segunda-feira, setembro 27, 2010

Produtos saindo de linha...

Uma coisa que eu nunca entendi direito é o fato de empresas tirarem certos produtos de linha, sendo que esses têm uma vendagem ótima. Um exemplo disso é o demaquilante bifásico da Natura. Ele beirava a perfeição, tirava toda a maquiagem, principalmente na área dos olhos, que na minha opinião é a mais difícil de limpar. Um belo dia fui pedir outro, pois o meu estava no fim e fiquei decepcionadíssima ao ver que o produto tinha misteriosamente saído de linha. No lugar, colocaram uns lencinhos super caros, e que nem era tão bom assim. Nem uma satisfação, nada. Poxa, acho que o mínimo que a Natura deveria era ao menos explicar o porquê disso. Até hoje várias consumidoras reclamam, pedem para o produto voltar a ser fabricado, e a Natura nem tchum.
A Avon é outra que deu suas viajadas. O demaquilante bifásico deles era ótimo também. Até que tiraram de linha e colocaram outros dois. Um líquido que parecia que tinha pimenta ao passar nos olhos, e um creme que borra mais do que tira a maquiagem.
O Boticário também deu sua pisada na bola. Até meados de 2005, seu desodorante era ótimo. O roll on vinha em uma embalagem de se não me engano 100 ml, e a durabilidade nas axilas era ótima, mesmo nos dias mais quentes. Aí, de repente, diminuíram o tamanho da embalagem, mudaram a fórmula, mas o preço obviamente continuou o mesmo. Por fim, tiraram aquele desodorante de linha alegando baixa vendagem. Claro, mudaram a fórmula, o que consequentemente deixava a gente fedendo que nem um gambá, é óbvio que ia vender pouco!
Acho isso um saco. Aliás, essa moda de redução de embalagem é outro grande absurdo que a maioria das empresas fazem. Diminuem tudo: leite em pó, papel higiênico, achocolatado, etc. Mas o preço continua o mesmo. Argh!

E vocês, já se sentiram 'órfãos' de algum produto que gostavam muito e saiu de linha?

sexta-feira, setembro 24, 2010

A via sacra da antena e da internet capenga.

Há uns dias havia postado aqui sobre a vontade de comprar uma TV pra colocar no meu quarto. Pois bem, acabei comprando naquela semana mesmo, uma AOC de 19" que ficou uma graça no meu móvel. Ela está aqui olhando pra mim, e eu olhando pra ela, pelo simples motivo de não ter antena. Foi-se o tempo em que comprávamos uma TV que vinha com a antena, mas nos dias de hoje, com a popularização da TV a cabo e antenas externas, já não é mais bem assim.
Aí começa a via-sacra. Um amigo veio aqui com um conversor digital emprestado e uma antena interna pra testar. Como eu já imaginava, ficou uma bosta. Só dava sinal fraco. Só pra rir pluguei a antena na TV, e obviamente o resultado foi um desastre. Um festival de chuviscos e fantasmas, o que me fez lembrar dos meus tempos de anteninha com bombril na ponta. Levei a TV pra sala, e parti pra antena do condomínio.. Que bosta. Até lá em casa nossa antena externa funcionava melhor. Eis que, resolvi plugar a antena do condomínio no conversor digital. BINGO! Pegou todos os canais, imagem perfeitíssima, show de bola! Só que teria um problema: um conversor digital está no mínimo 300 paus [chutando bem por baixo]. TVs de LCD que vem com conversor interno são as de 32" pra cima, e no meu quarto não tem espaço pra uma TV desse tamanho. Que merda. Aí minha mãe resolveu que deveríamos colocar um ponto extra da NET. Iríamos pagar 19,90 a mais por mês, o que não é uma quantia tão exorbitante assim. Ligamos lá, marcamos a instalação. E hoje chegou o grande dia... da decepção. Não tem como instalar um ponto extra no meu quarto, porque a extensão de telefone que sai aqui está atrás do móvel embutido. Fizeram um baita serviço de porco. E como o cabo da net tem que passar pela extensão do telefone... mifu. Aí, já que os técnicos estavam aqui, pedimos pra aumentar o cabo do modem, pois quando compramos nossos móveis planejados, montaram de um jeito em que o modem teve que ficar no chão. Aí começou o pesadelo: eles trocaram o cabo, colocamos o modem em cima do móvel e.. a internet simplesmente não conectou mais! Não entendi até agora o que aconteceu, pois reiniciei o modem, computador, roteador umas quinhentas vezes e nada. Os caras foram embora e minha internet ainda não estava funcionando, o que me deixou com uma raiva enorme, pois como é que um treco que até 10 minutos atrás estava funcionando normalmente, simplesmente para?!
Tirei o cabo do roteador e liguei no notebook direto. Conectou. Até que pela última tentativa desliguei tudo da parede pela quintilhonésima vez, e esperei meia hora. Dessa vez conectou. Coisa bizarríssima!
Só sei que a internet agora está funcionando, mas a TV.. Continua aqui, desligada, olhando pra mim e perguntando 'Quando você vai me ligar?'...

segunda-feira, setembro 20, 2010

Consumação mínima: pagar ou não pagar?

