domingo, junho 19, 2011

Poços de Caldas - parte 1 - A ida.

Sempre tive vontade de conhecer Minas Gerais mas nunca tinha tido oportunidade. Minha mãe já esteve em Araxá e falou super bem de lá, e destacou a simpatia do povo mineiro. Até que há algumas semanas combinei com a Clarissa [ou melhor, ela combinou comigo] de irmos até Poços de Caldas passar 3 dias, pra aproveitar as férias dela. Eis a oportunidade de conhecer pelo menos um pedacinho de Minas.
Tínhamos duas opções de caminhos para chegar lá: um que passava mais pelo Estado de Minas, e o outro que ia por São Paulo, passava por Águas da Prata, e em seguida chegaríamos em Poços de Caldas. Optamos fazer os dois, na ida pegaríamos Minas, e na volta iríamos por Águas da Prata. Fizemos as rotas pelo Google maps, imprimimos e lá fomos nós.
Chegamos na Fernão Dias tranquilamente. Até ali o mapa estava funcionando que é uma beleza. E claro que não podia faltar foto da plaquinha de divisa.



Demos uma paradinha para esticar as pernas, e voltamos à estrada. Fomos indo direto pela Fernão Dias, e fomos, fomos.. De repente nos tocamos que a única placa que indicava Poços de Caldas já tinha passado há um tempo, e estávamos boiando total. Decidimos parar em um posto pra 'desboiar'. Aproveitamos pra almoçar, pois já era uma hora da tarde. Quando entramos no carro pra ir embora, dei uma olhada mais atentamente no mapa, e foi aí que eu me toquei da bizarrice: não sei o que houve, mas uma parte da rota não tinha sido impressa, e era exatamente a parte onde tínhamos que entrar pra pegar a tal BR 459. Só com a gente acontece isso mesmo! Fizemos o retorno e finalmente pegamos o caminho certo. Nessa brincadeira a gente perdeu uma hora, mas mesmo assim estávamos otimistas, pois de acordo com o nosso cálculo, chegaríamos a Poços lá pra 4 horas da tarde. Mas nosso amigão, Murphy sempre anda nos perseguindo e... A serra estava em obras. Yupi! Conclusão: Ficamos mais de uma hora paradas boiando numa estrada no fim do mundo onde nem celular pegava. Uma coisa linda! Ficamos lá flutuando.. Até que finalmente liberaram a pista. Eu estava me perguntando o porquê de tantas obras, pois até que aquela estradinha tava melhor do que a Fernão Dias, que é pedagiada. E acabei mordendo a língua. Quando começamos a subir a serra vimos o estado da coitada. Toda desbarrancada, cheia de caminhão de obra tentando dar um jeito naquela zona. Me senti participando de um rali, com tanta poeira e buraqueira. Coitado do golzinho da Cla.

E da-lhe comer poeira..

E pra deixar a gente mais feliz ainda com toda essa poeirada, chegamos em Poços bem na hora em que o sol estava se pondo. E pior, ele estava literalmente na nossa frente. Ou seja, tostando nossos pobres olhos, e nós, tentando achar as ruas certas praticamente cegas. Conseguimos chegar no centro da cidade. Eu me surpreendi, achei que era menor. Lembrou-me de Blumenau, cidade cheia de morros. E o clima estava uma delícia: frio. Bom, muito bom! Achamos as ruas certas, mas na hora de achar o hotel boiamos, claro. Até que... finalmente achamos! Ufa! Chegamos quase 6 horas da tarde. Nossos planos de dar umas voltas pela cidade na parte da tarde miaram. Mas eu estava muito feliz de poder chegar no hotel, comer algo e tomar banho pra tirar aquela poeirada toda! Mas pra finalizar a noite com chave de ouro, conseguimos ver o eclipse lunar! Já estava mais da metade, mas mesmo assim fiquei feliz, fazia anos que não via um.
Fomos dormir cedinho.. Pois no dia seguinte tinha muita coisa pra fazer..

Amanhã vem o post sobre a cidade propriamente dita. Já adianto que adorei tudo por lá!

quinta-feira, junho 09, 2011

Diferença entre países sérios e o Brasil.

Japão: Atingido por um forte terremoto e tsunami, reconstrói uma estrada em seis dias após o ocorrido.

Enquanto isso no Brasil...

Falta de energia deixa semáforos apagados nesta quinta-feira em SP

O que provocou essa falta de energia que já dura quase 3 dias? Foi um tsunami? Foi um furacão? Foi um tornado? Foi um terremto? Não! Foi uma simples ventania seguida de chuva. Coisa que acontece durante o verão praticamente todo, e de vez em quando nos outros meses.

Graças a Deus que o Brasil não tem terremotos, nem tsunamis... Porque se uma ventania e chuva já causa esse estrago no fornecimento de energia elétrica, e cai esse montão de árvores... Nem quero imaginar se tivéssemos esses outros desastres naturais. Viraríamos um Haiti rapidinho. Infelizmente.

