nada de interessante pra postar hoje.. entao, termino por aki
Hoje, sem musica, mas sim, esse texto que retirei do fotolog da gothic_baby, e achei muito 10 =)
See Ya!


A Água e o Perdão

Certo dia, numa batalha, uma flecha lhe atravessou a
armadura e por pouco não lhe tirou a sua vida.

Num relance, o cavaleiro vislumbra o paraíso, mas bem
longe e, de qualquer maneira, fora de seu alcance.

Vislumbra também o inferno, bem próximo dele e prestes
a engoli-lo, porque há muito tempo se esquecera de suas
promessas de bravo cavaleiro, tornando-se um bruto
impenitente que matava, pilhava, violava.

Tomado de temor salutar, tira a armadura, a espada e as
manoplas de ferro e se dirige ao eremitério de um monge
famoso por sua santidade.

-Meu pai, desejo ser perdoado pelas minhas faltas,
pois temo pela minha salvação.

Farei a penitência que me indicares.

-Pois bem, meu filho, vai simplesmente encher de água
este barrilzinho e traze-mo, responde o monge.

O cavaleiro se irrita com a proposta do eremita, mas
o medo do inferno é mais forte, e ele põe o barril sob
o braço e se dirige ao rio.

Estupefato, vê o barril mergulhado na corrente
recusar-se a encher!

Se dirige a uma fonte que se precipita no curso d¿água,
mas o barril continua a não se encher.

Se precipita para o poço da aldeia, mas em vão.

Um ano depois, o velho monge vê chegar à porta de seu
eremitério um pobre maltrapilho em farrapos, de pés
ensanguentados e com um barril vazio debaixo do braço.

-Meu pai, diz o cavaleiro , fui a todos os
rios, fontes e lagos do pais.

Não pude encher vosso barril.

Agora, com certeza, não me perdoareis os pecados.

Ai de mim! Estou perdido pelos meus pecados.

Como me arrependo deles!

E lágrimas lhe descem dos olhos.

Eis que uma lágrima cai no barril.

Num instante, este se enche até em cima, da mais
bela água pura que a terra já viu.

Uma única lágrima de arrependimento.

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