Até pouco tempo atrás, era comum ser cobrado um determinado valor de consumação mínima em bares e casas noturnas. De repente, baixaram uma lei proibindo a cobrança da mesma, pois segundo Código de Defesa do Consumidor, é considerado prática abusiva. E o que aconteceu? As casas noturnas simplesmente passaram a cobrar o mesmo preço que antes poderia ser consumido como entrada, e o que era consumido passou a ser cobrado a parte. Conclusão: o consumidor acabou se ferrando. Agora, uma decisão judicial derrubou a lei que proíbe as casas noturnas de cobrar consumação no Estado de São Paulo. E a polêmica continua: é justo ou não cobrar consumação?
Eu particularmente acho que isso seria resolvido com uma maneira muito simples: deixar nós, consumidores, escolher entre pagar ou não a dita cuja.
É óbvio que sempre acabamos consumindo alguma coisa. É praticamente impossível sairmos pra dançar sem tomar algo, nem que seja uma garrafinha de água mineral. Em alguns lugares aqui em São Paulo existe exatamente essa escolha: a pessoa na entrada opta por pagar um valor mais baixo, e pagar separado o que consome, ou pagar um valor mais alto, que pode ser inteiramente consumido. Aí vai da escolha de cada um: se vc vai pra balada pra encher a cara, pegue a consumação, se quer tomar apenas uma latinha de cerveja, refri ou água, pague o preço mais barato.
Eu sou contra impor a consumação mínima. Mas sou a favor da escolha. Afinal, é o consumidor que tem que saber o que é melhor pra ele, e não o dono do lugar.

domingo, setembro 19, 2010

Scorpions!

Finalmente chegou o grande dia! Dia 18 de setembro, tão esperado desde que comprei o ingresso. O que posso dizer?
Foi um dos melhores shows que eu já fui até hoje. Scorpions foi uma das bandas cujas músicas fez parte de praticamente toda minha vida. Desde a infância, passando pela adolescência e até a vida adulta. Nunca imaginei que iria vê-los ao vivo algum dia, mas ainda bem que tive a oportunidade. E foi única, pois infelizmente a banda está encerrando suas atividades.
Só sei de uma coisa: os caras não são bons. Eles são excelentes. A voz de Klaus Meine é exatamente a mesma. O cara canta muito! Digo isso pois é comum ao vivo a voz mudar um pouco, mesmo porque música de estúdio é sempre trabalhada. Mas a voz dele é magnífica ao vivo. A banda toda manda muito bem! E também interagem com a platéia o tempo todo, o que torna o show mais atrativo ainda. As músicas escolhidas foram as mais agitadas, contrariando muita gente que sempre falou que 'Scorpions só toca balada'. As baladas deles são ótimas, mas as 'rock n' roll' são tão ótimas quanto.

Quando fomos comprar os ingressos, escolhemos ficar na platéia, pois na pista é muita muvuca, e não enxergamos nada. Ainda mais eu que sou baixinha, só vejo cabeças, cabelos e braços. Lá na pudemos ver o palco, eles pequeninininhos, e os telões. Só sei que pulei muito, e cantei muito também!

Pequenininhos...



O local onde ficava a platéia era bem elevado, o que foi ótimo. Aliás, o Credicard Hall lá dentro é um lugar bacana, mas a organização...
Chegamos às 21 horas, sendo que o show estava marcado pras 22:00. E ainda não tinham aberto a casa pro pessoal entrar. Resultado: juntou uma mega muvuca, e ninguém sabia onde a fila começava, muito menos onde terminava. Nem os funcionários da casa sabiam informar direito onde era a entrada da pista nem da platéia. Descobrimos perguntando pras pessoas que estavam lá. A entrada pra platéia não era fila, e sim um aglomerado de gente. A casa abriu às 21:20. Enfim, acho que o Credicard Hall deveria organizar melhor as filas, e abrir mais cedo, pois ninguém merece chegar lá e estar aquela muvucada toda e nem sabermos onde fica a fila certa. Além do que, ninguém está fazendo um favor ali, estamos pagando, e caro, pra assistir a um show, e temos o direito de um atendimento mais organizado.

Mas o show compensou a desorganização da casa! E agora fica aquela 'depressão pós-show'. A mesma sensação de 'quero mais' que senti quando fui no show do U2 em 2006.. Agora é esperar o show do Bon Jovi em outubro. Esse será no Morumbi, lá as filas costumam ser mais organizadas. Que venha Bon Jovi!