Aliás, em que pé anda a reconstrução das cidades serranas do Estado do Rio de Janeiro? Pelo visto o governador deste está mais preocupado com a reforma do Maracanã e em punir bombeiros que reividicam melhores condições de trabalho do que em fazer o que deveria ser feito para ajudar as cidades atingidas.


#MEGAfail


*Edit*

Nosso Governador descobriu a pólvora! Ele descobriu que a Eletropaulo não opera com segurança em dia de chuva .... #MEGAfail²

segunda-feira, junho 06, 2011

Festa do Imigrante

Ano passado tinha visto na TV sobre a Festa do Imigrante. Como era o último dia de festa, acabei nem indo. Esse ano, ao receber um convite no Facebook para a festa, resolvi ir. Chamei a galera e fomos lá no Memorial do Imigrante prestigiar a festa. O evento é muito bacana. Tem culinária de praticamente todos os povos que imigraram pra cá, além de artesanato e danças folclóricas.
A festa é muito boa! Decidimos chegar de manhã, ainda no começo, para podermos aproveitar o lugar, tirar fotos e comer alguma coisa. Foi a melhor coisa que fizemos. Lá pras 13 horas começou a chegar muita gente. Comemos antes da muvucada começar a chegar, e escapamos das filas enormes nos caixas.
Aliás, algo que eu não achei nada prático foi o fato de não podermos pagar nem comida, nem o artesanato com dinheiro. Éramos obrigados a enfrentar fila pra comprarmos fichas de papel para podermos trocar pelas mercadorias. O que fez com que só de olhar aquela mega fila pra comprar ficha nos desanimasse bastante. Acabei ficando só na comida mesmo, principalmente pelo fato de não saber quanto eram as coisas, e pior, os caixas das fichas ficarem longe. Então imaginem: chegava lá na barraquinha, perguntava o preço, aí tinha que ir lá nos caixas, comprar fichas, e voltar pra pegar.
Mas tirando esse fato, gostei do festival. Assisti a apresentações de dança de vários lugares, e me diverti bastante!











Viajei um monte vendo aquelas danças de diversos países. Muito legal mesmo! Outra coisa que tenho que reconhecer é que existem banheiros químicos usáveis. Tudo bem que não é o ideal, mas os de lá estavam limpos e tinham papel. Ponto pra organização e pro pessoal da limpeza.

Adorei a festa. Ano que vem com certeza marcarei presença!

terça-feira, maio 31, 2011

Tiozinho no metal

Fazia tempo que eu não ria tanto com um vídeo no YouTube. Mas esse realmente me arrancou boas gargalhadas:



O tiozinho ali no meio todo feliz com sua coreografia estranha. E aquele bando de maluco descoordenado pulando que nem cabritos e fazendo trenzinho como se estivessem dançando música de Oktoberfest realmente é impagável! Valeu YouTube pelas gargalhadas!

terça-feira, maio 24, 2011

O caso Pimenta Neves e nossa justiça tartaruga.

Finalmente decidiram prender Pimenta Neves. Onze anos depois, e trocentos recursos tentados, não teve jeito. Vai ter de ir pro xilindró. Isto é, se ele não der um jeitinho de fugir, afinal de contas, no Brasil tudo é possível.

Não consigo entender como isso pode ser chamado de justiça. Sério, às vezes eu tento, mas não dá. Como nossas leis podem ser tão idiotas? O cara é condenado, réu confesso, fica onze anos solto numa boa, e, quando finalmente decidem que ele deve cumprir a pena na prisão... não pode prendê-lo por causa do horário. Oras bolas, como assim? O cara já foi condenado! Qual é a diferença de prender às 18 horas, e prender às 8 horas da manhã? Sinceramente, só acredito que esse cara foi preso quando vir ele na cadeia propriamente dita. Enquanto isso, continuo achando que ele vai dar um jeito de fugir. Afinal de contas, ele é jornalista, famoso, tem influências. Se fosse um favelado que tivesse roubado um pote de margarina no supermercado estaria preso até hoje, e pior, sem julgamento. Isso só reafirma minha opinião de que no Brasil, justiça não se faz, se compra. Basta ter grana e conhecer as pessoas certas. Não é nem questão de somente ter dinheiro, e sim ter influência. Se só dinheiro salvasse, o goleiro Bruno já estaria solto.

E por falar em (in)justiça, Mércia Nakashima foi assassinada há um ano, e até agora nem sinal de prender o acusado, que coincidentemente é ex-policial e.. tem influências.

Pois é...

segunda-feira, maio 23, 2011

E o mundo não acabou...

