O pouso em Chapecó foi um desastre. Olha que já voei bastante, e nunca tinha visto um pouso tão bizarro. Mas tudo bem, chegamos vivos. As malas também chegaram (ufa). Pegamos o carro que alugamos, nosso companheiro dessa viagem, e pegamos estrada. Confesso que estava bem desanimada com a previsão do tempo, mas ao contrário do que eu esperava, o céu estava lindo, estrelado, e a lua foi sorrindo para gente durante toda a viagem.
Durante o caminho não faltaram fotos de placas e portais das cidades do caminho, claro!
Depois de 3 horas e pouca de viagem, chegamos em Dionísio Cerqueira lá pras 5 da manhã. Estávamos exaustos, e logo fomos pro hotel, pra dormir e recarregar as energias para passear pela cidade na parte da tarde...
Acordamos, e estava um sol lindo. Mas infelizmente o frio tinha fugido! Que raiva! Eu louca pra pegar mó friozão no oeste catarinense, e ele fugiu de mim. Hunf!
Fomos andando pela cidade e quando nos demos conta... Estávamos na divisa com a Argentina. Estávamos hospedados há mais ou menos 10 minutos da fronteira! Atravessamos a pé mesmo e fomos dar umas voltinhas em Bernardo de Irigoyen.
Depois voltamos ao Brasil pra almoçar, e fomos visitar o marco das 3 fronteiras, que também era ali do lado. Lá era mais curioso ainda, pois não tinha anfândega nem nada. Dependendo do lado da calçada em que vc andava, estava ou no Brasil, ou na Argentina. Ah sim, e tinha o Paraná ali. Na verdade tinha hora que nem sabia se estava em Barracão ou em Dionísio Cerqueira. Divertidíssimo.
Essa proximidade da fronteira nos rendeu uma tosqueira com o carro, cuja entrada e permanência em território estrangeiro não era permitida, mas no dia certo contarei..
Depois de andarmos pelas fronteiras, pegamos o carro e resolvemos explorar as cidades ali perto. Fomos para Santo Antônio do Sudoeste, Pranchita e Pérola D'Oeste [cidade onde tiraram as pérolas e ficaram os buracos]. No próximo post conto sobre elas. Em breve!