quarta-feira, setembro 15, 2010

Imbecilidade humana

Quando a gente pensa que já viu de tudo, lá vem mais uma 'moda' ridícula: Colocar vodca no olho. Até agora não entendi como é que pingar vodca no olho possa fazer a pessoa ficar mais bêbada. É algo que foge completamente de qualquer compreensão. Agora, o que mais me revolta é que o maluco da reportagem em questão provavelmente precisará de um transplante de córnea. Na minha opinião, um ser desses deveria ir lá pro fim da fila, e receber a córnea caso não ache nenhuma pessoa compatível antes. Mas como moramos no Brasil e a pessoa em si é de família de grana, não duvido nada que misteriosamente ele passe na frente do Zé da esquina, e receba a córnea.
Eu, como doadora de órgãos, fico pensativa e preocupada em saber que talvez minhas córneas possam ser doadas para gente que fica com o olho cagado por causa de uma atitude tão imbecil como essa. É ridículo demais!
E pra finalizar, a pessoa em questão ainda critica que se publique esse tipo de coisa na internet. Ora bolas, pra que existe cérebro? Não é só para fazer volume na cabeça - apesar de que acredito que pra muitas pessoas é exatamente pra isso que ele é usado. Eu não fiquei com nenhuma vontade de meter vodca no meu olho pelo simples fato de assistir a um vídeo ridículo desses [que nem consegui assistir até o final diga-se de passagem].
Deprimente!

segunda-feira, setembro 13, 2010

Qual TV comprar?

Estou pensando em me dar ao luxo de comprar uma TV para o meu quarto. Ainda não decidi 100%, mas estou amadurecendo a idéia.
Sou do tempo em que a gente escolhia a TV pelas polegadas. Tivemos duas de 20'' [sendo que uma durou de 1978 até 1996] e uma de 16'' que meu pai comprou na década de 80 pra eu jogar Atari. Quando nos mudamos pra São Paulo, compramos uma de 20'' de tubo mesmo comum, visto que não fazemos questão de full HD e essas viajadas todas. Mesmo porque TV a cabo tem estado um lixo ultimamente, raramente assisto, vejo mais noticiários e o MTV Debate - diga-se de passagem, o único programa que eu faço questão de ligar a TV pra assistir. Então por que uma Televisão no meu quarto? Bem, em vez em quando ocorrem uns 'conflitos de horário'. Minha mãe quer assistir uma coisa, e eu outra. Aí pensei que seria interessante ter uma aqui com um DVD Player, onde eu poderei assistir os noticiários e ao MTV Debate, e também os DVDs que eu tenho, visto que não curto assistir vídeos nem filmes no computador. E pra isso não é preciso um ponto extra de TV a cabo [vergonhosamente cobrado a mais], basta puxar a antena de TV VHF/UHF do prédio mesmo.
Por mim compraria uma de tubo comum, mas como meu quarto é entulhado, o melhor mesmo seria uma fininha pra colocar na parede, e deixar o chão livre. E aí que vem a dúvida.. São tantos modelos.. É plasma, é LCD, Full HD, com conversor digital integrado, sem conversor integrado bla bla bla. Sem contar a infinidade de marcas. Aí fico horas olhando em sites, e boiando bastante. Ê dúvida cruel.
Já o DVD player já sei qual comprar. Quero aquele xing-ling bem vagaba, que é o que lê tudo! Comprei um Phillips todo cheio de frescura, e que jurava ler tudo, mas é enganação pura. Conheço gente que comprou aqueles DVDs sem marca Made in China que se por o dedo lá dentro é capaz de ler nossas digitais. Não sou fã de produtos Made in China, apesar de que muitas vezes não temos como fugir deles, mas nesse caso abrirei uma exceção.
Então... Voltando ao assunto da TV.. Alguém aí pode me dar uma dica de qual é a melhor marca? Plasma é bom? LCD? Ficaria agradecida...

quinta-feira, setembro 09, 2010

Para refletir...

Não há nada de errado com a política no Brasil. O que há de errado é o comportamento da sociedade brasileira. Da mesma forma que existe o corrupto, existe o corruptor. Políticos nada mais são do que reflexos de uma sociedade, que se quer mudanças, terá que analisar o seu próprio modo de se portar e de conduzir o que tem por hábito.

(desconheço o autor - se alguém souber, por favor, me avise para dar os devidos créditos)

terça-feira, setembro 07, 2010

Cem coisas ao meu respeito

A um tempo atrás, eu li no blog da Ruby um post muito interessante no qual ela citava 100 coisas ao seu respeito. Achei legal a idéia, e resolvi também escrever 100 coisas ao meu respeito. Divirtam-se:

001 – Falo com objetos [Meu computador que o diga]
002 – Tenho 3 gatos
003 – Já tive cães de estimação
004 – Tocava piano quando era mais nova, hoje não lembro de mais nada
005 – Ainda escuto fitas K7 em vez em quando
006 – Adoro ler antes de dormir
007 – Operei as amídalas quando tinha 11 anos
009 – Curto vários tipos musicais – de Rock a eletrônica
010 – Já li o livro ‘O Cemitério’ de Stephen King 5 vezes em Português e 2 em inglês
011 – Detesto calor
012 – Amo dias nublados e frios
013 – Não tenho muita paciência com pessoas enroladas
014 – Quando estou com fome fico chata pra caramba, nem eu me aguento
015 – Adoro viajar
016 – Pinto os cabelos desde os 15 anos
017 – Grande parte dos meus melhores amigos atuais conheci pela internet
018 – Comecei minha ‘vida virtual’ no Chat do UOL
019 – Detestei a nova reforma ortográfica
020 – Acho péssima a obrigatoriedade do voto
021 – Quando sismo com uma música sou capaz de escutá-la por horas seguidas
022 – Não compro mais CDs
023 – Passava trotes telefônicos quando era pirralha
024 – Não consigo ver graça em seriados americanos em que todo mundo acha graça.
025 – Já fui ao Acre
026 – Sou viciada em Coca-Cola
027 – Sou ex-fumante
028 – Já sofri um acidente de carro
029 – Sou pontual
030 – Nasci em Nilópolis/RJ, mas nunca morei lá
031 – Morei em Blumenau/SC até os 31 anos
032 – Já fui à Inglaterra
033 – Já fui ao Canadá
035 – Quero conhecer a Islândia um dia
036 – Detesto acordar cedo
038 – Não consigo pegar no sono antes da meia noite
039 – Não gosto de abacaxi
040 – Escrevi em diários durante anos
041 – Já fui colecionadora de Flyers [Tenho a coleção guardada até hoje]
043 – Amo morar em São Paulo
044 – Como um pacote de Halls em minutos
045 – Sou doadora de sangue e de medula óssea
046 – Não dirijo
047 – Adoro jogar Egg Buddies no Facebook
048 – Quando viajo de ônibus durmo a viagem praticamente inteira
049 – Eu mesma faço minhas unhas semanalmente
050 – Meus esmaltes favoritos são os de tonalidade rosa e azul
051 – Adoro sushi
052 – Acho a justiça brasileira uma piada de mau gosto
053 – Acho a mesma coisa da política brasileira
054 – Não me vejo morando fora do Brasil pra sempre [apesar de tudo]
055 – Nunca andei de navio
056 – Tenho ossos fortes
056 – Uso óculos
057 - Detesto visita surpresa
058 – Comecei a escrever em blogs em 2002
059 – Sou filha única
060 – Meu primeiro email foi no base mail: millenia@base.com.br
061 – Não sou consumista compulsiva
062 – Não vejo novelas
063 – Gosto de assistir ao MTV Debate
064 – Adoro músicas velhas
065 – Não quero ter filhos
066 – Sou rápida pra me arrumar
067 - Já passei mal ao comer no Mac Donalds
068 – Gosto de feijão preto
069 – Acho Natal uma data que perdeu o sentido faz tempo
070 – Tenho saudades do ICQ
071 – Não troco de celular a 4 anos
072 – Colei algumas vezes quando estava na escola
073 – Detesto papo politicamente correto
074 – Sou contra indultos de dia dos pais, mães, e etc. para presos
075 – Não jogo lixo no chão
076 – Acho a Paris Hilton feia [bonito é o dinheiro que ela tem]
077 – Gosto de sair pra dançar
078 – Não suporto axé, funk e pagode
079 – Não digo adeus duas vezes
080 – Adoro fotografias
081 - Não tenho muito jeito com crianças
082 – Sou uma pessoa muito prática
083 – Cantei uma vez em Karaokê, e não pretendo cantar novamente
084 – Tenho tendinite
085 – Amo ar-condicionado [pena que não posso ter um]
086 – Não sou de ficar puxando papo com vizinhos
087 – Adoro tomar banho de rio
088 – Adoro o sorvete de milho verde de Miguel Pereira [região serrana do RJ]
089 – Não gostei do novo sabor do sorvete de creme da Kibon
090 – Jogo Farmville no Facebook :P
091 – Me formei em Psicologia, mas não trabalho na área
092 – Já fui muito ao cinema quando mais nova, hoje quase não vou mais
093 – Já alisei os cabelos
094 – Não gosto de me bronzear
095 – Acho horário de verão uma verdadeira merda
096 – Já desperdicei meu tempo com pessoas que não mereciam
097 – Não suporto telemarketing
098 – Gosto de observar as pessoas na rua
099 – Não gosto de futebol
100 – Adoro internet

quarta-feira, setembro 01, 2010

Uma época sem cadeirinhas...