Pois é.. o profeta profetizou errado. Coitado! Pior do que isso é gente gastando dinheiro pra espalhar a 'profecia'. O que leva alguém a fazer isso?

a) Ser retardado
b) Falta do que fazer
c) Querer aparecer

A única certeza é que agora eles estão fus.. Ficaram sem dinheiro. Deixo aqui uma música em homenagem aos doidões do apocalipse:

terça-feira, maio 17, 2011

E viva o frio!

Depois do Blogger ficar dando problemas direto, e sair do ar por um bom tempo, o que fez com que minha inspiração fosse embora, estou de volta.

Voltei pra comemorar o frio que tem feito em São Paulo. Finalmente Sampa se lembrou de que também existe frio por aqui, e obviamente eu fico feliz da vida. Sei que provavelmente nem vai durar muito, mas já dá pra ficar feliz. Dias nublados e frios me deixam animada!

Um VIVA para esse friozinho gostoso!

segunda-feira, maio 09, 2011

A obrigação de consumir.

Já escrevi várias vezes sobre os bens de consumo não durarem praticamente mais nada, o que nos obriga a jogar fora e comprar outro. E a reportagem que saiu no Estadão neste fim de semana foi bem clara: é muito mais barato jogar fora e comprar um novo do que mandar para o conserto. E o pior, todo mundo acha lindo. Estragou? Simples, jogue fora e compre um novo. Só que ninguém lembra que quem acaba se ferrando nessa história toda é o nosso planeta, que já está dando sinais de exaustão faz tempo. Infelizmente esse estilo de vida é incompatível com o planeta. Ou consome-se menos, ou degradaremos cada vez mais o ambiente em que vivemos. E depois não adianta reclamar de mudanças climáticas, catástrofes, falta de água dentre outras coisas.

E hoje, ao imprimir uns negócios, acabei lembrando exatamente disso: da obrigação de consumir. Impressoras antigas funcionavam com um cartucho só. Se acabasse o colorido, imprimíamos em preto. Se acabasse o cartucho preto, o colorido fazia o papel dele, e imprimia. Agora não. Se eu preciso imprimir algo em preto, mas o cartucho colorido está vazio, mesmo o preto estando cheio... Não imprime! Ou seja, somos obrigados a comprar um cartucho colorido mesmo não precisando usar. É ou não é algo ilógico? Agora estou eu aqui, com um cartucho preto cheinho, mas não posso imprimir nada. É de doer no rim hein...

terça-feira, maio 03, 2011

Ridículo!

Vem aí mais uma tentativa do governo de arrancar dinheiro da gente.

Figura retirada daqui

Concordo que precisamos modernizar nosso documento de identificação, pois o atual qualquer zé mané da esquina falsifica numa boa. Além do que, já passou da hora de ter um cadastro único, pois é uma aberração poder tirar identidade com números diferentes em cada Estado. Mas discordo em ter de pagar. É obrigação do governo nos fornecer documentos de identificação seguros. E com a tonelada de impostos que pagamos, não acredito que não se tenha dinheiro pra bancar.

Agora alguém me explica: por acaso o Inglês virou idioma oficial do Brasil? Pois não entendo o porquê de termos este idioma no novo documento. Afinal de contas, ele não valerá no exterior, no máximo nos países da América do Sul. Se o segundo idioma usado fosse Espanhol até entenderia, mas Inglês realmente não consigo. É fogo!

segunda-feira, maio 02, 2011

Pergunta que não quer se calar:

Será que agora Obama pode ficar aliviado e contar com a reeleição, já que Bin Laden ''morreu''?

hehehehehe...

sábado, abril 30, 2011

Viagem de Páscoa - Terceira Parte - Voltando pra casa.

E chegou domingo. Um feriadão que parecia tão grande, estava chegando ao fim, e a sensação é de que passou tudo rápido demais.
Pegamos estrada logo depois do almoço. Não queríamos chegar muito tarde em Porto Alegre, mesmo porque todo mundo acordaria cedo no dia seguinte, inclusive eu. Meu vôo estava marcado para as 9:40 da manhã.

A volta de Uruguaiana para Porto Alegre foi bem mais rápida, e mais tranquila do que a ida. Pegamos engarrafamento na bendita BR 290 de novo, mas nada comparado com a ida. Chegamos em casa lá pras 11 e alguma coisa da noite.

Segunda-feira, 6 da manhã toca o despertador do celular.. Minha vontade era de dormir até meio-dia, mas nem pensei muito, levantei e fui acabar de arrumar as coisas. Foi quando eu descobri que o aeroporto estava fechado. Havia me esquecido de uma coisa muito comum no sul, principalmente nessa época do ano: neblina. Ela é linda pra quem sai de casa de manhã de carro ou a pé, mas pra quem precisa voar é um desastre. Logo pensei: 'mifu, vai atrasar tudo.' Mas, já peguei o aeroporto de Congonhas muvucado, então imaginei que estaria mais ou menos a mesma coisa. Mas me enganei redondamente. Quando cheguei naquele aeroporto, fiquei com cara de paisagem tentando entender o que estava acontecendo. Aquilo estava pior do que Rua 25 de Março em véspera de natal. Fila? Era um amontoado de gente, nem dava pra saber onde começava, muito menos onde terminava. Bom, eram 10 pras 9 da manhã, e meu vôo, segundo o painel, estava confirmado pras 9:40. Aí vem a pior parte: tentar achar um funcionário da Gol no meio daquela zona, com uma mala enorme pesando 19 quilos. Anda dali, atropela alguns pés lá, e achei uma funcionária perdida lá no meio. Ela me indicou uma fila. Cheguei lá e fiquei com a pulga atrás da orelha. Resolvi ir atrás de outra funcionária, e fui mandada pra fila do check in automático, aquele das maquininhas. O tempo foi passando, e eu só olhando pro painel desesperada, quando chega a minha vez. Digito o código localizador e... tchanan! 'Serviço encerrado para este vôo''. Como assim? Quase tive um treco lá, chamei uma outra funcionária e expliquei a situação. Ela me mandou seguí-la. Só que ela ia correndo no meio da multidão, e eu lá, tentando acompanhá-la com aquela maldita mala enorme de 19 quilos! Lá vou eu atropelando meio mundo, pede licença daqui, pede licença dali, até que finalmente ela me bota na frente da fila. Despachei a mala e saí correndo pra sala de embarque. Nessas alturas do campeonato achei que minha mala iria se perder no meio daquela zona, mas sinceramente, já estava preparada psicologicamente para o não recebimento da coitada em Cumbica. Minha maior preocupação era entrar no avião. E consegui! E descobri que o vôo era pinga-pinga, ou seja, o destino final era Belo Horizonte, mas tinha escala em Florianópolis, e claro, Cumbica.

Passado o stress, aproveitei o tempo lindo que estava fazendo, e tirei várias fotos. É difícil pegar um tempo tão lindo assim, e não poderia desperdiçar essa chance.











Depois de um vôo agradável, cheguei em Guarulhos. Já estava pensando que a mala tinha ido pra China, ou pra qualquer outro lugar, mas para a minha surpresa ela foi uma das primeiras a aparecer na esteira. Eu quase nem acreditei!

E para me surpreender mais uma vez, o trânsito estava bom! Cheguei rapidinho em Congonhas, e, apesar da fila do táxi estar enorme, e de pegar um taxista pra lá de rabugento, cheguei em casa rapidinho!

Bom, depois disso tudo fica a lição: Nunca se esquecer da neblina. E tentar não pegar vôos de Porto Alegre ou de qualquer lugar do RS e SC de manhã cedo. E a constatação de que infelizmente o Brasil vai pagar um king kong na copa do mundo. Nossos aeroportos definitivamente não tem estrutura necessária, e pelo que estou vendo, não vão ter até lá nem ferrando. Uma pena.

quarta-feira, abril 27, 2011

Viagem de Páscoa - Segunda Parte - Uruguaiana e Argentina

Acordei no dia seguinte totalmente renovada. Raramente quando deito às dez da noite pego no sono rápido. Se eu durmo logo, acordo às duas da manhã e fico a noite inteira com o olhão aberto esperando o sono voltar. Mas eu estava tão cansada que não teve frescura: deitei às 10 da noite e fui diretão até às 8 da manhã. Que coisa boa!

Levantei, troquei de roupa, e fui conhecer o lugar onde estava hospedada. Era um sítio, na área rural de Uruguaiana, e tinha de tudo. Porco, pato, galinha, vaca. Aliás, acordei exatamente com o barulho de uma vaca mugindo. Um barato! Fiz a festa nas fotos dos bichinhos simpáticos e do lugar.

Oi, tudo bom?

Essa aí foi a vaca que me acordou com os mugidos.. rs

Mel, uma das cachorrinhas de lá, muito simpática!

Javali filhote

Javalis simpáticos [ou não rs]

Ainda estava calor, mas não aquele calor horrendo do dia anterior. E a previsão era pra temporal e esfriar depois..

Almoçamos, e a tarde fomos conhecer Uruguaiana propriamente dita. Como era sexta-feira Santa, praticamente tudo estava fechado, mas achamos uma sorveteria aberta, e sentamos lá pra boiar um pouco.



Achei a cidade simpática. Ficamos um tempo rodando por lá, fomos na casa de familiares do Léo, e voltamos pra casa, pois o temporal estava armando. Chegamos a tempo. A chuva começou era 7 e pouca da noite, e a luz acabou às 8. Jantamos a luz de velas. E ficamos horas esperando.. esperando.. Até que já era quase meia-noite e nada da luz voltar, o jeito foi ir dormir mesmo.. Nem vi a hora que voltou, mas pelo visto demorou bastante...

Quando acordei, abri a janela e vi aquele céu azul maravilhoso, esqueci totalmente da luz que foi embora no dia anterior.