Ao ler sobre a nova lei das cadeirinhas para transporte de crianças, não tenho como não lembrar da minha infância.
Naquela época não existia muita coisa a respeito de segurança, principalmente quando o assunto eram carros. Fuscas e Brasílias faziam a festa pelas ruas. Cinto de segurança? Se nem na frente eram usados, imagina no banco de trás.
Andei no banco de trás até os 12 anos de idade. Quando comecei a andar no banco da frente, meu pai me obrigada a usar o cinto, hábito adquiri ao longo desses anos. Antes de existir lei, já andava de cinto. Isso no banco da frente, porque no de trás...
Eu ia leve e solta. Era super comum ir deitada no banco de trás do nosso fusquinha com meus cadernos, adorava pintar e escrever. E minha mãe era doida no volante, o que fazia com que os lápis caíssem toda hora no chão. Somando isso ao calçamento de paralelepípedo predominante na época, era só lápis caindo. Sobre isso tenho uma lembrança engraçada que até hoje eu caio na risada.
Estava eu, toda feliz desenhando, minha mãe dirigindo nosso fusquinha e conversando com uma amiga. Nisso, um dos lápis caiu e rolou pra baixo do banco de carona, e quando eu estiquei o braço pra pegar minha mãe fez uma curva, o que fez com que eu literalmente caísse de cabeça pra baixo e ficasse quicando com a cabeça e com as pernas pra cima. Fiquei um tempo assim até conseguir levantar e voltar pro banco, sem o lapis, e desenhar com os que tinham restado. Eu devia ter uns 5 anos. A cena deve ter sido tosca demais, pior que eu lembro disso e fico imaginando, não tem como não rir. Provavelmente perdi alguns neurônios nessa brincadeira, mas como tenho a cabeça dura, estou aqui firme e forte.
Também lembro da Belina da tia de uma amiga. Muitas vezes ela vinha buscar a gente na escola, e ia toda a criançada entulhada no bagageiro, que era enooooooooooorme!
Lembranças divertidas. Mas agora é todo mundo na cadeirinha.. Pela ''segurança das crianças''. Pequeno detalhe: no busão, no táxi, no metrô não há cadeirinhas. Pois é. E se eu quiser dar carona pra esposa to meu tio e meu priminho de 4 anos? Vou me arriscar levar uma multa? Óbvio que não, agora o guri não sai mais de carro a não ser no carro dos pais.

Para pensar....

terça-feira, agosto 31, 2010

Ataque de fúria



Quem me vê por aí risonha, ou com cara de boia, não imagina que eu tenho alguns ataques de fúria em vez em quando. Tá, nada que me fala infringir alguma lei ou algo parecido, mas parece que tem hora que eu sinto uma enorme necessidade de socar algo. Principalmente quando algum objeto resolve parar de funcionar quando eu mais preciso dele. Quando minha geladeira pifou bem quando eu tava viajando [quer hora 'melhor' de pifar?] eu até me controlei. Mas hoje meu fogão resolveu tirar com a minha cara e acabou levando uns chutes.
Meu fogão é um Bosch, comprado em Janeiro de 2008, mas começou a ser usado somente em Julho do mesmo ano. Enfim, não é um fogão velho. Mas o forno dele sempre foi uma bosta. A parte de cima é tranquila, acente rapidinho, mas o forno deve ter vindo com algum defeito de fabricação, pois pra acender é quase que uma via-sacra. Mas mesmo assim sempre acabava acendendo, o que fez com que não chamássemos ninguém pra ver o porquê disso. A gente ficava 'meia hora' apertando a meleca do botão e plin! O fogo vinha. Até que hoje ele não veio.
Lá vai eu, toda feliz assar uns pães de queijo, e ao tentar acender aquela porcaria.. Cadê o fogo? Nemmm sinal. A casa inteira já estava fedendo a gás, o que me fez abrir todas as janelas, e nada da porcaria acender. Ventilei bem a casa, tentei de novo, nada. Tentei usando um fósforo e nem tchum. Aquilo foi me dando uma raiva, mas uma raiva tão grande, que quando eu me vi, estava chutando o pobre do fogão com toda força. Provavelmente o vizinho deve ter pensado que eu enlouqueci, mas na boa, não estava nem aí. Todas as quatro bocas acendiam normalmente, e a meleca do forno nem sinal de vida. Nunca tinha chutado tanto um fogão assim, mas provavelmente foi o que deu certo, pois meia hora depois, quando já tinha me convencido de que não iria comer pães de queijo, e sim feijão com arroz.. PLIN! A birosca do forno resolveu dar sinal de vida e acendeu! Mas como sei que chutes não são a melhor forma de fazer um fogão funcionar, vou ver se tomo vergonha na cara e acho uma assistência técnica da Bosch pra vir aqui olhar isso, pois tive 3 fogões em Blumenau, e NUNCA aconteceu isso. De lascar! Só sei que se tiver que levar pra assistência, bye bye, jogo essa porcaria fora e compro um bem podrão nas Casas Bahia. Às vezes a gente despreza as marcas ditas populares, mas são exatamente esses que duram mais, e não dão dor de cabeça!

Agora vou lá comer meus pães de queijo.. hihihi!

domingo, agosto 29, 2010

Imitação fail.

Há tempos tenho estado enjoada de Orkut. Já teve sua fase legal, me diverti muito lá, mas ultimamente tem estado um horror. Além de ter virado festa do caqui, cheio de fakes, gente idiota postando coisas mais idiotas ainda, agora tem um agravante: a tentativa desesperada de imitar o Facebook.

Faz um tempo que eu migrei pra versão nova. De início eu não curti muito, mas no fim acabei me acostumando. Até que ontem, ao entrar na minha página, vi que eles haviam transformado o Orkut numa versão pra lá de mal feita do Facebook. Ah não, aí desanimei de vez. Cliquei rapidinho ali no botão 'versão antiga' e ufa!.