Estava um dia ótimo para ir à Argentina. A cidade que faz divisa com Uruguaiana é Paso de Los Libres. Nunca tinha ouvido falar até então. A cidade em si não achei bonita, e acabei nem tirando fotos. Mas tirei fotos da ponte, claro! E com aquele céu lindo, as fotos ficaram melhores ainda!












E o que tinha de bom lá? Bom, na verdade não vi muita coisa. Lá é bom comprar produto de limpeza, mas imagina eu trazendo toneladas de detergente e derivados no avião.. Seria bizarro demais. Mas fiquei feliz por conseguir comprar 3 caixinhas de chá verde com 20 saquinhos cada por 10 reais. Legal né? E valeu pra conhecer, claro! Veja que coisa poética, fui pra Uruguai e Argentina em 2 dias...

Em breve, mais um capítulo da viagem de Páscoa.

terça-feira, abril 26, 2011

Viagem de Páscoa - Primeira parte - Estrada!

Cheguei! Depois de 4 dias maravilhosos, em um lugar tudo de bom, com pessoas extremamente agradáveis, e de uma peregrinação para conseguir pegar meu vôo estou de volta à minha querida Sampa. Sobre a peregrinação para pegar o vôo terá um post específico. Vamos à viagem propriamente dita.

Fazia muito tempo que eu não ficava tantas horas em estrada. Não que eu esteja reclamando, pois na verdade eu amo isso. Desde que eu não dirija. Folgada eu né? Mas a verdade é que, além da minha CNH estar vencida há décadas, e de não dirigir há décadas também, tenho um pequeno problema: balanço de veículo na estrada equivale a um berço sendo ninado pela mãe, ou seja: me dá sono. E eu durmo que nem uma criancinha. Então imagina eu lá, dirigindo e de repente apago.. Não é uma boa idéia. O que eu gosto mesmo é de viajar observando a estrada e dormir. Tá aí minha paixão por viajar de ônibus, que quase ninguém entende.

Enfim, a viagem pra Uruguaiana levou quase 14 horas. Nem eu, que adoro estradda, esperava que fosse demorar tanto tempo assim, mas eu adorei! Mesmo porque não conhecia nada do Rio Grande do Sul, e fui intercalando dormidas com observadas pelas estradas gaúchas. Para quem não conhece nada do Rio Grande do Sul, aqui vai um mapa para situar melhor:

Foto retirada daqui

Saímos de Porto Alegre às 6:30 da manhã. Pra isso acontecer, tivemos que acordar às 5. E pra minha surpresa, pegamos um engarrafamento monstro na BR 290. Eu, crescida em Santa Catarina, acostumada a cada feriadão todo mundo ir pra praia, constatei que no Rio Grande do Sul é diferente, o povo vai mesmo é pro interior. Principalmente pra comprar coisas no Uruguai. Mas enfim, entre dormidas e twitadas [quando o celular pegava, pois a cobertura da TIM nesta BR é uma m***] passamos pelo engarrafamento e fomos seguindo... Seguindo.. Paramos pra comer algo e ir ao banheiro.. E seguimos.. A Mônica já estava quase tendo um treco, pois nunca tinha demorado tanto pra chegar em Uruguaiana. E ainda decidimos antes de chegar na cidade propriamente dita, ir à Artigas, cidade no Uruguai. Bom, muito bom!

Depois de quase 10 horas viajando, finalmente chegamos na fronteira do Brasil com o Uruguai.



Não consegui tirar foto da placa de divisa de países, mas do portal consegui! Nessas alturas já estava com a bexiga cheia. Estacionamos, e fomos procurar um banheiro. Entramos numa lanchonete bem simples, e achamos um. E quando eu entro, dou de cara com... Cortinas no lugar de portas!



Eu achei um barato! E paguei um mico. Eu, tagarela, fui falando.. ''Que legal tirar foto disso!!!''. E quando acabo de guardar a máquina na bolsa, uma das cortinas se abrem, e sai uma mulher do banheiro. Ui! Bom, não sei se era brasileira ou uruguaia, mas como estava longe de casa, deixei pra lá.

Enfim, saímos do banheiro simpático, e a Mônica comprou um refri de Pomelo. Nunca tinha tomado, aliás, nem sabia que essa fruta existia. E não é que é gostoso? Mas ao contrário das Tubaínas Funada, não trouxe estoque.



Depois de tomar o refri, entramos em um Free Shop para umas comprinhas básicas. Trouxe rímel, base, toalhinhas demaquilantes... Uma maravilha! Logo depois entramos no carro de novo e voltamos pra estrada. E tivemos a oportunidade de presentar esse magnífico presente da natureza:



Um entardecer de tirar o fôlego! Valeu a pena passarmos tantas horas na estrada. Chegamos no nosso destino podres, loucos por banho e cama. Jantamos, tomamos banho e fomos dormir, para aproveitar bastante o dia seguinte.

Em breve a segunda parte da viagem de Páscoa.

quarta-feira, abril 20, 2011

Feliz Páscoa!

Estou de malas prontas para ir a Uruguaiana passar o feriado de Páscoa. Postarei quando voltar. Então, deixo aqui votos de Feliz Páscoa pra todos os leitores deste blog. Até a volta!

segunda-feira, abril 18, 2011

Virada Cultural.

E lá veio mais uma Virada Cultural. Evento este que, já faz parte do calendário oficial da cidade. Por mais que tenha gente que fale mal, eu curto. Curto porque acho que é um evento diferente de praticamente tudo que já inventaram até hoje. Tem atrações pra todos os gostos, o que torna o evento mais interessante ainda.

Esse ano me empolguei pra ir em duas: Sepultura com a orquestra, e RPM. Sepultura com a orquestra, por ser algo inusitado, e interessante. E RPM por ser uma banda que marcou minha pré-adolescência, e nunca esperava que pudesse ter a oportunidade de vê-los ao vivo.

Fomos eu e a Clarissa pro show do Sepultura, que foi meia-noite de sábado pra domingo. Chegamos lá às 23 horas, e a primeira surpresa foi: tinham cadeiras pra platéia. Fiquei com cara de paisagem, mas pensei.. Provavelmente é por causa da orquestra. Achei duas cadeiras sobrando lá e sentamos, o que foi uma ótima idéia. É claro que num show do Sepultura as pessoas não ficam sentadas, mas pelo menos as cadeiras nos protegeram dos 'bate cabeça'. Enquanto fora das cadeiras o povo tava tudo abrindo roda pra se estapear e tacar a cabeça um no outro, estávamos no meio das cadeiras, pulando com segurança. O show foi ótimo! Sempre acreditei na junção de rock com música clássica, e com Sepultura não poderia ser diferente. A parte engraçada foram umas mulheres que estavam sentadas na nossa frente. Dava pra ver nitidamente que elas estavam boiando demais. Uma delas vira volta olhava pra mim com uma cara de ''socorro!'' ahahahahaha! Mas o que eu mais achei legal foi uma menininha, de seus 5 anos acredito eu, provavelmente filha de uma delas. A garotinha estava tão feliz, curtindo o show! Divertidíssimo!

Depois do show voltamos pra casa, pra dormir e ter pique pro dia seguinte. Havíamos decidido assistir ao show da Blitz também, então queríamos estar bem descansadas pra pular bastante.

Chegou o dia seguinte, um sol desgraçado de torrante, e lá fomos pra estação da Luz nos encontrar com o resto do pessoal. Chegamos na praça Júlio Prestes debaixo daquele sol senegalesco, às 16 horas. O show da Blitz atrasou quase meia hora, e a gente lá, tostando... Mas valeu a pena esperar. Foi muito massa relembrar aquelas músicas, e dançar. Acabou Blitz, e a expectativa pro RPM estava enorme. O sol já tinha baixado, e um vento delicioso tomou lugar. Às 18:20 começou. Todo mundo empolgado e... Tinha que acontecer uma cagadinha. Aliás, cagadinha não, cagadona. Dois maloqueiros drogados roubaram a câmera da Cla. Isso na terceira música, o que acabou com o clima de empolgação entre a gente, e de tabela fez com que perdêssemos a vontade de curtir o show. Conclusão: além de miar o show, ficamos sem as fotos de sábado, e domingo. Eu tinha levado a minha câmera, mas acabei nem usando. Mas tudo bem, fica a lição: eventos gratuitos de rua, nada de qualquer objeto. Pois acho um desaforo perder as coisas pra bancar vício de cracudo. Aliás, mais desaforo ainda é ter de deixar as coisas em casa por causa de maloqueiros. Mas, moramos no Brasil, e infelizmente, dependendo do lugar, são eles quem dão o tom.

Infelizmente o final da nossa festa não foi como desejado. Esperei muito por esse show, mas não tinha como curtir depois disso. Não vou deixar de ir na Virada Cultural, o evento em si é maravilhoso. Mas, ano que vem será sem foto nenhuma. Mesmo porque esse ano teve foto, mas acabamos ficando sem do mesmo jeito. Uma pena.

segunda-feira, abril 11, 2011

Internar ou não? .

Depois do massacre que aconteceu na escola carioca, todo mundo quer uma explicação. Sociólogos, Psicólogos, e estudiosos em geral tentam explicar pra sociedade o que poderia ter levado o atirador a cometer um ato tão insano. Além das explicações, surgem tentativas desesperadas de tentar evitar que isso ocorra novamente. Uns defendem detector de metais nas escolas, outros defendem porte de arma para professores, e outros são a favor de acabar com as armas de vez.