Orkut e Facebook são duas redes sociais totalmente distintas. O forte do Orkut sempre foram as comunidades, já no Facebook o forte são os jogos e as páginas, onde vc pode 'curtir', e interagir. O problema é que o Orkut nunca foi forte lá fora, provavelmente por causa da péssima mania dos brasileiros de invadir as coisas e transformar um fórum de discussão internacional em uma feira. Conclusão: os gringos saíram, e a brasileirada se aconchegou. Nesse meio tempo, o Facebook começou a crescer. Até pouco tempo atrás tinham poucos brasileiros lá. E de repente, o Google se viu em uma encruzilhada: seu maior rival estava tomando também os brasileiros. E o que aconteceu? 'Vamos imitar o Facebook então!''.E na minha opinião, deram um belo tiro no pé. Muita gente está largando o Orkut de vez, e foi pro Facebook. E as comunidades que antes eram legais, agora estão se tornando desertas, ou infestadas de fakes que só falam porcaria. Isso quando não são misteriosamente deletadas. O que é uma pena, pois ainda existiam comunidades que valiam a pena a leitura. O Google deveria rever essa política de imitação e voltar a ser o que era: uma rede simples, com comunidades fortes. Ao olhar meu perfil com a versão antiga relembrei o quão melhor era. Uma página simples e mais organizada.

O que seria do azul se todos gostássemos do verde? Tudo igual é chato, enjoa. Mas pelo visto é um caminho sem volta. Ainda não deletei minha conta por dois motivos: Algumas pessoas mantém contato comigo por ali e não curtem o Facebook, e ainda existem algumas poucas comunidades que eu gosto de ler. Até quando, não sei..

Música para animar o Domingão



Boa semana a todos! :)

segunda-feira, agosto 23, 2010

Se essa máquina falasse...

Há um tempo atrás resolvi pegar minhas fotos pra matar saudades de épocas boas da minha vida. Num tempo em que não existia câmera digital, era tudo no rolo de filme, e os álbuns de fotos ocupavam um grande espaço nas prateleiras do meu quarto.

Até 1995 eu não tirava muitas fotos. Não por não gostar, e sim por não saber mexer na nossa Olympus Trip 35. Eu detestava tirar foto com ela porque nunca sabia regular direito, e o resultado eram fotos horrorosas, isso quando não queimava tudo.

Essa máquina adorava zuar comigo :(

Isso sem contar que o flash era separado, e demorava mil anos pra carregar de novo. Durante o dia era tranquilo, mas a noite era mais chato. Mas como eu quase não saía sozinha, e ainda era pequena, nem ligava muito pra isso, visto que quem tirava as fotos era meu pai, e às vezes minha mãe.

O tempo foi passando, eu comecei a sair, e queria ter uma máquina só minha. Mas naquela época, máquinas fotográficas eram caras, e parcelamento não era algo tão comum como hoje em dia. A gota d'água foi quando eu dei uma festa lá em casa, e todas as fotos que eu tirei com a bendita Olympus queimaram. Um filme inteiro de 36 poses jogado no lixo, e nenhuma lembrança da festa. Fiquei com tanta raiva que pedi encarecidamente para ganhar uma máquina fotográfica mais fácil de mexer no meu aniversário que estava por vir. Dito e feito: ganhei uma Kodak Star 535. Super leve, com flash embutido e fácil de mexer. Isso foi em novembro de 1995. E ela viria a ser minha companheira por uns bons anos.



Foi a máquina que eu mais usei, talvez muito mais do que todas as 3 digitais que já tive juntas. Onde eu ia eu a levava, e facilmente acabava com um filme de 36 poses, que graças ao meu esquema de colocar o filme, sempre saíam 38. Dá pra contar nos dedos as vezes que queimaram fotos. Isso raramente acontecia. Foi ela quem me acompanhou pra todas as viagens que eu fiz pra Presidente Prudente, Acre, São Paulo, Joinville, muitas baladas em Blumenau, Oktoberfests. Também 'comeu' areia nas dunas da Joaquina em Floripa, e mesmo assim nunca pifou.

Toda vez que voltava pra casa era aquela ansiedade em levar o filme pra revelar. Confesso que era uma sensação legal abrir aquele pacotinho e ver as fotos. Tudo bem que muitas vezes a maioria era um desastre total, mas não por causa da máquina, e sim pelo estado de quem bateu a foto [hehehehe]... Eu a usei até meados de 2005, quando comprei minha primeira câmera digital.

Câmeras digitais são legais, e muito mais práticas, confesso, mas eu acho que elas mataram um pouco essa magia do ato de tirar fotos. Por incrível que pareça, eu tiro menos fotos agora com minha digital do que eu tirava com a Kodak. Não que eu perdi o gosto por fotos, mas talvez pela facilidade de todo mundo ter a qualquer hora. Então virou algo 'lugar-comum'. Além do que, a qualidade das fotos tiradas com filmes são superiores às digitais. Mas enfim, continuo com minha Kodak guardadinha aqui. Infelizmente o botão dela caiu, talvez pelo mau armazenamento durante a mudança, mas quem sabe um dia eu não mande consertar [se é que ainda poderei] e a use só pra matar saudades de revelar um filme...

sábado, agosto 21, 2010

Happy Hour

Nada como vc estar cercado de pessoas que vc gosta.
Um simples programa decidido em cima da hora pode ser algo muito divertido. Como uma ida a um barzinho na Paulista numa sexta feira qualquer.
Na verdade era para termos ido no cinema. Mas como a programação muda toda sexta feira, não estava mais em cartaz o filme que queríamos ver em 3D. #Fail total. Aliás, gostaria de deixar registrada aqui uma queixa sobre o Cinemark do Shopping Santa Cruz. Como é que em plena sexta feira a bilheteria abre somente ao meio-dia e meia, e pior, com UM caixa só atendendo?
Mas enfim, como o cinema melou, acabou rolando o happy hour na Paulista, o que foi até melhor.