O massacre nessa escola expõe um lado mais perverso: a negligência que doentes mentais sofrem. Além de serem discriminados, de não terem suas doenças levadas a sério, conseguir tratamento psiquiátrico na rede pública de saúde é muito difícil. Pra não dizer impossível. Muito se fala da luta antimanicomial, que acho válido. O problema é que se antes internavam-se pessoas em hospitais psiquiátricos que mais eram depósito de gente, hoje simplesmente não se interna mais ninguém. Ou seja, de um extremo, partiu-se para outro, e em nenhum dos casos pode ser considerado ideal. O tratamento ambulatorial funciona para doentes mentais leves. Um paciente com esquizofrenia paranóide em pleno surto tem de ser internado. Para o bem dele, e da sociedade.

O caso da escola no Realengo é extremo. Mas existem outros casos que saíram na mídia e não tiveram a mesma repercussão, mas merecem ser lembrados. Um, o caso do desgner que foi atingido por um taco de baseball enquanto estava em uma livraria em plena Avenida Paulista. O que mais me deixou triste nessa história é que a morte desse rapaz poderia ter sido evitada, se o cara que cometeu esse ato tivesse sido internado antes. Ele já tinha aprontado uma vez, com o mesmo taco de baseball. Num momento de surto, quebrou a vidraça da mesma loja. E o que aconteceu? Nada! Nem um laudo, nem uma ação. Simplesmente soltaram o cara na rua alegando 'ser só uma vitrine'. Até que ele surtou de novo, voltou lá, e matou uma pessoa. Aí sim o internaram em um manicômio judiciário. O outro, Marcelo José de Araújo entrou em um hipermercado, pegou uma faca que estava a venda, e simplesmente saiu esfaqueando todo mundo que encontrava pela frente. Hoje, meses depois, saiu o laudo atestando: Marcelo é esquizofrênico e deve ser internado.

Ou seja, para essas pessoas conseguirem tratamento, primeiro precisam matar alguém. Não seria mais digno oferecer tratamento antes? Ninguém surta do nada, elas vão dando sinal de que algo está errado. A negligência para com essas pessoas causa um sofrimento enorme tanto para os doentes e suas famílias, quanto para as vítimas.

É claro que é praticamente impossível evitar com 100% de certeza crimes desse tipo. Mas pode-se minimizar. Internar qualquer um em depósito de gente não. Internação para doentes psiquiátricos graves, com direito a tratamento sim. Radicalismo não leva nada a lugar nenhum.

terça-feira, abril 05, 2011

A coragem de uma cidadã.

Tenho que tirar o meu chapéu, e admirar a coragem dessa mulher em denunciar policiais militares por execução.
Admiro muito essa cidadã, e confesso que eu não sei se teria a coragem que ela teve. Denunciar seja lá o que for no Brasil é quase que uma sentença de morte, e juntando com a impunidade que assola nossa sociedade, faz com que praticamente todos se calem. E infelizmente, isso acaba perpetuando esses episódios. É um ciclo vicioso que esta mulher pelo menos tentou quebrar. Apesar de muitas vezes ser cética quanto à nossa justiça, ainda mantenho uma pequena esperança de que isso foi um começo... Não podemos aceitar execuções como se fosse uma coisa normal. O cara que morreu era ladrão? Não importa. A polícia não pode agir como bandido. Morrer durante um confronto é aceitável, mas matar uma pessoa rendida além de ser um crime horrendo, é de uma baita covardia.
Muitos reclamam, e eu também me revolto, pelo fato da polícia prender, e a lei soltar. Concordo que nossas leis são falhas, e precisam de mudanças urgentes. Que tal aprendermos a votar no Legislativo? Infelizmente ninguém leva a sério na hora de eleger nossos legisladores - Tiririca está aí pra provar isso. Não é apoiando policiais criminosos que a violência vai diminuir, e sim aprendendo a votar, e participando do processo legislativo.

domingo, abril 03, 2011

Mais um fim de semana divertido!

Ontem foi aniverário da minha amiga Cida, e ela resolveu comemorar no Memphis Rock Bar. É claro que fomos todos lá, pular mais um pouquinho. A proposta do local é um misto de músicas da década de 70, 80 e 90 [incluindo dances]
Chegamos lá, e de cara já voltei no tempo. Explico: há muitos, mas muitos anos mesmo não ia em uma balada onde a entrada se pagava... ao chegar no estabelecimento! Lembro dos meus tempos de Rivage era assim: pagava na entrada, e o que consumia pagava lá dentro. Na hora de ir embora era só pegar as coisas e se mandar. Mas depois com a invenção de comandas, consumação, etc, praticamente todas as baladas que eu fui, pagava-se na saída. Achei que nem havia balada assim ainda... Vivendo e se surpreendendo!
Cheguei lá, achei o pessoal, e olha só, estava tocando altas músicas dos anos 90, da minha época áurea de baladas. E sabe o que era mais engraçado? O pessoal tudo dançando nas bordas da pista, e o centro vazio! Lembrei das baladas que eu ia, era sempre assim ahahaha! Senti-me com 16 anos! Divertidíssimo!
Aliás, o DJ era uma atração a parte. Ele conseguia misturar os sons de uma maneira muito engraçada, começava com Capital Inicial, depois ia pra Billy Idol, depois pra Gloria Gaynor, depois pra Rolling Stones, e... de repente entra a banda e manda ver um Lionel Ritchie! Uma verdadeira salada musical! Eu me rachava de rir, e como curto praticamente tudo isso nem me importei, só curtia numa boa. Enfim, o lugar é um misto de bar com danceteria, e dá pra se divertir bastante! Eu recomendo! Foi uma comemoração pra lá de animada.
Depois de pularmos a noite toda, nada como um Black Dog pra finalizar a noite com chave de ouro.
Agora a contagem regressiva é pra Virada Cultural. Estou empolgada pra ver RPM hihihi!

segunda-feira, março 28, 2011

Iron Maiden!

Depois de tanto esperar, finalmente chegou o dia 26 de Março. Sempre quis ir em um show do Iron Maiden, mas nunca tinha tido oportunidade. E finalmente ela veio.
Não sei se já falei antes, mas eu adoro ir em show no Estádio do Morumbi. A única coisa chata de lá é não ter estacionamento decente, e muito menos transporte público [leia-se trem ou metrô] praquelas bandas. Mas isso não é um problema exclusivo de lá, infelizmente todas as casas de show em São Paulo são assim, fora de mão. Mas posso dizer que em termos de organização, o Morumbi dá de dez a zero. Chegamos lá às 19 horas, e estava tranquilo. Não tinha confusão, as entradas estavam bem demarcadas, e tinha funcionários em cada uma orientando quem chegava.
Entramos no estádio, fomos no banheiro - que não estava tão assustador assim hehehe - e nos dirigimos à arquibancada.
O show de abertura começou pontualmente às 19:30, com a banda Cavalera Conspiracy. E da-lhe bateção de cabeça! Já nos deixou empolgados pro Iron. Acabou o show de abertura, e quando eram 21:10, começou o show do Iron Maiden! Eu nunca tinha visto um show começar antes do horário, pois no ingresso estava escrito 21:30. A primeira música foi The Final Frontier, do novo álbum, e que dá nome à turnê. E o show foi seguindo, mesclando músicas novas, com os clássicos da banda. Que showzaço! Pulei tanto, cantei tanto, que no dia seguinte fiquei sem voz. Foram duas horas direto de show, e passou tão rápido.







Tudo perfeito! Até o tempo colaborou, fez um céu estrelado, lindo! E nada de chuva! Poderia ser sempre assim... Foi uma noite que com certeza deixou saudades.

domingo, março 20, 2011

Viagem de Carnaval: Parte final - Salto Bandeirantes

Quarta-Feira de cinzas. Último dia de viagem. Tínhamos planejado pegar estrada à tarde, e como a manhã estávamos livres, nos levaram pra conhecer o Salto Bandeirantes, um misto de hotel fazenda e área de lazer. E eu achando que era ali no Estado de São Paulo mesmo, mas que nada, era no Paraná. Mais boia impossível!

Pegamos estrada e lá vamos nós. Passamos por Itaguajé de novo [êêêê!], e passamos por mais plaquinhas e lugares simpáticos:







Foz do Iguaçu é ali pertinho ó!

Fomos andando pela estrada até o tal lugar que era pertinho, mas não chegava nunca, até que avistei essa placa:

Yup! Estávamos chegando!

Ao chegar lá não sabia se ficava feliz por estar em um lugar tão lindo, ou triste por já estar voltando e não ter tempo de aproveitá-lo. Com certeza quero voltar lá pra passar um dia tomando banho naquela piscina maravilhosa:





E a cascata então! Dizem que tem passeio de boia por ali, com certeza quero fazer, imagina, um ser boiante como eu sou passeando de boia numa cascata doida ahahahaha! Divertidíssimo!



Passamos um tempo por lá, apesar de não poder ter ficado mais, foi legal. Pelo menos sei que o lugar existe, e agora vou planejar a volta. Quando ainda não sei, pois no meio do caminho ainda tem Urugaiana na Páscoa, e Piraju [é, já andei vendo cidadezinhas por aí pra por na lista rs]. Mas espero que dê pra voltar em Salto Bandeirantes esse ano ainda. Aquela região do Paraná é muito legal, conheço um pouco, e quero conhecer mais ainda!

Estradinha legal!

E assim termino a série da minha viagem de Carnaval. Adorei cada momento que passei por lá, e não vejo a hora de repetir a dose. Viajar é tudo de bom, uma terapia, pelo menos pra mim. Conhecer lugares diferentes, fora do circuito turístico, conhecer pessoas, culturas, tudo isso nos enriquece de uma forma fantástica. Além do que, esse país tem muitos lugares lindos, e se Deus permitir que eu viva bastante, conhecerei muita coisa..