Com direito a foto pela rua depois



E de pezinhos no metrô (bem coisa de quem bebeu um pouco a mais :P)





Comecei o fim de semana bem. Que venha o show do Jota Quest hoje :D

quinta-feira, agosto 19, 2010

Campanha de doação de medula óssea em São Paulo.

Fico feliz em saber que, mesmo meu blog não sendo um dos mais famosos na dita 'blogosfera', consigo divulgar mensagens que julgo importantes. Há dois dias atrás, recebi um email do Antônio Cruz pedindo para eu divulgar a campanha de doação de medula óssea que o Colégio Módulo estará realizando sábado, dia 21. É com grande satisfação que divulgo este evento, e quantos mais eu puder:

COLÉGIO MÓDULO PROMOVE CAMPANHA DE DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA, EM PARCERIA COM A AMEO

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação de medula óssea, o Colégio Módulo receberá uma equipe da Associação da Medula Óssea (AMEO) e do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo para a realização de cadastro de doadores voluntários. A ação acontecerá no dia 21 de agosto (sábado), das 09h00 às 16h00, no pátio da escola, localizada na Rua Tito, 1175 – Lapa.

Para se cadastrar, basta estar bem de saúde, ter entre 18 e 54 anos e comparecer ao colégio, com o documento de identidade e CPF, além de informar dois números de telefone para contato.

Aliás, ao contrário do que muita gente pensa, ao se cadastrar ninguém tira a medula na hora. É feita somente uma coleta de sangue, como num exame de sangue comum! Portanto, não é preciso ter medo. A doação somente é feita ao encontrar um paciente cuja compatibilidade seja igual ao doador. Simples assim!


Então, quem for de São Paulo capital e puder, dê uma passada lá e cadastre-se. Para mais informações sobre doação de medula óssea, visitem o site da AMEO.

segunda-feira, agosto 16, 2010

A via sacra de tentar abrir vidros de alimentos.

Uma das coisas que eu não consigo me conformar é a dificuldade de abrir potes de certos alimentos. Pepino, palmito e azeitona são os top de linha. Conseguir abrir um pote de azeitona é uma via sacra, e pior, é toda vez. Abre uma vez, beleza. Fecha... e começa o martírio, pra abrir de novo só com faca. Um horror. Os vidros de requeijão (os que vem em vidro mesmo, pois agora diminuiram a quantidade e colocaram naqueles copos ridículos de plástico) também são outros. Muitos vem com aquele treco de plástico pra facilitar, mas não adianta, tem que futucar com a faca, e lá vai melequeira na pia. Eu não entendo o porquê das empresas não colocarem no mercado embalagens que abrem com mais facilidade. Eu ainda consigo abrir mesmo me esguelando toda, mas fico pensando em quem tem problemas nas articulações, como reumatismo por exemplo.. Não deve conseguir abrir um vidro de azeitona nem por decreto!
Um dia desses comprei um pote de salsichinhas em conserva. Várias vezes já tinha comprado salsichas da mesma marca, e abria o potinho de plástico numa boa. Mas dessa vez acho que a tampa veio colada com super-bonder, ou algo mais potente ainda, pois não consegui abrir de jeito nenhum! A sorte é que eu havia guardado o pote anterior. E como não me dou por vencida, viva a faca:



Consegui passar tudo pro outro pote. Agora, vamos combinar.. É ridículo ter que rasgar a embalagem com uma faca pelo simples fato de não conseguir abrir a dita cuja!

Empresas alimentícias, por favor.. Façam embalagens mais fáceis de abrir. A gente agradeceria imensamente. E pra quem diz que isso não é possível, eu desminto, pois a Hemmer conseguiu. Os vidros de suas conservas são super fáceis de abrir. E conserva direitinho.

domingo, agosto 15, 2010

Festival do Chocolate

Sexta fui ao Festival do Chocolate de Ribeirão Pires. Já é a terceira vez que eu vou nesse festival, e posso dizer que me diverti muito nos anos anteriores. E nesse ano não foi diferente. Além de comer um delicioso pastel, me deliciei nos espetinhos de morango com cobertura de brigadeiro. Ô coisa gostosa. E de quebra, curti o show do Capital Inicial, banda que curto bastante. Já fui em vários shows deles quando eu morava em Santa Catarina. Ano passado eles também se apresentaram no Festival, mas infelizmente não pude ir..
Por ser uma banda que já vi várias vezes, já tinha uma idéia do que esperava, mas confesso que o palco me impressionou bastante. Já fui em muitos shows nacionais, mas pela primeira vez vi um palco tão bem elaborado como esse. E o mais legal é que tinha bastante gente, mas não tava extremamente muvucado como nos outros shows, então eu consegui ver o palco, e não só o telão. Pulei um monte, cantei muito - o que deixou minha garganta em frangalhos coitadinha-. Posso dizer que queimei algumas calorias dos chocolates que comi, o que é ótimo! Fiquei com vontade de ir em outro show deles. Vamos ver quando. Aliás, além do palco estar ótimo, o clima também estava, um ventinho gelado que não deixava a gente ficar suando que nem porcos.. Muuuuito bom! A única coisa chata foi o atraso de uma hora e pouco. Mas tudo bem, todos os shows atrasam né...
E sábado que vem tem mais.. Dessa vez será Jota Quest. Será o primeiro show deles que eu vou, espero que dê pra pular bastante também.

-> Só pra não deixar passar em branco, esse findi está exatamente como eu gosto: frio e nublado ehehehehehe!! <-

quinta-feira, agosto 12, 2010

Leite e lembranças...

Estava lendo notícias na net, e parei no site do DFTV. Lá tinha uma reportagem sobre os diferentes tipos de leite. Eu nem sabia que ainda vendiam leite em saquinhos, talvez por não curtir muito leite [na verdade eu detesto], então nem prestei mais atenção. Há anos compramos leite longa-vida desnatado [o único que eu consigo tomar com achocolatado, puro nem pensar], pela praticidade. Primeiro que o cheiro do leite fervendo me dá vontade de vomitar, e segundo que ferver leite é uma das tarefas mais ingratas que existe. Você pode ficar meia hora olhando fixamente pra ele, mas no momento que vc pisca, boceja, espirra, ou simplesmente olha pro lado, o maldito sobe e faz aquela c*gada no fogão. E ao ver essa reportagem, foi exatamente disso que eu lembrei.
Eu sou da era pré-leite longa-vida. Só existiam leites de saquinhos, e quando surgiram os de caixinha eram muito caros ainda. Então, meus pais compravam o bendito leite em saquinho, e ao abrir, fervíamos o dito cujo. Dizia minha mãe que era pra aumentar a durabilidade, pois aqueles saquinhos e nada eram a mesma coisa, ou seja, não conservavam bulhufas nenhuma. E praticamente todo dia era a mesma tragédia. Um segundo de distração, e lá vai o leite transbordando e inundando o pobre do fogão.
Depois de tanto limpar fogão borrado, minha mãe cansou e comprou uma daquelas leiteiras com apito. Nossos problemas finalmente acabaram! Quando o leite ferve, o treco apita e ficava tudo lindo! Podíamos nos distrair, conversar, boiar.. Só que tinha um porém: aquele apito era uma desgraça, e pior, mesmo depois de desligar ainda ficava apitando. E o mais engraçado é que naquela época foi uma febre as tais leiteiras com apito, todo mundo tinha, e sem zueira, a rua inteira apitava. Sabíamos quando alguém estava fervendo leite, e obviamente os vizinhos sabiam quando nós estávamos fervendo também!
Enfim, pelas minhas vagas lembranças, a leiteira foi aposentada logo, pois aquele 'piiiiiiiiiiiiiiiiiii' era triste. Ainda bem que logo depois os leites em caixinha começaram a ser mais divulgados, e o preço caiu. Ufa! E viva o leite longa-vida!

domingo, agosto 08, 2010

Doação de medula óssea é coisa séria.

Quando a gente decide ser doador voluntário de medula óssea, temos que estar cientes de que poderemos ser chamados a qualquer momento para exames de compatibilidade. Manter o cadastro atualizado é importantíssimo, mas infelizmente tem gente que não leva isso a sério, o que é muito triste. O que poderia ser uma chance pra pessoas portadoras de doenças no sangue torna-se um sonho pra lá de distante, pois muitos vão lá, se cadastram, e simplesmente se esquecem de atualizar os dados em caso de mudança de endereço ou telefone. Ou pior ainda, acham uma pessoa compatível mas ela desiste por medo.
Se for pra ficar com medo, melhor que nem se cadastre. Deve ser frustrante pro paciente saber que alguém compatível apareceu, mas deu pra trás. Aliás, não entendo o medo, visto que é um procedimento simples, e de rápida recuperação. Se for doação por aférese o máximo que ocorrerá será sintomas parecidos com uma gripe, nada sério. Se for por punção na bacia, o máximo que vai acontecer é ficar com a área dolorida por alguns dias. Afinal de contas, o que é pior, uma punção na bacia e ficar com uma dorzinha incômoda por um tempinho e logo estar 100%, ou estar preso em uma cama de hospital sem poder fazer nada a não ser esperar por um doador compatível?
Vamos colocar a mão na consciência. Ser doador voluntário de medula óssea é coisa séria. Pensem bem antes de se cadastrar, e caso decidam, não se esqueçam de manter o cadastro atualizado. A vida de alguém um dia poderá ser salva por isso.